22 julho 2013

Silêncio!!!

Dois pontos extremos separam hoje o caso Iron, o jovem animador de eventos e professor, que foi morto a tiros na porta de sua residência quando retornava da festa pecuária na cidade de Imperatriz.

A sociedade; que naturalmente espera ansiosa pela elucidação do crime e a volta do sentimento de segurança, e a policia; que se envolve num estranho silêncio sob o sigilo do segredo de justiça e uma série de comentários e versões, que hora sai do sistema de segurança, outra hora sai das ruas em sua corriqueira e experiente forma de aumentar boatos.

 Na semana passada o secretário de Segurança do Estado, Aluísio Mendes, esteve na cidade, onde acabou gerando mais uma grande expectativa em torno da noticia do fim do inquérito e possível elucidação do crime. Enfático, como em outros casos, até mesmo nos que até hoje não foram esclarecidos, como o caso de um segurança morto a tiros no centro da cidade, o secretário informou que o inquérito estaria sendo finalizado, e disse: "Os mandantes como as motivações do crime "causaria grande surpresa a todos."

A surpresa no comentário do secretário não serviu mais de que, para, simplesmente aumentar a onda de boatos que envolvem a morte do professor, onde dois extremos, mais uma vez volta a incomodar a opinião publica: O de imaginar até onde a motivação da morte pode imperar o desejo de manifestação de justiça, onde a motivação do crime seria banal e tosca, o outro, seria onde a motivação, como se comenta nos bastidores, seria por revolta de uma pessoa por conta de uma atitude criminosa do professor.  - Verdade ou não, essas são as especulações que saem das ruas, claro, tudo causado pelo primeiro extremo; “O silêncio da policia”.

Mas até onde o sentimento que nos motiva a matar ou mandar matar, pode ser justificável perante a sociedade? Se é que exista. Pela lei natural, onde Deus seria o ser supremo, portanto, quem daria a vida e quem teria o poder de tirá-la, não existe motivação para um ser humano tirar a vida do outro. Em certos tempos da história humana casos contra a vida também poderia ser pago da mesma forma, com a própria vida, mas em nenhum caso vemos um tipo de sacrifício que não seja imposta pela lei, onde a justiça e o Estado são executores, como em países onde a pena de morte é instituída, sendo assim, qualquer tipo de execução que possa tirar a vida, que não seja feita pelo estado, é assassinato.

Seguindo o raciocínio das ruas, resta saber como a sociedade se manifestará após a elucidação do crime, claro, mais uma vez entre dois extremos; “O sentimento de justiça e por sua vez, o de segurança” - sintoma natural após o cumprimento do dever do Estado -  ou o silencio; “Que hoje predomina na policia que investiga o caso, mas, dependendo do resultado final da investigação e as motivações do crime, poderão ser a resposta da sociedade.  


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