02 abril 2014

Unisulma realiza palestra sobre os 50 anos do Golpe Militar

Na noite de, 31, o auditório da faculdade Unisulma esteve lotado com o debate sobre os “50 Anos do Golpe Militar: uma análise histórica”. O evento teve a participação de acadêmicos de Direito e Serviço Social, bem como profissionais e alunos das mais variadas áreas do conhecimento. A palestra foi conferida pelo Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, Joaquim Washington Luiz de Oliveira, e o juiz da 2ª Vara da Comarca de João Lisboa e coordenador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, Márlon Jacinto Reis.

A mesa de abertura teve a presença do presidente da instituição, Dimas Salustiano, do vice-presidente Lula Almeida e do coordenador do curso de Direito, Artur da Rocha. “Aqui nós temos a liberdade para o pluralismo político, o embate de ideias e as divergências para as mais diversas expressões da literatura, música e cultura brasileira”, ressaltou o presidente da Unisulma. Em seguida, os presentes acompanharam os palestrantes.

Para o conselheiro do TCE/MA, Washington Luiz, “um debate como este nos faz refletir, repensar a construção do processo democrático brasileiro, de liberdades políticas para evitarmos que tragédias como aconteceram no dia 1º de abril de 1964 se repitam”, enfatizou. 

O evento discutiu os 50 anos do movimento que derrubou o governo do presidente João Goulart e instaurou o regime militar de 64. Foram abordados aspectos que retratam a ordem pública da época sob o ponto de vista da instauração da “ditadura” no país. “É um momento importantíssimo para refletir um momento do passado que marca a valorização da democracia que temos hoje. É preciso rejeitar toda forma de autoritarismo que, infelizmente, ainda segue sob diversas formas na vida política, social e humana. Precisamos continuar marchando rumo a uma democracia plena”, destacou o juiz Márlon Reis.

Durante o debate no auditório Jorge Mendes, em uma sala de aula da Unisulma estava sendo realizada também uma palestra da pesquisadora e militante do Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos de Açailândia, Mariana de La Fuente. Na oportunidade, acadêmicos do 4º, 6º e 7º de Serviço Social marcaram presença no debate. A iniciativa da professora Fabrícia Carvalho buscou fazer um resgate histórico desse movimento, além de reforçar a luta pelos direitos humanos. Os professores Paulo Menis, Heloísa Helena e Maria Zenilda também participaram das discussões.

Blog da Kelly
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