25 julho 2013

Banco do Brasil de Imperatriz é condenado por demora no atendimento

Já era tempo das Agencias do Banco do Brasil em Imperatriz, serem interpeladas e condenadas por ações judiciais que culminem com ressarcimento de danos. Com atendimento precário, ineficiente e funcionários que atendem mal a clientela, as agencias do Brasil do Brasil, tanto de Imperatriz quanto da região, precisam urgentemente de uma ação emergencial no seu quadro de atendimento.

Em outra postagem citei a audácia de um funcionário que atende na Agencia Central do BB de Imperatriz, chamado pelo nome de David, no qual esbanja preconceito e falta de respeito com os usuários que buscam aquele atendimento, sem falar que, no âmbito da sua supremacia egoista, provavelmente por usar um crachá do BB ou por estar limitado a um atendimento simples de entrega de cartões, comprovando assim, que o mesmo pode ter mesmo alguma deficiência mental ou ineficiência funcional, por não conseguir avançar a outro tipo de serviço no próprio banco, o mesmo se desfaz das pessoas e julga os Imperatrizenses de forma preconceituosa e desrespeitosa, comprovando que as queixas a partir desta condenação, poderão aumentar significativamente.

Veja a matéria do Tribunal de Justiça_

BB indenizará clientes por demora no atendimento


A instituição vai pagar R$ 5 mil a duas pessoas, conforme decisão do TJMA.

 O tempo de espera excessivo na fila em duas agências bancárias do município de Imperatriz foi motivo para que a 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) condenasse o Banco do Brasil a pagar indenização de R$ 5 mil, por danos morais, a dois clientes da instituição financeira. A decisão reformou sentença de primeira instância, que havia julgado como improcedentes os pedidos.
 Relator dos recursos de apelação dos dois consumidores, o desembargador Jaime Araújo disse que a espera excessiva configurou falha na prestação do serviço e fixou o mesmo valor de indenização, em ambos os casos, por considerá-lo suficiente a reparar os danos morais experimentados.
 Araújo ressaltou que os dois clientes apresentaram provas robustas da demora na fila. Num dos processos, o autor anexou a senha de atendimento que recebeu, com horário de 12h39min, e o comprovante de pagamento, marcando 16h21min54seg. O outro apresentou senha, com chegada às 15h58min, e comprovante de depósito, às 19h55min39seg. A alegação é de que a atual legislação municipal fixa o atendimento entre 15 e 30 minutos.
 O banco sustentou que as partes autoras não comprovaram ter esperado o tempo na fila, nem a existência de dano moral. A sentença da Justiça de 1º grau entendeu que, em ambas as situações, houve mero dissabor, comum à vida cotidiana, não configurando efetiva lesão à honra ou à personalidade dos autores.
 O relator na Justiça de 2º grau, por sua vez, entendeu que ficou configurada a lesão, fazendo com que cada um dos autores faça jus à indenização por danos morais, os quais, nestes casos, são presumidos. Os desembargadores Raimundo Barros, revisor em ambos os processos, e Paulo Velten acompanharam o voto do relator.
 Secom TJ

Nenhum comentário:

Postagem em destaque

No Maranhão, quase metade dos lares recebe Bolsa Família, diz o IBGE

  Em 2023, 40% dos domicílios maranhenses recebiam o Bolsa Família, o que corresponde a mais de 1 milhão de domicílios. Os dados da Pesquisa...