20 maio 2014

Prefeito que renunciou e outro já falecido compõe a lista de prefeitos que apoiam Edinho Lobão na região tocantina.



A lista de mentiras publicadas pela assessoria do pré-candidato Edinho Lobão, e em outros casos até dita por ele mesmo, quando acusou o pré candidato a presidente do PSDB, de que acabaria com o Bolsa Família, compõe a rede de desespero do grupo, que tenta a qualquer custo emplacar o playboy da capital.
Edinho, o candidato playboy do grupo governista.

Em uma matéria publicada pelo Jornal o Estado do Maranhão, de propriedade de José Sarney, pelo menos dois prefeitos que compõe a lista de prefeitos que apoiariam  Edinho, não o são e nem poderia mais apoia-lo. Na lista consta o ex-prefeito Vasco, de Ribamar Fiquene, que renunciou o mandato no inicio do ano, e o ex-prefeito de Cidelândia, Neto Teixeira, já falecido.

A divulgação de uma lista com nomes improváveis como esta, prova que a assessoria pode ter buscado aliados em listas eleitorais divulgadas na internet, de prefeitos eleitos que estão em partidos como o PMDB, DEM ou qualquer outros alinhado do governo, no entanto, o golpe foi acusado quando incluíram prefeitos que não estão mais no mandato, a prova que não houve qualquer contato ‘natural’, até porque não podemos desconsiderar um contato criptográfico, com os antigos postulantes.

Mas a corrida para emplacar definitivamente ou até desesperadamente o nome de Edinho Lobão já tem tempo definido. Segundo aliados do governo, até a convenção o nome do filho do ministro de Minas e Energia poderia ser substituído pelo nome do Senador João Alberto, que vem articulando a possibilidade, e até recusou ocupar cargos no governo, o que impossibilitaria uma provável candidatura.

O fator que impossibilitaria a troca do filho do ministro Edson Lobão, seria o caso de uma subida repentina nas próximas pesquisas dos eleitores que votariam em Edinho, trazendo números extraordinários em menos de 30 dias, e uma queda acentuada nos que não votariam em nenhuma hipótese (diminuindo a rejeição que chega a 50%), o que provaria que a família teria perdido tanto tempo em não ter experimentado antes esse grande fenômeno eleitoral.
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