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Desconhecimento da história da cidade e do regimento interno da câmara enfraquecem a imagem do legislativo municipal.


Um dado estarrecedor ficou comprovado em meio ao impasseda concessão da honraria de cidadão imperatrizense ao empresário Damião Beníciodos Santos, através de sugestão feita pelo vereador João Silva (PRB) e aprovadapelos vereadores Pimentel, Raimundo Roma, Terezinha Soares, Pr. Eudes, Chiquinho da Diferro, Zé da Farmácia e Antônio José, o desconhecimento sobre o regimentointerno da câmara de vereadores e principalmente sobre os acontecimentos históricos da cidade, que foram simplesmente desprezados por uma parte dos vereadores.

segundo informa a maioria dos site das câmaras legislativas em todo o Brasil, “O Regimento Interno daCâmara Municipal, é simplesmente a lei que determina como deve ser conduzido asações dos parlamentares, e, é, também, a norma disciplinadora dos direitos edeveres dos parlamentares.” (...”Tramitação das proposições apresentadas pelosvereadores e organização das sessões e audiências”). 

No auge do impasse osparlamentares buscavam uma solução para a "bomba moral" construída por oito deles, que em um momento de amnesia legislativa votaram a favor da concessão dotítulo de cidadão imperatrizense ao empresárioque é suspeito e aguarda julgamento pelo crime que resultou na morte porassassinato do ex-prefeito de Imperatriz, Renato Cortez Moreira, ocorridoem 1993. O vereador Raimundo Roma tentou contornar informando que retiraria ovoto, esquecendo, portanto, que não há como executar tal procedimento, vistoque a sessão foi aprovada na comissão de constituição e justiça, presidida pelovereador Silva (também autor da honraria), e tendo, ainda, aberto e fechado asessão que aprovara a aberração moral. Outros vereadores se manifestaramafirmando haver a possibilidade do assessor jurídico da câmara emitir parecer queanularia a sessão, portanto, outra aberração, visto que a questão não seria jurídica,já que o postulante não foi julgado nem condenado, mas comprovadamente moral, pois o crime desencadeou vários acontecimentos e só se finalizou com umagrande revolução popular sempre relembrada todos os anos pelo jornalista Josué Moura (veja aqui, veja mais aqui),  e que nãodeveria em hipótese alguma ser desprezada pelos parlamentares, que lamentavelmente podem terincluído um novo e imoral capitulo na história da cidade.

Sem chances de anularqualquer ato até a próxima sessão, os parlamentares se limitaram à assistir asmanifestações da sociedade que repudiaram veementemente esse triste capítulo da história contemporânea da cidade. E agora, como desfazer?

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publicado às 21:02





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