06 julho 2020

Pesquisa Exata: Flávio Dino tem aprovação de 65% em São Luís e 69% em Imperatriz

Nova pesquisa Exata, publicada com exclusividade pelo Jornal Pequeno, mostra que, em meio à pandemia do coronavírus, o governo Flávio Dino tem aprovação expressiva em São Luís e em Imperatriz, as duas maiores cidades do Maranhão.

O levantamento mostra que, na capital, 65% aprovam a gestão. Outros 32% não aprovam. E 3% não souberam ou não quiseram responder. A mesma pergunta foi feita aos moradores do segundo maior município do estado. O resultado foi ainda mais positivo: 69% aprovam; 28% não aprovam; e 3% não sabem ou não quiseram responder.

A pesquisa foi feita em São Luís entre os dias 24 e 27 de junho, com 801 pessoas. Em Imperatriz, foram 600 entrevistados entre 28 e 29 de junho. A margem de erro é de 4%.

PANDEMIA

A boa avaliação se dá num momento em que o Maranhão e todo o Brasil enfrentam a crise do coronavírus. O Maranhão tem se destacado entre os índices mais positivos no que se refere ao combate à doença. Não se viram aqui, por exemplo, filas por leitos ou colapso no atendimento, diferentemente de outros estados.

Desde março, o Governo do Estado abriu mais de dez novos hospitais e multiplicou por oito os leitos reservadores para a doença. O resultado foi que, após o pico de ocupação em maio, começou a haver boa margem de leitos livres. Com isso, parte dos leitos já migrou para pacientes de outras doenças.

O Maranhão também está chegando à marca dos 200 mil testes, um dos melhores desempenhos do Brasil.

Outro dado relevante é que o Maranhão tem a menor taxa de contágio de todo o país: 0,8, de acordo com pesquisa da FGV e da PUC/Rio, duas das instituições que são referência nacional nesse tipo de estudo. Quando a taxa é menor do que 1, a tendência é de queda de novos casos.

Atualmente, há cerca de 65 mil pessoas recuperadas do coronavírus, mais do que o triplo dos 19 mil casos ativos (que ainda têm a doença). Todo esse cenário tem a ver com o índice de mortalidade da Covid-19 no Maranhão (2,5%), abaixo da média nacional (pouco mais de 4%). Do Jornal Pequeno

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