06 setembro 2013

A oposição faz seu papel direitinho: "Estrebucha", enquanto o Madeira trabalha.

Ao decidir, de forma coletiva, votar contra o empréstimo de até 50 milhões que a prefeitura de Imperatriz pleiteia junto à caixa Econômica Federal que beneficiará os bairros Vilinha, Parque Alvorada I e II, os vereadores Carlos Hermes e Marco Teorema, ambos do PC do B; o vereador Rildo Amaral do PDT e Aurélio do PT, aceitaram ser questionados com relação as suas atitudes perante ao governo municipal, que diferente do que pregam, não é de oposição sensata, como preferem chamar enquanto votam sistematicamente contrário as proposições de Madeira, ou melhor, da prefeitura de Imperatriz.

Moradores condenam o voto negativo da oposição
foto/pinheiro
Os vereadores que votaram contra ao empréstimo não analisaram, por exemplo, que os benefícios devem chegar aos bairros que são vizinhos dos bairros Vila Fiquene e Vila Nova, que estão incluídos no projeto do PAC 2, e seria como, se em duas regiões próximas existissem duas preocupações distintas, que de forma justa através da aprovação do empréstimo estarão sendo igualadas em benefícios por parte do governo. No caso do alvorada 1 e 2, por exemplo, todos os anos as casas ficam ilhadas em função da falta de drenagem ou alguma outra forma de escoamento do água. Será, se ao votar contra o empréstimo os nobres olharam para as condições sociais daquele bairro, ou simplesmente se preocuparam com suas convicções ideológicas?

A cidade não pode ser condenada por causa de um ideologismo barato em razão de não fazer nada para a população por convicção da oposição que não aceita ver a cidade continuar crescendo. As justificativas para dizer “não” ao empréstimo são silenciadas pelas centenas de moradores dos bairros que serão beneficiados, e justificado pelo vereador Pimentel: “Se não fosse o empréstimo do prefeito Fiquene o bairro Vila Lobão não seria o que é”, calando mais uma vez o quarteto fantástico.
Em condições diferentes os ex-prefeitos Ildon e Jomar propuseram, pegaram e não pagaram os empréstimos feitos, e somente agora a prefeitura teve novamente credito para adquirir. No inicio do governo, ainda em 2010, a prefeitura tentou um empréstimo de 3 milhões para pagar dividias de INSS deixadas por ex-gestores, mas não conseguiu.

Ao todo já foram pagos pelo atual prefeito mais de 30 milhões de dividas deixadas atrasadas que impediam o municipal de contrair empréstimos.  “Não podemos comparar Madeira aos ex-gestores que da mesma forma contraíram empréstimos, pois vemos os resultados totalmente diferente por parte do atual prefeito”, disse o vereador Chiquim da Diferro ao justificar o voto positivo.

Mas em duas palavras que resumiram que o ideologismo é de fato um atraso ficou por conta do vereador Zé Carlos que disse: "Se não fosse os empréstimos não existia Brasilia, que foi construída por JK” e pelo vereador Hamilton, que disse: “Imperatriz precisa continuar crescendo e não será por conta do voto negativo da oposição que iremos aceitar que isso ocorra”. E finalizou: “Se vocês (oposição) tiverem alguma irregularidade contra esse governo, mas que seja algo concreto e não para simplesmente tentar desgastar o governo, venha que abro uma CPI, agora não me venha com histórias de ouvi dizer que aqui não tem lugar”. Finalizou.

Imperatriz não pode ficar a mercê de uma disputa barata que tenta atingir o prefeito, mas precisa de legisladores que estejam acima das questões políticas pessoais, que de fato queiram ver uma cidade organizada e não use a tribuna para alavancar a salvação demagógica da pátria através do socialismo juvenil.

Chega, esquerda mirabolante! Hasta, fora! foi assim que disseram os moradores dos bairros Vilinha, Pq. Alvorada I e II, ao ver a ideologia ser colocada na frente da necessidade das pessoas.
Para a oposição ficou apenas o gosto amargo do voto de ter que cumprir o papel sistemático de votar contra Madeira, mesmo que prejudique a cidade.


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