15 junho 2013

E a COMADESMA continua em silêncio sobre o caso Cavalcante...

As denuncias do suposto desvio de recursos oriundos da contribuição mensal de mais de Mil pastores da Assembléia de Deus ainda se mantém sobre sigilo da própria organização.

Mensalmente são descontados 10% dos salários dos pastores pela Convenção das Assembleias de Deus do SETA, no Sul do Maranhão (COMADESMA), presidida pelo Pr. Cavalcante, de Açailândia, mas desde 2009 os valores não estariam sendo depositados na conta bancaria, que serviriam para um fundo de aposentadoria privada e seguro de vida dos pastores que fazem parte da mesma convenção.  

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Pr. Cavalcante pediu licença de 90 dias
Após as denuncias feitas pelos pastores Sininger de Oliveira Junior, Sebastião Vieira da Silva e Carlos Orlando Martins Dias, que apresentaram ao Ministério Publico indícios e provas que comprometeriam os recursos, o Pr. Cavalcante pediu afastamento temporário de 90 dias. Quem assumiu em seu lugar foi o vice-presidente, o Pr. Raul Cavalcante, que é presidente das Assembleias de Deus de Imperatriz, mas até então, segundo pastores de Açailândia  nenhum procedimento administrativo, auditória ou qualquer outro procedimento que vise investigar e moralizar a instituição foi realizado.

 Veja mais: "Pr. Cavalcante acusado de desviar dinheiro da aposentadoria dos Pastores do SETA"


A Assembléia de Deus, não só em Imperatriz, mas em todo o Brasil é uma instituição séria e passiva de tentações ou desmandos feitos por dirigentes ou pastores, que estão passivos também, como seres humanos, aos pecados, claro que sob mais vigilância por sempre cobrar a moralidade na conduta dos servos, e isso não há o que ser contestado. Mas o que estranha ainda, é a ausência de qualquer atitude que demonstre a sociedade e até aos próprios religiosos e pastores, - que, pelo menos por enquanto são os maiores lesados -, que há uma preocupação em levantar a verdade dos fatos por parte dos dirigentes da entidade.
Pr. Raul, presidente AD Imperatriz
O silencio demonstrado pelas direção não difere do silencio dos cardeais ao omitirem os escândalos da igreja católica, até certo ponto, claro. O que se espera da direção provisória é uma manifestação que demonstre preocupação em resolver o caso, ou simplesmente, visto que existem fortes indícios de desmandos, destituir a antiga direção elegendo uma nova.

O que não é possível entender é, ainda, o silencio  ensurdecedor do Pr. Raul Cavalcante, vice- presidente da COMANDESMA, que assumiu temporariamente a convenção, mas que dispõe de um alto respeito de toda a sociedade e da própria igreja, e é exatamente por isso que se espera alguma atitude que demonstre o interesse de resgatar a posição de respeito que a própria entidade dispunha. 
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