Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]




O deputado federal João Marcelo Souza (PMDB) anunciou na sexta-feira (15), em visita ao prefeito eleito e diplomado, Assis Ramos, também do PMDB, que destinou emenda pessoal para a construção e reforma de três praças em Imperatriz, a da Bíblia, da Cultura e do Nova Vitória . O parlamentar também informou que conseguiu mais de R$ 1 milhão, junto ao Ministério dos Esportes, para a construção de uma quadra poliesportiva.

“E, preciso ressaltar, os recursos vão ser liberados já em 2017. Assim, a população de Imperatriz vai poder contar, acredito que muito em breve, com mais estes novos e importantes benefícios. Fiquei muito feliz nesta visita de trabalho. Foi um dia muito produtivo e ratificou a estreita parceria com o prefeito Assis Ramos e a cidade. Também pude deixar minha mensagem de apoio aos imperatrizenses em diversas entrevistas à imprensa local. Aproveitei ainda para visitar os bairros da Caema e Santa Lúcia, além dos locais onde vão ser construídas as praças”, destacou João Marcelo.

O prefeito eleito, Assis Ramos, elogiou o empenho do parlamentar. “João Marcelo está atendendo as nossas expectativas, do que a gente espera dos nossos amigos e deputados. Disse a ele que o apresentaria a Imperatriz para isso, que precisava que ele trouxesse mais recursos e estivesse mais aqui. Hoje, estamos registrando estas boas notícias para Imperatriz”, enfatizou Assis Ramos.

O deputado João Marcelo e o prefeito eleito estiveram reunidos na tarde desta sexta-feira quando aproveitaram para visitar alguns pontos de alagamentos. Também se reunirem com assessores da próxima administração de Imperatriz que inicia em 2017.

O anúncio de recursos para praças e quadra poliesportiva é mais um dos bons resultados da estreita parceria de João Marcelo e Assis Ramos. No início de outubro, eles estiveram reunidos com o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, e obtiverem a garantia de uma solução para o lixão municipal, localizado nas margens da Estrada do Arroz, na zona rural de Imperatriz, um problema que se alastra há anos, afetando a população imperatrizense. O -aterro vai ser construído por meio de emenda de bancada do senador João Alberto, alocada no Ministério do Meio Ambiente.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:00






O Governador do Maranhão concedeu entrevista ao jornal espanhol El país e falou sobre a realidade fiscal dos Estados brasileiros e principalmente do Maranhão. Dino ainda surpreendeu ao defender a conclusão do governo Temer. Veja matéria.

El País – 

Enquanto Estados como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul enfrentam problemas para pagar seus funcionários públicos, o Governo do Maranhão segue rigorosamente seu cronograma de pagamentos, entregando a segunda parcela do décimo terceiro nesta sexta-feira. Do alto de uma gestão que conseguiu nas municipais de 2016 eleger 150 das 217 prefeituras do Estado, o governador Flávio Dino (PCdoB) desponta como liderança nacional em um momento de crise para a esquerda, mas descarta uma candidatura presidencial. Na entrevista abaixo, o comunista, que está entre os políticos que passam ilesos pela Operação Lava Jato, defende um pacto nacional para que o Governo Temer chegue até 2018, mas alerta que iniciativas como a reforma da Previdência podem desestabilizar ainda mais um país já conflagrado.

Pergunta. No final do ano passado, você dizia que o dinheiro do Estado só seria suficiente para honrar os compromissos até o fim de 2016. Como será 2017?
Resposta. A situação se deteriorou muito do ano passado para cá. Eu prognosticava que haveria queda de receita dos repasses constitucionais federais. O dado positivo é que recuperamos parcialmente isso com medidas estaduais. A arrecadação própria compensou mais ou menos 50% da perda das transferências federais. Isso nos permitiu sobreviver, associado a receitas extras, marcadamente a repatriação. Por isso, vamos fechar as contas básicas, como servidores — incluindo o décimo terceiro —, saúde, que é manter as unidades funcionando, pagamento das dívidas interna a externa e o repasse dos poderes. Essa cesta de obrigações fundamentais vai ser mantida até o final do ano.

P. Que medidas estaduais são essas? Aumento de impostos?
R. Foi a soma de duas coisas. Modernizamos os procedimentos de fiscalização. Por exemplo: passamos a fazer cruzamento das guias de trânsito animal com as guias de pagamento do ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços]. No setor da pecuária, havia infelizmente uma inadimplência grande. Na hora em que se cruza duas informações do Governo, é possível identificar que muita gente comercializava animais e não pagava. Somando a isso, tivemos um reajuste de alíquotas de ICMS no ano passado. Um terceiro elemento foi a revisão de benefícios fiscais de empresas em setores que a gente considerava que não se justificavam, como aqueles onde há monopólio.

P. E 2017?
R. Para 2017, infelizmente o prognóstico em relação às receitas federais não é diferente. A gente não está com expectativa de recuperação da arrecadação e das transferências federais. A recessão é muita aguda e profunda, e não há sinal de retomada. Por isso mesmo, continuamos no mesmo caminho: enviando projetos para a Assembleia e reajustando alguns aspectos legais do ICMS para poder atravessar o ano que vem. Se a gente conseguir aprovar tudo, vamos conseguir atravessar o ano. Vamos repetir a receita, e só vamos conseguir porque tínhamos feito apenas metade daquilo que todos os Estados já fizeram. Ainda não fizemos reajuste de alíquota de ICMS de comunicação e de energia elétrica, porque tínhamos expectativa de retomada da economia. Agora, vamos fazer como medida preventiva.

P. São medidas feitas no contexto da PEC do Teto de Gastos, como solicitado pelo Governo federal?
R. Tem muito pouco a ver. A gente já fez teto de gasto no ano passado. Já fiz corte de 300 milhões de reais. A gente já vinha fazendo controle de custeio, por conta da realidade econômica. Isso que está sendo debatido nacionalmente, os Estados do Nordeste, sobretudo, já demonstraram [na prática]: se pegarmos o crescimento das despesas dos nove Estados neste ano, já foi embaixo da inflação. A despesa cresceu 3% para uma inflação de 7%. É apenas a continuidade de uma visão de equilíbrio fiscal que é essencial e vai nos permitir pagar o décimo terceiro nesta semana. Não concordo é com o exagero.

P. Qual é o exagero?
R. Sobre a PEC, tenho muita restrição ao prazo e ao fato de estar na Constituição. No caso do prazo, é uma restrição política. O Brasil, pelas suas características, de uma sociedade de formação relativamente recente e muito dinâmica, é difícil prognosticar cenários por 20 anos. Não consigo imaginar a viabilidade prática disso. Minha segunda restrição é de índole jurídica. Não conheço outro país que coloque limite de gasto na Constituição.

P. E quais seriam as alternativas?
R. Já há instrumentos, como a LRF [Lei de Responsabilidade Fiscal], desde que bem fiscalizada, que cria uma série de restrições, inclusive com sanções graves. E o Programa de Ajuste Fiscal [PAF]. O Maranhão tem um PAF e é avaliado por um rating da Secretaria do Tesouro Nacional anualmente. Equilíbrio fiscal é um conceito importante, mas há um excesso. Sou amante das inovações, mas quando se faz algo que ninguém pensou, nenhuma nação em nenhum momento, pode ser que a nossa inovação esteja errada.

P. A PEC não pode ter um efeito positivo?
R. É uma tentativa de moldar o futuro, de transformar a conjuntura em algo estrutural. Isso é inócuo. Uma dada correlação de forças políticas na sociedade é dinâmica. Ter a ilusão de que se vai congelar o futuro por 20 anos a partir de uma correlação de forças instável, precaríssima, dada a conjuntura brasileira, além de ser errado conceitualmente… Em 2019, com outra correlação de forças políticas, isso vai ser revisto. Limite de dois ou três anos, tudo bem. Mas por 20? Achar que você vai controlar a visão de macroeconomia por duas décadas? Só ditaduras conseguem fazer isso.

P. Você foi uma das vozes mais fortes contra o impeachment de Dilma Rousseff. Agora que já foi consumado, quais são os caminhos possíveis para a política nacional?
R. Não consigo ver outra saída prática que não seja esse Governo chegar até o fim. Agora, pra ele chegar até o fim, tem de ser em outros termos. Dada a precariedade da situação política e econômica do país, o nível de deslegitimação institucional… Acho que nem no fim da ditadura. Porque no fim da ditadura não havia um Judiciário tão questionado e exposto, e havia um Congresso e a política muito respeitados pela sociedade. Contraditoriamente, ninguém sabe onde está a trave, quais são as regras, quem é o juiz do jogo. E está todo mundo chutando a bola pra cima. Acho que o papel de quem exerce uma função pública de relevância nos três Poderes tem de ser mais ou menos o de tentar acalmar o jogo e estabelecer as regras. E não causar mais beligerância. E é o que ao meu ver equivocadamente o Governo esta fazendo. E até me surpreende, porque, como eu conheço muito o presidente Michel Temer, eu achava que ele ia buscar um dialogo mais amplo para formatar propostas de modo mais pactuado. Ao contrário, ele está tentando imprimir um ritmo incompatível com a crise institucional que o Brasil vive. Mandar, neste momento, uma proposta de reforma da Previdência que desperta conflitos gigantescos, pra mim não tem lógica, porque vai aprofundar a ilegitimidade do sistema institucional e político aos olhos do povo. Acho que o melhor é tentar uma espécie de transição mais pactuada na política que leve o país até 2018.

P. Como se faz pactuação em meio a delações de executivos da Odebrecht que alcançam quase todo o meio político?
R. É preciso isolar um pouco os fatos policiais e judiciais da política. Criar uma relativa autonomia. Houve uma contaminação generalizada, e com um problema de tempo. O tempo da Justiça é muito lento. Ainda é preciso homologar, comprovar se a delação é verdadeira, fazer inquérito, a ação, colher as provas, julgamento, recursos. Estamos falando de cinco, seis, sete anos. O país vai ficar nessa guerra durante esse período todo? É impossível e insustentável aos olhos da sociedade. Na Itália, deu no [ex-primeiro-ministro Silvio] Berlusconi. Quando se esgarça muito, a sociedade acha um caminho para estabilizar o jogo político. Na Itália, optaram por um magnata da comunicação. O debate político não pode ser pautado ao longo de cinco ou sete anos por uma operação policial. A operação policial deve continuar, porque é impossível que ela pare. A Lava Jatotem muito mais méritos que problemas, mas como fato jurídico e processual que vai se desenvolver no ritmo próprio da Justiça.

P. Apesar da polêmica, a lei de abuso de autoridade poderia normalizar de alguma forma essa relações?
R. Talvez. Mas o melhor caminho seria uma espécie de autocontenção, de autocontrole. O Supremo teria um papel muito forte nisso. E a própria Procuradoria Geral da República. Não no sentido do conteúdo, de quem vai ser julgado ou de que modo, mas dos procedimentos. Se os Poderes embaralham suas funções, que é o que está acontecendo em larga medida, os conflitos vão se perenizar. E isso é um desserviço à nação, leva à paralisia completa do país. E há elementos de calamidade, Estados em situação gravíssima. O Governo federal está lá em cima, mas na hora que o lixo não é coletado, que o hospital fecha e que a viatura não circula, você está gerando um caos na vida das pessoas, e é o que pode acontecer em 2017 se não houver uma compreensão o melhor do lugar próprio da política independentemente da Operação Lava Jato.

P. A classe política está acuada. Há alguém com condições de liderar esse processo?
R. O [ex-presidente] Lula continua sendo a principal liderança do país, com imenso desgaste, óbvio, mas é a principal liderança popular da história do país. Então não é possível achar qualquer tipo de saída prescindindo dele. Como também acho que não se pode prescindir do Michel Temer, que, por vias com as quais eu não concordo, se tornou o presidente da República. Também não se pode prescindir do PSDB, de [ex-presidente] Fernando Henrique e Aécio [Neves, senador]. Com algum tipo de interlocução com Supremo e PGR, não no sentido de parar a Lava Jato, que deve seguir, mas para a política se organizar. O Judiciário e o Ministério Publico ajudam não atrapalhando, respeitando o desenho da tripartição funcional do Estado e não intervindo tão agudamente na política. Antes, quem teria de tomar a iniciativa era a Dilma. Hoje, é o Michel Temer, porque é o presidente da República, com 10% [de popularidade], mas é. Ele tem uma função formal que o legitima, autoriza e impõe esse dever de tentar arrumar o jogo institucional do país, senão vamos de guerra de todos contra todos em 2017. Acho que Michel Temer tinha o dever de não acirrar. Se eu estivesse no jogo nacional, no qual não estou, é o que faria.

P. Seu nome tem sido colocado por analistas entre os presidenciáveis.
R. Sou candidato à reeleição se Deus me der vida e saúde. Porque nós temos uma tarefa inconclusa no Estado. Seria muito frustrante até [não seguir no Governo], porque a gente tem um monte de programas iniciados, programas que me motivam e que exigem um tempo de maturação. Não será em três anos que vamos fazer. Venho intervindo muito pouco no debate nacional desde o impeachment, até para não ficar na posição do chato do “eu avisei”. Prefiro cuidar dos meus problemas, que já são gigantescos.

P. Quem está no páreo presidencial para 2018?


R. Hoje há um único candidato bem posicionado para a disputa presidencial, que é o Lula. O resto vai buscar se posicionar. E há um outro candidato sem rosto, que é a antipolítica. Ela vai procurar alguém. Quem vai ser esse rosto?

P. O ex-presidente já responde a três processos como réu. O Supremo tirou um presidente da Câmara e um do Senado da linha sucessória presidencial por ambos serem réus. Lula pode se candidatar?


R. É uma pergunta para o Supremo. Esse é o problema de judicializar muito os temas políticos, porque acaba levando a incongruências. Há uma diferença de essência. A interferência do Judiciário é ad hoc, casuística. Porque se está julgando um caso. A política exige regras gerais. Na hora em que se faz intervenções ad hoc no terreno da política, você acaba levando a contradições, como essa que você identifica com precisão. É uma bela pergunta. Outro exemplo é o da infidelidade partidária, que o Supremo criou. O subproduto foi a multiplicação de partidos, porque o cidadão não podia deixar o partido e decidia criar outro. Aí veio a janela partidária para tentar resolver o problema. Agora, nos termos da legislação, o Lula só pode ser impedido de ser candidato se tiver condenação em segunda instância. Creio que não terá, pelo ritmo das coisas, até 2018.

P. As delações da Odebrecht servirão como nota de corte para 2018?


R. Não vou alterar minha conduta a partir desse fato. A gente tem de depurar isso, separar o joio do trigo. Porque houve casos de delações que resultaram em arquivamento. Houve retificação, contradição entre delações. Não vou pautar minha relação e visão política com base nisso. Tanto que sustento que Michel Temer, Lula e Aécio, todos citados em delações, não devem ser tratados como cartas fora do baralho. Como a sociedade vai reagir a isso é realmente mais um ponto de interrogação. O histórico do Brasil e do mundo permite que a gente diga que isso tem uma importância, mas não é determinante. Lula é multiplamente denunciado e delatado, e continua liderando a pesquisa presidencial. [O senador e ex-presidente Fernando] Collor viveu o impeachment e foi eleito várias vezes. Não será propriamente um ponto de corte. Não será o fim do mundo. É uma tempestade, um terremoto. Mas é preciso tentar reconstruir a política com o que nos temos, porque se não for assim, você acaba entrando em aventuras.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:00

Mensalinho em pânico.

por Holden, em 18.12.16

A turma que recebe o mensalinho da câmara de Imperatriz apadrinhado pelo presidente Zé Carlos foram pra cima da opinião publica, que são contrários à reeleição do parlamentar. 

Informações dos corredores do parlamento, a mudança de voto dos vereadores eleitos seria um dos motivos do desespero. Um dos atacantes e "filosofo do mercadinho", teria partido pra cima de tudo e de todos. É que o mensalinho que estaria sustentando uma jogatina compulsiva do aliado. Vai dá zebra.


Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:02

Lindbergh.

por Holden, em 18.12.16

O juiz titular da 7ª Vara Cível da Comarca de Nova Iguaçu e Mesquita, na Baixada Fluminense, Gustavo Quintanilha, suspendeu por quatro anos os direitos políticos do senador Lindbergh Farias (PT). O parlamentar foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Rio por ter permitido o uso promocional de sua imagem, em dezembro de 2007 e no primeiro semestre de 2008, quando era prefeito de Nova Iguaçu e se candidatava à reeleição. Cabe ainda recurso.

o globo

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:29




A eleição da câmara de vereadores é,sem duvidas, mais um grande processo político que antecede o inicio do novomandato. Esta eleição, entretanto, pode também unificar os mais inusitadosinteresses, desde que os fins justificam os meios, como veremos a seguir...

O atual presidente da Câmara, JoséCarlos (PV) até outro dia era uma das peças mais indigestas na visão dosvereadores Carlos Hermes (PC do B), Rildo Amaral (SD) e Aurélio (PT), além deoutros parlamentares que formavam o bloco de oposição. As desavenças políticase os debates travados na câmara ficaram tão acirrados que os projetos deiniciativa popular eram logo defendidos pelo grupo de parlamentares daoposição, como ocorreu no projeto que aumentava o salário dos professores, masbarrada pela maioria coordenada pelo vereador e presidente José Carlos.

Agora os interesses se convergem.Disputam pela vice-presidência os vereadores Carlos Hermes e Rildo Amaral.Consolidado o voto do vereador Aurélio, antes oposição aos posicionamentos doVegano e considerado um dos mais experientes da câmara. Reunido no almoço dehoje, apesar de evitar o tema, também estavam a base evangélica, que somadosseriam suficiente para consolidar a eleição de ZC.

Mas o ponto mais frágil ainda será dosprofessores de Imperatriz, que antes possuíam uma minoria, no entanto, uma basetotalmente desvinculada dos interesses da presidência. Se consolidar o previstocom uma vitória do atual presidente com o apoio da antiga base de oposição, osprojetos de iniciativa popular ou das categorias podem dar adeus aos grandesdebates...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:24

Os novos vereadores passaram a experimentar um pouco do gostinho da euforia da opinião pública, foi o que ocorreu com o vereador eleito para o primeiro mandato, o evangelico Ricardo Seidel (REDE).

Uma enorme fila de questionamentos marcou uma foto (veja abaixo) postada hoje (16) por Seidel na rede social, sobre um almoço realizado com vereadores, supostamente sobre a eleição da câmara. 


Pelos comentários, os conservadores evangélicos não ficaram muito contente com a aproximação dos novos parlamentares com a velha guarda da câmara municipal. Apesar de esconder o voto para a sociedade, a ala evangélica teria optado pelo voto ao atual presidente, no entanto, os questionamentos sobre a maçonaria entre outros, seriam os motivos dos evangélicos questionarem o voto de Seidel, segundo informou (em off) uma das pessoas que se disseram ter votado no candidato da igreja Nova Aliança. Em resposta a enxurrada de comentários, Seidel disse que 
Todos os vereadores teriam sido convidados para um almoço de cortesia na casa do vereador Rildo Amaral.  
"De uma forma logica e cordial muitos puderam comparecer, em um ambiente de trabalho e de confraternização alguém aqui não iria? Se nesse caso sim respeito sua posição, mais um almoço não julga o caráter de 10 anos de docência, 31 anos de Imperatriz, 14 anos ajudando e contribuindo com diversas pessoas em projetos sociais, 8 anos de militância na causa da criança e social e absolutamente nenhum algo que pode deturpar ou denegrir a minha imagem, graça a Deus e a criação e valores que meus pais com muito esforço conseguiram nós dar", completou. 

Vejam os comentários:


Daniel Sena
Daniel Sena Felizes por conseguirem aumentar o proprio ganho, enquanto os trabalhadores de verdade estão indo de mal a pior! Vergonha de vocês todos

Keila Batista
Keila Batista Rindo da cara do povo
CurtirResponder2 h


Keila Batista
Keila Batista Não adianta revolta estão aí porque receberam votos afffff
CurtirResponder22 h
Marcelo Lira
Marcelo Lira Tá se misturando Ricardo Seidel, cuidado com as companhias...


Tem gente aí que não suporta meia hora de auditoria sobre aumento patrimonial...



Paulo André

Paulo André O novo se fez velho, a nova política se prosta diante da velha. Ridículo.


Me devolve meu voto, Ricardo. Me arrependo de ter votado em você. Ainda há tempo, acorde. 

Recebeu também 50 mil mais 5 km ? 



Carlos Magno Marques Cardoso

Carlos Magno Marques Cardoso Cúpula de.....
CurtirResponder23 min


Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:10


O prefeito da cidade de Buritirana,  Vagtonio Brandão (PSDB) foi diplomado para seu segundo mandato a frente do executivo. O prefeito tucano já é considerado o melhor gestor da história da cidade, pós emancipação. Na foto, ao lado do aliado, Ricardo do Maneta.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:00

Dois caminhos para Assis...

por Holden, em 16.12.16

Passado a posse dos vereadores, suplentes, vice-prefeito e prefeito agora a bola da vez é a eleição da câmara além de muitas outras pautas para o novo executivo municipal. 

A eleição da câmara está entre as duas opções que restam ao prefeito Assis Ramos. Escolher entre ter um presidente aliado, eleito por um grupo de vereadores que formaram a sua base e naturalmente uma outra base com a faca na garganta durante os quatro anos, ou se vai optar por entregar a câmara e ainda permanecer com a faca na garganta. 

A segunda opção está em curso.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 01:55


A cidade de Balsas amanheceu com a noticia grave sobre uma operação mal sucedida ocorrida na noite de ontem (14) que culminou com a morte de uma mulher e deixando outra ferida.

As irmãs Karina Brito (da direita) e Kamila Brito (da esquerda) seguiam pelo Centro da cidade de Balsas, próximo ao local conhecido como Lagoa do Jardel, quando uma viatura descaracterizada, segundo testemunhas, teria pedido parada, mas as duas irmãs teriam ficado assustadas e começaram a fugir. Em perseguição a policia deferiu mais de 40 tiros no veículo Palio, de propriedade da vítima, culminando com a morte de Karina Brito.

Segundo testemunhas, a perseguição durou até a praça do Banco do Brasil, quando o veículo palio parou e Kamila, mesmo baleada, saiu correndo desesperada pedindo socorro. 

Segundo o site 'jornal de Balsas',  os policiais estavam investigando a presença de criminosos que teriam participado do assalto ao Banco do Brasil em Fortaleza dos Nogueiras e confundiram o carro delas com dos bandidos. 

A Karina Brito trabalhava em uma escola de idiomas e sua irmã Kamila trabalha em uma faculdade em Balsas. 









Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 14:15

Valéria comemora ampliação do Hospital e Maternidade Aderson Marinho em Porto Franco
A inauguração da nova ala do Hospital e Maternidade Aderson Marinho, em Porto Franco, na manhã do último sábado (10), foi prestigiada pela deputada estadual Valéria Macedo (PDT), que estava acompanhada do prefeito Aderson Marinho, o ex-prefeito Deoclides Macedo, secretários municipais e lideranças da região.
Foram entregues 37 novos leitos, aparelhos de raio - x, aparelhos para realizar exames modernos de endoscopia, lavanderia, entre outros equipamentos essenciais para o funcionamento da unidade. 
De acordo com o prefeito Aderson Marinho, a deputada Valéria Macedo foi de extrema importância para a entrega da ampliação e ressaltou que a deputada ajuda na manutenção e custeio do Hospital. “Valeria sempre empenha todos os esforços em São Luís, junto ao Governo do Estado para manter o Hospital funcionando e atendendo a população da região”, disse.
Hospital e Maternidade Aderson Marinho
Implantado em 1996, na primeira administração do prefeito Deoclides Macedo, funcionando inicialmente em um prédio alugado pela Prefeitura Municipal. Inicialmente recebeu o nome de Hospital e Maternidade Público Municipal de Porto Franco e teve Valéria Macedo como primeira Diretora Administrativa.
A sede própria foi construída, através do Projeto REFORSUS, com recursos do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento – BIRD, cujo projeto iniciado ainda em 1996, prosseguindo na administração Prefeito Erivaldo Marinho, e da Secretaria  Municipal de Saúde Valéria Macedo, sendo inaugurado no ano de 1999.
Inicialmente contava com 35 leitos, centro cirúrgico, pronto socorro, ambulatório, laboratório clínico, ultrassonografia e radiologia. Posteriormente foi implantada uma Agência Transfusional do Hemomar.
Em 2006, já na segunda administração do Prefeito Deoclides Macedo, e da Secretária Municipal de Saúde Valéria Macedo, o Hospital passou por ampla reforma e ampliação de alguns setores como: construção de Centro Obstétrico, ampliação do número de leitos, de 35 para 40, ampliação do laboratório, construção de uma brinquedoteca e ampliação do pronto socorro, além da aquisição de um mamógrafo e outros equipamentos. A partir de então, recebeu o nome de Hospital e Maternidade Aderson Marinho.
No início de 2013, já na administração do Prefeito Aderson Marinho, o Hospital passou por uma grande transformação. Através de recursos do fundo Nacional de Saúde foi construído um novo bloco de internação com mais 37 leitos, totalizando 77 leitos. 
Foi executada também a ampliação do setor de urgência e emergência e construção de uma nova recepção para os visitantes dos pacientes internados, através de recursos do Projeto Qualisus Rede do Ministério da Saúde, denominado de Projeto TOPAMA, por contemplar municípios dos Estados do Tocantins, Pará e Maranhão localizados nas divisas comuns dos referidos Estados.
No entanto, por questões políticas da época, a inserção no município de Porto Franco no Projeto só foi possível graças a uma intervenção da Deputada Valéria Macedo junto ao Governo do Estado do Maranhão.
Emenda Parlamentar
O Hospital recebeu também, recursos para aquisição de equipamentos, graças a uma Emenda Parlamentar do ex-deputado estadual Hélio Santos e outra da deputada estadual Valéria Macedo, totalizando R$ 1.600.000,00.
Com esses recursos foram adquiridos equipamentos como: um aparelho de endoscopia digestiva, colonoscopia e retossigmoidoscopa; um aparelho de ultrassonografia e ecocardiografia; um Sistema de Radiografia Computadorizada; Lavanderia composta de duas lavadoras/extratores, duas secadoras e um calandra; 60 camas adulto; 15 camas infantis; duas incubadoras; dois berço aquecidos; Foco cirúrgico; um cardioversor; aparelhos automáticos para o laboratório de análises clínicas; um Autoclave com capacidade para 350 litros; dois focos cirúrgicos; dois Bisturis elétricos; dois bombas de infusão; etc.
“É a unidade hospitalar de referência, credenciada como porta de entrada para, que além da população local, atende também os municípios de Campestre do Maranhão, Ribamar Fiquene, Lajeado Novo, São João do Paraíso, Estreito São Pedro dos Crentes. Conta com Pronto Socorro, ambulatório em diversas especialidades, Cirurgia Geral e Ginecológica, Laboratório de Análises Clínicas, diagnóstico em cardiologia, Mamografia, Radiologia, Ultrassonografia, Centro Cirúrgico, Centro Obstétrico e Setor de internação com 77 leitos”, finalizou Valéria Macedo. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 11:00

Líder do governo diz que o reajuste do ICMS é necessário em momento de crise

O deputado Estadual Rogério Cafeteira (PSB-MA) saiu em defesa do governo após repercussão negativa sobre o aumento de impostos sobre combustíveis, cigarros, telecomunicação e energia elétrica.

Segundo o parlamentar, a medida se fez necessária frente ao cenário de crise e o estado buscou minimizar os impactos e também não onerou o setor produtivo. Rogério justificou, ainda, dizendo que os municípios também serão beneficiados com repasses de recursos.

Rogério Cafeteira revela que o "pacote de maldades", como vem sendo batizado a alicota de natal para os maranhenses, devem mesmo atingir mesmo diretamente a população de média e baixa renda, quando destaca que o aumento não atingirá o comercio e no caso do óleo diesel, segundo ele, não terá aumento.
"O remédio é amargo, infelizmente, às vezes, mas tem que ser aplicado", explicou.

Para o Deputado Adriano Sarney (PV), os maiores atingidos pelo aumento são os consumidores residenciais de energia elétrica. Se a matéria for aprovada, a partir do final de janeiro do próximo ano, quem consumir até 500 quilowatts-hora por mês pagará não mais 12% de ICMS, mas 18%. E quem consumir acima de 500 quilowatts-hora/mês, a alíquota do imposto subirá de 25% para 27%. “Esse é o presente de Natal do governador comunista para o Maranhão: aumento de imposto”, declarou Adriano, que acrescentou ao projeto quatro emendas, no intuito de reverter a situação.

Outro deputado que se manifestou foi Max Barros (PMDB). Segundo ele, o momento não é o de aumentar impostos, por conta da crise que o país passa. “Agora, neste momento que o país passe por essa crise, o estado do Maranhão pouco tempo este ano ainda já aumentou imposto de ICMS para alguns itens, já houve aumento, este ano, por isso aumentou também a receita relativa a ICMS anual, agora neste momento de crise, aumentarmos o ICMS de energia e de combustível, é um absurdo!”, disse. 


SEGUNDO AUMENTO EM UM ANO.
No inicio do mês de outubro do ano passado (2015) uma matéria parecida foi enviada à Assembleia Legislativa e foi aprovada sem qualquer questionamento.

O projeto do Executivo elevou  de 17% para 18%, a alíquota de ICMS para o consumidor – em áreas de prestação de serviço como transporte, energia elétrica e importações de mercadorias ou bens do exterior, ironicamente, os mesmos produtos tarifados neste ano.

 O aumenta  da alíquota do Imposto de Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) para as operações de importação, exportação e transportes no Maranhão passou a valer em janeiro desse ano. Produtos como triciclos, quadriciclos, aviões e helicópteros para pessoas físicas, iate, moto aquárica, lancha; bebidas isotônicas, refrigerantes e energéticos; produtos de beleza e cosméticos importados; pesticidas, fungicidas, raticidas e outros agrotóxicos; álcool para fins não carburantes; e artigos e alimentos para animais de estimação tiveram um adicional na aliquota que passou de 14 para 25, além dos demais produtos, considerados pelo governo como "produtos de luxo".

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 01:27

Fux restabelece a ordem...

por Holden, em 15.12.16


Um projeto de iniciativa popular que contou com apoio do MinistérioPublico, os 10 mandamentos contra a corrupção, sofreu por parte do DeputadoEstadual maranhense, Weverton Rocha (PDT), uma alteração significativa. Paradefensores da pauta, o revés apoiado também por outros parlamentares, desfigurou o projetooriginal que trata da lei.

O Ministro Luis Fux acatou liminar do Deputado JairBolsonaro que volta o projeto à câmara, afim de que restabeleça a sua redaçãooriginal, já que a iniciativa foi popular.

O Supremo legisla, sistematicamente, em favor da população brasileira.Aja vista, que as pautas de interesse ou de forte comoção social, como umcontrole urgente sobre a corrupção, por exemplo, não sai do papel e se querpossui alguém interessado que aja punição severa pelos atos praticados quelesam os cofres públicos.


Fux!

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 01:11

Será diplomado na manhã de hoje (14), quarta-feira, às 9 horas, o prefeito eleito de Montes Altos, Ajuricaba Abreu e seu vice, Dr. Valberto e os vereadores eleitos e seus suplentes. 

O ato de diplomação ocorre no Fórum de Montes Altos e deve contar com uma grande representatividade da população montealtense, devido, principalmente, um grande anseio de mudança que favoreceu a coligação liderada por Ajuricaba. 

A cidade de Montes Altos vive um retrocesso político e econômico ao longo da gestão do atual prefeito, causando transtornos dos mais variados à população, como fechamento de unidades escolar e até o único hospital do Município, mesmo o prefeito sendo médico.

Ajuricaba recebe a prefeitura com dificuldades na transição e na abertura da situação real que se encontra o município, mesmo assim, o prefeito eleito tem motivações suficientes para resgatar a cidade de Montes Altos do retrocesso administrativo que vive atualmente. 


Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 05:00

Nardele/Campestre-MA

Não está definido, mas, já foi anunciado em Redes Sociais pelo prefeito reeleito de Campestre do Maranhão-MA Valmir Morais-PT, fusão de duas secretarias:Meio Ambiente e Juventude. 

Se confirmar a intenção do gestor que vai ser diplomado com o vice-prefeito eleito Josimar Oliveira-PTB na próxima quinta-feira (15), a pasta de Meio Ambiente será incorporada à Secretaria de Agricultura Indústria e Comércio e a de Juventude à de Cultura Desporto e Lazer. 

Na postagem feita na página pessoal do prefeito, Valmir Morais não disse quem ocupará as pastas. Atualmente Pablo Rodrigues de Lima ocupa a Juventude e Raimunda Freitas (até abril desse ano) Meio Ambiente. Na Agricultura Adilson Oliveira e na Cultura e Desporto Jasiel Oliveira.

Outra novidade já anunciada pelo prefeito e essa está definida será a pavimentação em bloquete da rua 21 de abril bairro Torre. Para essa obra a prefeitura vai investir recursos próprios e a participação popular em regime de mutirão, disse Valmir Morais na postagem que fez no início desta semana dia 11 domingo.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 02:01

Valéria participa de solenidade de implantação da Guarda Municipal de Porto Franco
Na tarde da última sexta-feira (10), a deputada estadual Valéria Macedo (PDT) participou da solenidade de apresentação da Guarda Municipal de Porto Franco. O evento aconteceu em frente ao prédio aonde vai funcionar a sede da repartição, que terá como missão a guarda do patrimônio público municipal. 
Ao todo foram formados 15 agentes, sendo 11 homens e 4 mulheres, preparados em parceria com o Governo do Estado, através do comandante do 12° Batalhão de Policia Militar do Estado do Maranhão, Major George Luna. 
Participaram do ato de posse dos agentes o prefeito Aderson Marinho Filho; o Secretário Municipal da Junta do Serviço Militar, Osmar Avelino da Conceição; o Comandante do 123 BPM de Estreito, Major George Luna o ex prefeito Deoclides Macedo.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 01:15





Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D