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 247_    A pesquisa de intenção de voto CNT/MDA divulgada nesta segunda-feira, 14, que ponta o ex-presidente Lula com liderança folgada nas intenções de voto, mostrou, ao mesmo tempo, um aumento da rejeição ao pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin.

O percentual de entrevistados que declarou que não votaria “de jeito nenhum” no ex-governador de São Paulo passou de 50,7 por cento em março para 55,9 por cento em maio.

O fenômeno pode estar relacionado, segundo o presidente da CNT, às recentes denúncias envolvendo o PSDB, que pode ter prejudicado os índices do tucano

Dentre os entrevistados, 46,4 por cento declararam que não votariam em Ciro. No caso de Marina, a rejeição chega a 56,5 por cento. O presidente Michel Temer chega aos 87,8 por cento de rejeição como candidato.

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publicado às 23:00

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 Por Renan Melo/Poder360

O PSDB lançou na tarde desta 2ª feira (14.mai.2018) a pré-candidatura do senador Antonio Anastasia, 57 anos, ao governo de Minas Gerais para as eleições deste ano. A cerimônia não contou com a participação do também senador e ex-presidente tucano Aécio Neves (MG).

No lançamento, a candidatura de Anastasia já recebeu o apoio de 4 partidos: PSD, PPS, PTB e PSC. A expectativa é sobre uma possível aliança com o MDB, que rompeu com o governo petista no Estado e ainda não definiu que caminho tomará nas eleições.

O petista Fernando Pimentel comanda o governo mineiro desde 2015. Ele enfrenta 1 processo de impeachment que o deixa nas mãos de 1 emedebista, 0 presidente da Assembleia Legislativa do Estado, Adalclever Lopes (MDB),

“Quando fui candidato em 2010, ainda que na época o adversário fosse do MDB, centenas de prefeitos do partido me apoiaram. Claro que há abertura de diálogo com o MDB, assim como com outros partidos. Mas isso sem pressa e com respeito às posições”, disse Anastasia em coletiva de imprensa.

Anastasia tem sido pressionado para concorrer ao governo mineiro. Com o enfraquecimento político de Aécio Neves, o PSDB teme perder espaço em Minas Gerais. O Estado corresponde ao 2º maior colégio eleitoral do país, perdendo apenas para São Paulo.

Em 2014, Pimenta da Veiga representou o PSDB na eleição para o Executivo mineiro. Ele perdeu o pleito para Pimentel.

Em 2016, uma nova derrota do PSDB mineiro. Na disputa pela prefeitura de Belo Horizonte, o tucano João Leite foi derrotado por Alexandre Kalil (PHS).

Antonio Anastasia já foi governador de Minas Gerais. Ele esteve à frente do Executivo local de 2010 a 2014. O tucano foi vice-governador durante a gestão de Aécio Neves e foi eleito para o cargo nas eleições de 2010. Em 2014, Anastasia foi eleito senador.

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publicado às 21:48

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 O deputado federal José Guimarães (PT-CE) criticou o governo de Michel Temer, após um levantamento divulgado no G1 apontar que o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) celebrou 170.905 novos contratos de financiamento de cursos de graduação em universidades particulares brasileiras em 2017, sendo o número mais baixo em seis anos.

“Mas a propagando do governo não dizia que o programa seria ampliado? – Número de novos contratos do Fies em 2017 é o menor em seis anos”, escreveu o parlamentar em sua conta no Twitter.

Nos últimos oito anos, o Fies celebrou 2.419.748 contratos de financiamento, sendo 50,1% deles apenas nos anos de 2013 e 2014.

Brasil 247 

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publicado às 04:23

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 247 – O governador do Maranhão e um dos mais fiéis aliados do ex-presidente Lula da Silva, Flávio Dino defende que o seu partido, o PCdoB, e o PSOL e o PT abram mão de suas pré-candidaturas para apoiar Ciro Gomes (PDT) na eleição presidencial. Para ele, a multiplicidade de candidaturas ameaça a esquerda de uma derrota já no primeiro turno. “Está chegando o momento de admitir uma nova agenda. Se não oferecermos uma alternativa viável, você pode perder a capacidade de atrair outros setores do centro que se guiam também pela viabilidade”, disse Dino na sexta (4).

Para o governador, a união da esquerda hoje se daria em torno de Ciro, porque ele “é hoje e o melhor posicionado”. Lula está inabilitado e “o PT não tem nome capaz de unir nesse momento”, disse. Ciro Gomes tem oscilado entre 10% e 15% nas pesquisas de intenção de voto para presidente. Manuela D’Ávila (PC do B)

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publicado às 14:36

Por O Antagonista 

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Dos US$ 56,5 milhões de propina, identificados pela Operação Déjà vu, US$ 31 milhões foram destinados a operadores do PMDB.

Segundo o MPF, o pagamento desse valor se deu por meio da utilização de contas mantidas por operadores financeiros no exterior, que se encarregavam de disponibilizar os recursos no Brasil.

“Essa 51a fase da Operação Lava Jato revela um caso em que, infelizmente, houve o ciclo completo da corrupção. Mediante a promessa e o efetivo pagamento de mais de R$ 200 milhões de propina em favor de diversos agentes públicos, operadores financeiros e representantes de partidos políticos, a construtora Odebrecht foi ilicitamente beneficiada antes e durante a execução de um contrato de mais de R$ 3 bilhões com a Petrobras. Os prejuízos para os cofres públicos decorrentes dessas práticas criminosas ilustram bem os efeitos deletérios do capitalismo de cupinchas ou de compadrio”, afirma o procurador Roberson Pozzobon.

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publicado às 14:00

imagem divulgação retiradas da internet

O antagonista

Depois de Ciro Gomes dizer que a chance de uma aliança com o PT é “próxima a zero”, foi a vez do candidato ao governo de São Paulo, Luiz Marinho, negar a possibilidade de aliança com o candidato do PDT.

Questionado pela Folha se uma aliança com Ciro estaria descartada, Marinho disse:

“Cem por cento. Cem por cento.”

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publicado às 22:30

"O PT já nasceu corrompido"

por Holden, em 07.02.10

Em entrevista concedida ao Jornal de Brasília, Olavo de Carvalho comenta a derrocada intelectual e moral do Brasil nas últimas décadas, resgata fatos da história recente do país, e destaca aspectos do modus operandi do PT: Eles também apelam à violência. Veja as mortes dos prefeitos de Santo André e de Campinas.
Os escândalos que atingiram recentemente o DEM em Brasília e o PT na época do Mensalão são resultado de uma degradação da moral e da intelectualidade nacional que vem ocorrendo há duas décadas no País, analisa o filósofo Olavo de Carvalho. "Se o Brasil ficar assim mais cinco anos, ele não se levantará nunca mais". O filósofo concedeu esta entrevista exclusiva ao Jornal de Brasília por telefone, de Richmond, no estado da Virgínia, nos Estados Unidos, onde mora desde 2005. Na Academia, Olavo de Carvalho é considerado um crítico impiedoso das esquerdas brasileiras. Para ele, o Partido dos Trabalhadores enganou a sociedade.
"O prestigio do PT cresceu pelo discurso de combate à corrupção. Mas a máquina de corrupção do partido já estava sendo montada há muito tempo". Nessa avaliação, ele aponta que, no quadro partidário atual, o eleitor não tem opção, pois faltam candidatos que consigam ou sejam interessados em representar os anseios do povo brasileiro, que "é profundamente conservador, sobretudo no aspecto social".
Da mesma maneira, ele considera que há um monopólio de pensamento político no Brasil. "Isso não pode acontecer num país". Os desafetos de Olavo de Carvalho o classificam de direitista convicto ou até reacionário, rótulo que ele desdenha. "Qual é o problema de ser de direita? É proibido? Não tem sentido você proibir a direita e ao mesmo tempo falar em pluralismo democrático. Em todos os países, há esquerdas e direitas. Agora, com quem vou debater isso no Brasil? Com pessoas indignas, cuja obra intelectual é zero? Imagine se eu vou querer que essas pessoas me respeitem ou me reconheçam!"
Nos EUA, o filósofo ocupa o tempo com um curso de Filosofia a distância que tem adesão de vários alunos brasileiros. Ele também está preparando uma publicação sobre o pensador Mário Ferreira dos Santos.
* * *
O PT durante anos brandiu a causa da ética. Ao chegar ao poder foi desgastado pelo escândalo do mensalão. O DEM passou a levantar a mesma bandeira, mas foi tragado com o caso de Brasília. A defesa da ética tem alguma maldição?
Em primeiro lugar, o prestígio do PT cresceu pelo discurso de combate à corrupção, mas a máquina de corrupção do partido já estava sendo montada enquanto isso acontecia. Tanto que foi organizado um serviço de inteligência privado do PT, que ficou conhecido como PTPol. A coisa foi denunciada pelo governador Esperidião Amin (Santa Catarina), mas nada se investigou depois. Em 1993, quando houve aquela famosa CPI da Corrupção, a máquina já estava montada, já fazia três anos que o PT fundara o Foro de São Paulo, associando-se a organizações de traficantes e seqüestradores como as Farc (Força Armadas Revolucionárias da Colômbia) e o Mir chileno ao mesmo tempo em que, em público, pregava a moral e os bons costumes. Todo aquele combate aparentemente moralista era para encobrir o esquema. O PT foi o partido que mais enganou a população, pois ele já nasceu corrompido. Em segundo lugar, a decadência moral dos partidos acompanha a decadência geral do Brasil, que se aprofundou muito nos últimos 20 anos.
Para o senhor a desmoralização partidária é então resultado de um processo mais amplo?
A decadência não se dá apenas no aspecto moral, ela aconteceu intelectualmente. Nossos estudantes invariavelmente tiram os últimos lugares nos testes internacionais, abaixo de gente que vem de países muito mais pobres. Note que a produção de trabalhos científicos no Brasil aumentou bastante nos últimos anos. Mas as citações de pesquisas internacionalmente diminuíram muito, mostrando que a produção nacional tem cada vez menos valor para o progresso da ciência no mundo. A produção de trabalhos científicos tornou-se mera empulhação quantitativa para facilitar a caça às verbas. Compare o Brasil dos anos 50 a 70 com o atual. Tínhamos então uma infinidade de escritores e pensadores de nível mundial. Hoje, "intelectual" é o Jô Soares, é o Luís Fernando Veríssimo, é o Emir Sader. É comparar Atenas com a Baixada Fluminense. No campo moral, até se você usar como referência líderes de esquerda do passado como Carlos Marighella e Luiz Carlos Prestes, não há qualquer menção de que eles tivessem se envolvido com negociatas, com corrupção. Tanto que recentemente houve o episódio de a filha do Prestes negar-se a receber qualquer indenização do Estado, porque para ela isso mancharia a imagem do pai. Até os esquerdistas eram mais decentes naquele tempo. Agora, esse pessoal que está aí, descaradamente, assalta os cofres do Estado. Eles também apelam à violência. Veja as mortes dos prefeitos de Santo André e de Campinas.
Há luz no fim do túnel em outras legendas partidárias?
Os outros partidos são cúmplices. Hoje não se pode falar de esquerda e de direita, o que se tem é um sistema único. Destruíram o quadro partidário do Brasil.
O senhor defende que a polarização entre direita e esquerda ficou no passado?
O Brasil não tem uma direita há muito tempo. Nas últimas eleições presidenciais, os discursos de todos os candidatos eram semelhantes. O Partido Democratas foi inspirado na esquerda americana. Portanto, não pode ser considerado exemplo de partido conservador.
Como o senhor classifica o eleitor brasileiro? Desinformado e provinciano ou consciente, engajado, universalista?
O povo brasileiro é profundamente conservador. Sobretudo no aspecto social. É maciçamente contra o aborto, o feminismo radical, as quotas raciais, o gayzismo organizado. No entanto, não há político que fale em nome do povo: estão todos comprometidos com os lobbies bilionários que protegem esses movimentos.
Então a seu ver, falta hoje no quadro partidário quem traduza ou represente politicamente o pensamento da sociedade?
Não há candidato que defenda os valores em que o povo acredita. Aí fica esse vácuo. E a nossa suposta direita está mais interessada em comer dinheiro do governo. Se só há candidatos de esquerda, então o eleitor vai votar em quem? Durante as eleições, os candidatos camuflam o seu radicalismo, mas depois de eleitos, quando se sentem firmes no poder, tiram a máscara. Na eleição seguinte, o contingente de eleitores novos não sabe o que se passou e confia de novo em candidatos que já enganaram a geração anterior.
Por que os brasileiros votam em pessoas, em lugar de partidos?
O discurso dos partidos não é nítido. Numa eleição na Inglaterra, por exemplo, você tem uma direita e uma esquerda bem definidas. Você sabe quem é quem. Aqui nos Estados Unidos ninguém ignora que a Hillary Clinton é de esquerda, que o Glenn Beck é de direita, tal como todo mundo sabia que Ronald Reagan era de direita e Jimmy Carter era de esquerda. Apesar disso, nas últimas eleições, os americanos parecem que copiaram o Brasil: a postura dos democratas e dos republicanos foi igual, os candidatos ficaram jogando confete um no outro.
Há algum otimismo de sua parte quanto ao futuro do quadro político brasileiro, o senhor acredita em melhoras?
Poder melhorar sempre pode. Mas depende da ação humana. O nível de coragem política diminuiu assustadoramente no Brasil. As novas gerações são muito covardes. Se o Brasil ficar assim mais cinco anos, ele não se levantará mais. Veja o caso do filme que foi lançado sobre a biografia do Lula. Se aqui o governo financiasse um filme sobre a vida do Obama, isso daria em impeachment. No Brasil, a realização do filme do Lula não gerou nenhum protesto organizado. A reação está vindo do povo, que não vai ver o filme no cinema.
No seu modo de ver, como se dará à disputa entre a ministra Dilma Rousseff (PT) e o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), nessas eleições presidenciais?
Os dois candidatos vão promover um campeonato de esquerdismo. Como o Serra tem alguns aliados conservadores, talvez ele venha com um discurso mais moderado, e sua eleição dê uma folga para que a direita possa se reconstruir, se ainda houver nela alguém interessado mais nisso do que em bajular a esquerda e participar do banquete de verbas públicas.
Para o senhor a ausência de discursos e de programas de direita empobrece a política brasileira?
O que o Brasil tem é um unipartidarismo disfarçado. Fui contra a exclusão da esquerda, durante o regime militar, como hoje sou contra a exclusão da direita. A normalidade do sistema deve estar acima das preferências partidárias, mas a esquerda se colocou acima do sistema, engoliu o Estado e o transformou em instrumento do partido. Note que nem mesmo os militares fizeram isso: no Parlamento, na mídia e nas cátedras universitárias havia mais esquerdistas naquele tempo do que direitistas hoje. Os milicos foram autoritários, mas não totalitários. Hoje estamos caminhando para o totalitarismo perfeito e indolor.

MSM

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publicado às 17:01

Lula lança um novo programa de governo

por Holden, em 06.02.10

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publicado às 18:02




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