18 março 2013

Vereadores estão igual a galinha que seguiu o pato...


A cena é de "Vale a pena ver de novo",  - aquela onde tudo se repete - , principalmente para os novos vereadores que, acreditam estar ganhando experiência e ao invés de satisfazer seus eleitores acabam por satisfazer os interesses e comando do "pato".

Pato, um excelente nadador...
Exatamente, o pato.

Mas o que teria haver os vereadores com o pato? A história é uma fábula bem conhecida pelos mais experientes, mas que remete, exatamente, ao que acontece com a galinha, e é exatamente por isso que o pato não conta.

Galinha não nada, ou nada?
Na legislativa anterior era comum ver o jogo tramado por alguns vereadores que, manipulados, soltavam o verbo pra cima do primeiro escalão do governo. Para calar, o manipulador sentava à mesa e satisfazia seus deleites, enquanto os demais eram novamente motivados a resfriar-se.
Foi assim durante os quatro anos. Dá até pra saber quem se deu bem e quem se deu mal nesse jogo; Por um lado cito: Zé do Creia (sem mandato) e Chagão (sem mandato). Isso, exatamente, as galinhas. Pelo outro, nem precisa ser dito.

Chagão e Zé do Creia - Afogados.
Na eleição da governadora Roseana, o presidente Hamilton Miranda (PSD) foi quem sentou a mesa de negociações, de quebra, motivados por obras e asfaltamento que na sua maioria não foram concretizados, os demais vereadores apoiaram a candidata do PMDB.

Se um amigo da velha guarda do tucanato fosse perguntado como os vereadores teriam ido, ele diria: - "Pelo beiço".

O problema é que a galinha quando anda com o pato ela sempre morre afogada, morreu o Zé e El Chagon e os outros ainda foram pelo beiço, digo, pelo bico apoiar Roseana, se a cena se repete e as manobras também, o café da manhã será novamente a prova do deleite, ou da morte da galinha. Afinal, a galinha pode até se dar bem, mas não será acompanhando o pato.

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