22 março 2018

À unidade...


Nas contas dos analistas políticos em torno da eleição para o parlamento estadual e federal deste ano, não incluem praticamente nada de nomes da região tocantina, o que para a população dessa região nos próximos anos seria considerado um desastre. 

Não há como haver lutas por demandas de uma região que não possui representatividade. A batalha pelo voto nunca foi fácil, mas a dificuldade, portanto, se torna ainda mais cruel se o previsto vir à realidade.

A população ou o eleitorado da região tocantina precisa observar que não se trata de um discurso bairrista ou para os mais melindrosos; xenófobo. Votar em candidatos que aparecem neste momento e em boa parte apoiados por prefeitos, é votar no interesse do prefeito e não da população. A maioria dos acordos estão sendo cumpridos ou não atingem diretamente a população pelos próximos anos. A responsabilidade desses políticos, se eleito, naturalmente serão com suas bases e os votos de fora(o nosso) permanecerão como algo a ser conquistado, como sempre, e sem compromisso, pois este já foi pago. É por isso que candidatos que estão no mandato estão propícios a eleição, visto que os acordos estão à mesa.

O eleitorado precisa entender que os prognósticos não podem de forma nenhuma se repetir, afinal, houve um tempo onde a eleição de um deputado da região tocantina ou de Imperatriz foi algo extraordinário. E isso não pode voltar a ocorrer.

Uma região sem representatividade política é uma região que não inexiste.
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