30 julho 2013

Gildásio Chaves tenta surrupiar partido politico de Joyce em Amarante.

O povo de Amarante do Maranhão está em clima de eleições municipais. É dado como fato certo a queda da prefeita Adriana Ribeiro no TSE, inclusive o Parecer do Ministério Público Eleitoral já foi expedido neste sentido.
A prefeita Adriana Ribeiro (PV) é acusada por Joyce Gomes (PHS) de ter concedido benefícios salariais para servidores em período proibido pela legislação eleitoral. Prática essa que configura abuso de poder político e econômico de acordo com a jurisprudência consolidada do TSE.
Diz-se que Adriana e o marido Gildásio Chaves, com o apoio do Deputado Federal Sarney Filho (PV), conseguiu manter o mandato no TRE-MA numa decisão tecnicamente frágil e contrária a jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral. Em troca a prefeita Adriana e o marido Gildásio Chaves teriam que apoiar o filho de Zequinha de nome Adriano Sarney, o qual pretende iniciar a carreira política como deputado estadual, além obviamente de ter que apoiar o próprio Sarney Filho.
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O fato concreto é que o casal prodígio Adriana e Gildásio querem tirar Joyce Gomes do páreo e, para isso, contariam com o suporte do deputado estadual Carlinhos Florêncio, que é o presidente estadual do partido no estado.
Com isso, os Gomes terão que apresentar um nome da família sem nenhuma expressão eleitoral. A mesma coisa que fará Gildásio Chaves, vez que Adriana não poderá ser candidata. Estando este no exercício de fato do mandato de prefeito ele usaria a máquina e ganharia novamente as eleições.
O Deputado Carlinhos Florêncio (PHS), homem que manda no PHS no estado, estaria dando a Comissão Provisória para o grupo de Gildásio e, dessa forma, Joyce não terá legenda para disputar novas eleições e Gildásio no poder colocaria um outro membro do clã familiar dele para concorrer as eleições novas.
Há também quem diga que se a Governadora Roseana Sarney não intervier na questão o ex-prefeito Marconi Gomes (PSD), marido de Joyce pode abandonar o barco dos sarneis e pular no barco de Flávio Dino (PCdoB).
Tem duas condicionantes nesta agitação política. Primeiro é preciso esperar     que o TSE efetivamente anule as eleições. Segundo, esperar que realmente a astúcia de Gildásio chegue a este ponto, pois isso será um golpe abaixo da linha da cintura.
Outros acreditam que se Marconi Gomes não puder colocar a mulher para disputar a prefeitura ele indicará o empresário Hilmar Viana (PMN) como candidato a prefeito. Do lado de Gildásio Chaves, há quem defenda que ele indique como candidato o médico Gilson Bandeira (PDT),filho do ex-prefeito Felipe Bandeira.
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presidente do PHS
O mais provável, porém, é que a disputa pela prefeitura mantenha os laços sanguíneos ou afins entre “bodes” e “onças”, isto é, entre os Gomes e os Chaves.O perfil de ambos não revelam sinais de que Gildásio poderia abrir espaço para a candidatura do medido Gilson Bandeira do PDT. E muito menos acredita-se que Marconi Gomes lançaria o empresário Hilmar Viana como candidato a prefeito.
Uma coisa é certa: o tempo corre contra os Gomes e Gildásio até aqui tem se safado bem. É inelegível teve gestões marcadas por denúncias de improbidade administrativa em Fortaleza dos Nogueiras e, além disso, é inelegível por ter a mulher já na reeleição. O jogo até aqui está dois a zero para Adriana e Gildásio. Marconi tem que anular a partida e começar do zero. Só não sabe ainda com quem vai jogar.

A pergunta que não quer calar é a seguinte: Carlinhos Florência (PHS) suportaria uma pressão de Roseana Sarney? Esta tem em Amarante dois grupos ligados ao seu governo vai deixar um correr para os braços de Flávio? Há por isso aqueles que acreditam que o deputado estadual Carlinhos Florêncio vai sofrer um puxão de orelha da governadora Roseana Sarney. E tudo ficará como dantes no Amarante do Maranhão: novas eleições de dois grupos ligados a família Sarney, ou seja, se cair na área é pênalti.       
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