09 dezembro 2016

GARGALOS PARA A PRÓXIMA GESTÃO: Flanelinhas comandam estacionamentos e sustentam trafico de drogas no centro de Imperatriz.

Em termos gerais, qualquer gestão deve acampar suas ações para atender as demandas prioritárias, como saúde, educação e infraestrutura, mas sem exitar, deve partir para o enfrentamento de questões complexas que perduram ou perturbam a sociedade. Muitas vezes são problemas simples, mas que nenhum outro governo se preocupou em enfrentar.

usuários de drogas ocuparam todas as praças do centro
imagem da praça da Cultura.
Ao longo dos dias que antecede o inicio da gestão Assis Ramos, prefeito eleito para governar a cidade de Imperatriz, considerada a segunda cidade do Estado do Maranhão na maioria das avaliações, seja econômica ou social, vamos pautar alguns dos gargalos administrativos que insistem em desafiar a gestão municipal e em alguns casos, não existe se quer um planejamento que ensaie uma tentativa de resolver.

A cidade de Imperatriz ainda sofre com muitos problemas, como toda cidade grande, mas especialmente por falta de enfrentamento ou ausência de políticas publicas que fomentem, sem maquiagem, questões que envolvam a cultura, o lazer e principalmente, a reocupação pela sociedade dos espaços públicos. 

Briga por espaço entre flanelinhas deixa vitima fatal.
Para iniciar vamos citar o problema da ausência de regulação dos estacionamentos do Centro da Cidade e suas conseqüências econômicas e sociais. A falta de regulação através da zona Azul, várias vezes divulgada pela gestão de Transito do Município, gerou um exercito de zumbis alcoólatras e viciados em crack lutando por algumas moedas para aliviar a abstinência através de vigiar carros e controlar estacionamentos. Os estacionamentos agora são delimitados por flanelinhas que ditam como deve ocorrer esse grande mercado informal que alimenta o trafico de drogas, e consequentemente, alimenta a permanecia de homens e mulheres ocupando as praças, os bancos, transformando os cantos em banheiros públicos e as ruas em coliseu, onde são travadas lutas de chuchus, facas e pedaços de pau pelo espaço publico, os estacionamentos. Os limites territoriais estão delimitados e organizados pelos usuários de crack que ocupam o centro de Imperatriz.

Se não bastasse, a ausência de regulação trouxe a ocupação desordenada onde os próprios comerciantes e funcionários estacionam motos e carros em frente as lojas, e as empresas maiores, como o Paraíba, ainda conseguem dominar espaços exclusivos de carga e descarga, enquanto isso, os consumidores não conseguem realizar o obvio.

A regulamentação da área azul traria organização e segurança, restabelecimento do poder do Estado perante o mercado informal que sustenta o mercado de drogas e mantém os viciados ocupando as praças como se fosse um grade residencial ou uma cracolândia.

 A implantação da área azul é quase uma necessidade, é uma retomada de poder, é um restabelecimento da ordem.



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