22 outubro 2013

Ciumeira cerca o boato da possível filiação de Ribinha Cunha no PSDB...

O, ainda boato, de que o empresário Ribinha Cunha estaria se filiando no PSDB de Imperatriz já causou um enorme estrago, principalmente em uma das alas do governo, que pretende lançar o vereador Hamilton Miranda a prefeito.

O presidente da câmara, Hamilton Miranda, nunca escondeu que tem pretensões de lançar-se candidato a prefeito, inclusive, nos bastidores, já traça um substituto para a presidência da câmara que esteja ligado o seu projeto, o que confrontaria o do prefeito.  Outro fator que caracteriza essa iniciativa é a presença de um poder paralelo dentro do grupo de Madeira, que tem se reunido e articulado o mesmo projeto, claro que, dentro de uma miscigenação partidária que transcende o compreensível.

Sentados à mesa estão caciques do PMDB, DEM e uma carrada de empreiteiras, construtores e, principalmente, pessoas de confiança do prefeito Sebastião Madeira.

Se confirmado a filiação de Ribinha Cunha no partido tucano, é imprescindível que a artilharia do presidente não seja direcionada sentido a BR – QG do grupo Cunha e do deputado Léo Cunha, é só esperar pra ver.

Por outro lado, Ribinha enfrentou em várias oportunidades o grupo de Madeira, perdendo todas, em um dos casos tentou ser presidente do SINRURAL, sendo derrotado por um dos secretários do governo. No PR, seu ex-partido, sofreu o constrangimento de ter seu projeto derrubado pelo Deputado Davi Jr. que entregou ao PDT depois leiloou com o DEM.

Mas também não é só o mar de rosas que domina esse oceano. Hamilton esta prestes a ter também que prestar contas das possíveis sobras de recursos do legislativo. O apresentador Paulo Negrão apresentou sua artilharia cobrando a licitação para divulgação dos trabalhos dos parlamentares mirins e, inclusive, demonstrou estar bastante ansioso  para tratar sobre essa sobra de recursos. Junto com a imprensa está uma parte dos vereadores que acreditam que realmente aja uma sobra, visto que nos anos anteriores existia o gasto, quer dizer; Então, onde foi parar o dinheiro?

Se existe o recurso e não foi gasto ao longo do ano o jeito certo de resolver é devolve-lo ao executivo municipal, seguindo o que manda a lei de responsabilidade fiscal, não é isso, senhores, membros do Ministério Publico?
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