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Infomoney –  A menos de cinco meses do primeiro turno, a corrida presidencial ainda é uma grande incógnita, inclusive existem dúvidas se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderá concorrer ao pleito mesmo sendo um “ficha suja”, tendo em vista sua condenação em segunda instância pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção no caso do triplex do Guarujá (SP). Se depender do ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Admar Gonzaga, os eleitores já podem esquecer essa possibilidade.

Em palestra na Abrig (Associação Brasileira da Atividade de Relações Institucionais e Governamentais) nesta terça-feira (22), Gonzaga colocou uma “pá de cal” na candidatura de Lula ao citar a jurisprudência do TSE sobre os registros de candidatura e o entendimento “claro” da Corte sobre a Lei da Ficha Limpa.

“O TSE é a primeira e única instância de registro das candidaturas presidenciais. Nem o STF está acima. E a resolução 23.458,

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publicado às 21:00

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 247 – O governador do Maranhão e um dos mais fiéis aliados do ex-presidente Lula da Silva, Flávio Dino defende que o seu partido, o PCdoB, e o PSOL e o PT abram mão de suas pré-candidaturas para apoiar Ciro Gomes (PDT) na eleição presidencial. Para ele, a multiplicidade de candidaturas ameaça a esquerda de uma derrota já no primeiro turno. “Está chegando o momento de admitir uma nova agenda. Se não oferecermos uma alternativa viável, você pode perder a capacidade de atrair outros setores do centro que se guiam também pela viabilidade”, disse Dino na sexta (4).

Para o governador, a união da esquerda hoje se daria em torno de Ciro, porque ele “é hoje e o melhor posicionado”. Lula está inabilitado e “o PT não tem nome capaz de unir nesse momento”, disse. Ciro Gomes tem oscilado entre 10% e 15% nas pesquisas de intenção de voto para presidente. Manuela D’Ávila (PC do B)

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publicado às 14:36

Por O Antagonista 

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Dos US$ 56,5 milhões de propina, identificados pela Operação Déjà vu, US$ 31 milhões foram destinados a operadores do PMDB.

Segundo o MPF, o pagamento desse valor se deu por meio da utilização de contas mantidas por operadores financeiros no exterior, que se encarregavam de disponibilizar os recursos no Brasil.

“Essa 51a fase da Operação Lava Jato revela um caso em que, infelizmente, houve o ciclo completo da corrupção. Mediante a promessa e o efetivo pagamento de mais de R$ 200 milhões de propina em favor de diversos agentes públicos, operadores financeiros e representantes de partidos políticos, a construtora Odebrecht foi ilicitamente beneficiada antes e durante a execução de um contrato de mais de R$ 3 bilhões com a Petrobras. Os prejuízos para os cofres públicos decorrentes dessas práticas criminosas ilustram bem os efeitos deletérios do capitalismo de cupinchas ou de compadrio”, afirma o procurador Roberson Pozzobon.

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publicado às 14:00

imagem divulgação retiradas da internet

O antagonista

Depois de Ciro Gomes dizer que a chance de uma aliança com o PT é “próxima a zero”, foi a vez do candidato ao governo de São Paulo, Luiz Marinho, negar a possibilidade de aliança com o candidato do PDT.

Questionado pela Folha se uma aliança com Ciro estaria descartada, Marinho disse:

“Cem por cento. Cem por cento.”

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publicado às 22:30

Lula lança um novo programa de governo

por Holden, em 06.02.10

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publicado às 18:02

Um peso duas medidas

por Holden, em 06.02.10

       
Na Venezuela, há quarenta cidadãos presos apenas por discordar de Hugo Chávez. Um deles é Raúl Baduel, ex-ministro da Defesa, que rompeu com Chávez por se opor aos planos do tirano de se perpetuar no poder. O Ministério das Relações Exteriores do Brasil nunca emitiu uma única nota de repúdio à prisão de Baduel. Desde que Lula assumiu a Presidência, há sete anos, o Itamaraty mantém silêncio a respeito das medidas autoritárias na Venezuela. Outros países recebem um tratamento diferente. A diplomacia brasileira, por exemplo, divulgou três notas criticando a repressão política em Mianmar, na Ásia, duas delas contra a prisão domiciliar da vencedora do Prêmio Nobel da Paz Aung San Suu Kyi. O que motivou a posição desigual nos casos de Baduel e da dissidente birmanesa e em outros temas externos? Se fosse para defender os interesses nacionais do Brasil, o correto seria manter-se fiel aos princípios que norteiam as relações exteriores desde a promulgação da Constituição de 1988 – entre os quais a defesa dos valores democráticos e dos direitos humanos. "Contudo, o que tem orientado a diplomacia brasileira nos últimos anos são as posições ideológicas do partido que está no poder", diz Rubens Barbosa, ex-embaixador do Brasil em Washington. "Com isso, o Itamaraty trocou uma política de estado por uma política partidária." A primeira interessava ao Brasil. A segunda, ao PT. A primeira obedece a princípios. A segunda, a bandeiras partidárias.
A política externa é atribuição do Poder Executivo e, como tal, está subordinada ao presidente da República. Em governos anteriores, as decisões nessa área levavam em conta o conhecimento técnico dos diplomatas de carreira, a tradição brasileira e os princípios universalmente consagrados da convivência pacífica entre os povos. Essa tradição foi rompida ao se delegar a política externa aos humores dos radicais esquerdistas. Para compreender o alcance do viés ideológico na definição da política externa brasileira, VEJA fez um levantamento de todas as notas oficiais divulgadas pelo Itamaraty desde 2003, o começo do governo Lula. No total, foram mais de 4 600 comunicados, muitos deles informes técnicos sobre viagens do presidente. A reportagem se fixou na análise de 296 dessas notas, justamente aquelas em que o Itamaraty dá a saber a posição oficial do Brasil a respeito de questões conflituosas ou polêmicas. São notas reveladoras.
As notas sobre o conflito no Oriente Médio são a manifestação clara de opção ideológica em detrimento dos interesses nacionais permanentes (veja o quadro ao lado). Ao Brasil, que almeja legitimamente aumentar seu protagonismo internacional, interessaria não o engajamento ao lado de um dos contendores, mas a mais notória neutralidade nas complexas disputas do Oriente Médio. O comprometimento do Itamaraty é ainda mais evidente nos temas latino-americanos. As notas defenderam manobras liberticidas dos governos esquerdistas da Bolívia, da Venezuela e de Cuba, mas condenaram a deposição do presidente hondurenho Manuel Zelaya. Como ficou claro no episódio, Zelaya decidiu rasgar a Constituição de seu país para, com o apoio de Hugo Chávez, dar um golpe. "O episódio de Honduras confirmou um fenômeno preocupante: as posições do Itamaraty e de Chávez na política regional coincidem quase sempre", diz José Botafogo Gonçalves, presidente do Centro Brasileiro de Relações Internacionais, no Rio de Janeiro.
O Executivo tem todo o direito de buscar suas preferências em política externa e – desde que isso tenha sido abertamente discutido na campanha eleitoral – fazer guinadas nos rumos da diplomacia. Os limites dessas manobras, porém, são dados pela tradição diplomática do país e pela persecução dos interesses nacionais permanentes – aqueles que são revertidos em benefício da maioria, e não da minoria no poder. Nos Estados Unidos, o presidente Barack Obama mudou o tom da diplomacia, mas não seus objetivos básicos: vencer a guerra ao terror e barrar a proliferação nuclear em países párias, para citar dois exemplos. No Brasil, a mudança de rumo foi desastrosa. É antiga, legítima e positiva para todos os brasileiros a reivindicação de um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas. A diplomacia petista está sempre reafirmando essa meta. Mas também não perde uma chance de arruinar qualquer possibilidade de isso vir a ocorrer. O alinhamento automático de Brasília com ditaduras da América Latina, Ásia e África é uma deferência aos radicais do PT, mas um desastre internacional de previsíveis, duradouras e trágicas consequências para as pretensões brasileiras.

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publicado às 14:17




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