21 maio 2019

Assis deve lançar CEASA e Panelodromo, mas pode terminar o governo sem inaugurar uma obra sua.

O prefeito de Imperatriz, Assis Ramos, vem tentando dá uma sacudida no governo, mesmo em completo desalento em razão de dezenas de erros e inexperiências administrativas ocorridas ao longo do mandato. 

Dois pontos, porém, foram decisivos para o alto índice de rejeição que se especulam nos bastidores, detectados em pesquisas internas. O primeiro na demora do atendimento das vítimas do alagamento ocorrido com mais intensidade no Pq. Alvorada 2 e região da Grande Cafeteira. Apesar da tentativa de atender as pressões, a prefeitura demorou a compreender a gravidade da questão e praticamente não houve qualquer ação de prevenção. A segunda fase e que ocorre logo em seguida, e talvez na mesma proporção da enchente, é o drama de pessoas que aguardam cirurgias no HMI, falta de medicamentos nos postos, o drama do Socorrinho que resultou na sobrecarga de atendimentos em locais inadequados, e nesse drama não existe explicações que arrefeçam o povo. 

Sobre as fraquezas e morosidade em entender as necessidades do povo, as ações do governo do Estado vem se sobressaindo e levam a população a meditar sobre o potencial de fazer a prefeitura ‘sair da moita’. Todas as vezes que o governo do estado anunciou uma ação, a prefeitura tentou agir ao mesmo tempo. Ocorreu dessa forma no alagamento e também na operação tapa-buracos no centro da cidade. Os bairro, porém, vivem um drama sem perspectivas de término. 

Assis agora vai tentar viabilizar pelo menos anúncios de obras, ja que dificilmente terminariam até outubro do próximo ano. Estão previstos o anuncio do Panelodromo e a CEASA (Centro de distribuição), ambos recursos do governo federal. Os dois projetos, após conclusão, seriam as únicas obras com alguma envergadura no governo Assis Ramos, que deve mesmo passar os 4 anos sem dizer a que veio.

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