Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]




Parlamentar solicitou ainda a investigação dos fatos ocorridos na Praça Maria Aragão, quando petistas atacaram uma manifestação que ocorria de forma pacífica

Wellington propõe criação de Plano de Acompanhamento de Manifestações no MA

O deputado estadual Wellington do Curso (PPS) repudiou, nessa segunda-feira 7, a violência protagonizada por militantes do Partido dos Trabalhadores (PT), Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e Central Única dos Trabalhadores (CUT), em ato público realizado no último sábado na Praça Maria Aragão.
“Eu quero chamar atenção e garantir os poderes constituídos do nosso Estado, garantir o Estado Democrático de Direito, e, com base nesse princípio, estou solicitando ao governador Flávio Dino e ao secretário de Segurança Pública que possa fazer as investigações necessárias dos fatos acontecidos e possíveis crimes ocorridos na Praça Maria Aragão. E faço um questionamento: o Choque foi acionado? Não! Senhor Excelentíssimo governador Flávio Dino, secretário de Segurança Pública, poderia ter acontecido o pior no último sábado”, cobrou.

Ao fazer referência aos atos de vandalismo, o parlamentar propôs a criação de Plano de Acompanhamento de Manifestações. A solicitação foi embasada nas consequências negativas provocadas pelos vândalos, que resultaram em agentes públicos feridos, além de cidadãos lesionados.

Na visão do deputado Wellington, é possível sim que haja manifestações pacíficas, sendo essencial o acompanhamento por parte do Estado.

“O direito a livre manifestação de pensamento é uma garantia constitucional, sendo vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística. Vivemos em um Estado Democrático de Direito e é essencial que respeitemos as ideologias distintas, ainda que plenamente contrárias ao que pensamos. Cidadãos se reuniram para manifestar e defender um ideal deles, algo legítimo. No entanto, o que observamos foi a prática de atos de vandalismo e, sob dada perspectiva, de repressão, o que esteve demonstrado nas consequências negativas oriundas do simples manifestar em praça pública. Por não desejarmos que tais práticas negativas se repitam nas possíveis manifestações, solicitamos a implantação do Plano de Acompanhamento, não com o objetivo de reprimir ou manipular, mas de garantir o cumprimento daquilo que é direito constitucionalmente assegurado: a livre manifestação”, ressaltou o parlamentar.

(atual7)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:19





Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D