23 setembro 2013

O pedido a Ogum e o tombo, de José Sarney...

Pedi ao Astro de Ogum que me providenciasse um pé de pinhão roxo para guardar o meu jardim de “maus olhados” e “olhos excomungados”. Pois não é que depois de trinta dias de hospitalização e momentos de forte tensão e apreensão, ao voltar a casa, perco o equilíbrio — eu que sempre fui equilibrado — e levo um tombo que até hoje me deixa sequelas e desconforto na coluna. 

Como forma de reverenciar, apesar do ton deixar claro a quem José se apega, também ficou 
mais evidente ainda que não por causa dele, o Astro de Ogum, o político com mais tempo no poder ainda está em plena atividade.

O parágrafo foi tirado do artigo que o ex-presidente e Senador pelo Amapá, escreve semanalmente, e demonstra que apesar dos “maus olhados”, como cita, o homem que se curva as crendices e seitas levou um tombo. Uma breve demonstração da natureza, que em suas levadas incompreensões derrubam um homem em um simples desequilíbrio.

Sarney permanece vivo, mesmo com idade elevada, o que não é uma vantagem se comparar aos da mesma idade. Com a saúde abalada momentaneamente, variações comuns a idade, Sarney vigia rotineiramente e ainda dispõe das revisões periódicas e das melhores equipes médicas do Brasil, disponibilizados pelo Hospital Sírio Libanês.


É presidente, parece que realmente o desequilíbrio foi inevitável, e começo a acreditar que os novos pedidos a ogum devem conter conjecturas completas, sem falhas, contendo pinhão roxo contra a mandinga popular, contra os batentes da casa e até, quem sabe, contra os outros oguns que não tenham o mesmo privilégio do pedido.
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