23 julho 2013

Consumidor pode desistir da compra se entrega do imóvel atrasar

Com o mercado imobiliário brasileiro aquecido, aumenta a demanda de compra de imóveis e isso pode fazer com que as construtoras não consigam entregar a casa ou apartamento dentro do prazo estipulado no contrato. I

Mas isso não pode gerar só a frustração de planos e expectativas para a pessoa que quer sair do aluguel, da casa dos pais ou está com a data do casamento marcado próximo à entrega das chaves.
O atraso na entrega das chaves implica em ações judiciais contra as construtoras e incorporadoras, o comprador tem direito a indenização pelos danos materiais, baseados nos prejuízos financeiros por ele experimentados. O PROCON-SP dá dez dias para a construtora responder ao comprador, após esse período se não obter resposta da empresa, o mais correto é procurar apoio jurídico especializado.

Todo contrato de compra e venda de um imóvel prevê uma série de multas e aplicação de juros caso o adquirente venha atrasar alguma das parcelas, mas o que eles não prevêem é uma penalidade à construtora e incorporadora, caso o a obra não seja entregue no prazo. Nesse caso pode-se pedir na justiça a mesma multa que o consumidor pagaria caso ele atrasasse o pagamento de alguma das parcelas.

O Código de Defesa do Consumidor também permite que o comprador desista da compra do imóvel, e receba todo dinheiro já pago de volta. Segundo o Dr. André Vinícius Hernades Coppini, especialista em Direito Empresarial e Direito do Consumidor do escritório Pedro Miguel Advogados Associados, os valores deverão ser pagos à vista e não de forma parcelada, como procedem algumas construtoras. “Caso o consumidor queira desistir da compra devido ao atraso injustificado na obra, poderá pedir a devolução das parcelas pagas, corrigidas monetariamente e acrescidas de juros moratórios”, finaliza o advogado.


Informações: consumidor moderno online

22 julho 2013

IMPERATRIZ: JUSTIÇA FEDERAL CONDENA 25 GALÁTICOS

Todos foram presos em 2006, em Imperatriz, na 'Operação Galáticos'.
Segundo a Polícia Federal, empresas também estavam envolvidas.


Mega operação da PF
A 1ª Vara Federal de Imperatriz condenou 25 pessoas nas ações penais que apuraram os crimes da chamada 'Operação Galáticos' (furtos praticados pela internet), realizada pela Polícia Federal em 2006. As penas variam de dois a 10 anos de prisão, em regime aberto, semiaberto ou fechado, dependendo do crime em que cada um dos réus foi enquadrado, que são furto qualificado continuado, formação de quadrilha e posse ilegal de arma.
Arley Barbosa Gonzaga, na época apontado pelo Ministério Público, como um dos líderes do grupo, foi condenado a 10 anos, seis meses e 15 dias de reclusão em regime inicial fechado, além de multa.
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Operação
No dia 23 de agosto de 2006, uma megaoperação da Polícia Federal, em Imperatriz, resultou na prisão de mais de 50 pessoas, suspeitas de integrar uma quadrilha que utilizava programas do tipo espião para capturar senhas bancárias de correntistas de vários bancos, principalmente da Caixa Econômica Federal. De posse dos dados bancários, os criminosos transferiam valores para contas de 'laranjas', realizavam compras pela internet, recargas de celulares pré-pagos e pagamentos de boletos bancários.
 Algumas empresas de Imperatriz também estavam envolvidas no esquema criminoso, recebendo parte dos valores desviados através da emissão de boletos bancários fraudulentos do sistema de pagamento on line.

A operação foi batizada de Galáticos porque era assim que os criminosos se autodenominavam em comparação com os jogadores de futebol do milionário Real Madri, da Espanha, e faziam questão de ostentar bens adquiridos com o produto do roubo, especialmente carros de luxo.
De acordo com informações da Polícia Federal, as investigações começaram no final de 2004. A operação galáticos envolveu cerca de 400 policiais de vários estados, soldados do exército e aviões da FAB. Havia 70 mandados de prisão a serem cumpridos.
G1.COM

Silêncio!!!

Dois pontos extremos separam hoje o caso Iron, o jovem animador de eventos e professor, que foi morto a tiros na porta de sua residência quando retornava da festa pecuária na cidade de Imperatriz.

A sociedade; que naturalmente espera ansiosa pela elucidação do crime e a volta do sentimento de segurança, e a policia; que se envolve num estranho silêncio sob o sigilo do segredo de justiça e uma série de comentários e versões, que hora sai do sistema de segurança, outra hora sai das ruas em sua corriqueira e experiente forma de aumentar boatos.

 Na semana passada o secretário de Segurança do Estado, Aluísio Mendes, esteve na cidade, onde acabou gerando mais uma grande expectativa em torno da noticia do fim do inquérito e possível elucidação do crime. Enfático, como em outros casos, até mesmo nos que até hoje não foram esclarecidos, como o caso de um segurança morto a tiros no centro da cidade, o secretário informou que o inquérito estaria sendo finalizado, e disse: "Os mandantes como as motivações do crime "causaria grande surpresa a todos."

A surpresa no comentário do secretário não serviu mais de que, para, simplesmente aumentar a onda de boatos que envolvem a morte do professor, onde dois extremos, mais uma vez volta a incomodar a opinião publica: O de imaginar até onde a motivação da morte pode imperar o desejo de manifestação de justiça, onde a motivação do crime seria banal e tosca, o outro, seria onde a motivação, como se comenta nos bastidores, seria por revolta de uma pessoa por conta de uma atitude criminosa do professor.  - Verdade ou não, essas são as especulações que saem das ruas, claro, tudo causado pelo primeiro extremo; “O silêncio da policia”.

Mas até onde o sentimento que nos motiva a matar ou mandar matar, pode ser justificável perante a sociedade? Se é que exista. Pela lei natural, onde Deus seria o ser supremo, portanto, quem daria a vida e quem teria o poder de tirá-la, não existe motivação para um ser humano tirar a vida do outro. Em certos tempos da história humana casos contra a vida também poderia ser pago da mesma forma, com a própria vida, mas em nenhum caso vemos um tipo de sacrifício que não seja imposta pela lei, onde a justiça e o Estado são executores, como em países onde a pena de morte é instituída, sendo assim, qualquer tipo de execução que possa tirar a vida, que não seja feita pelo estado, é assassinato.

Seguindo o raciocínio das ruas, resta saber como a sociedade se manifestará após a elucidação do crime, claro, mais uma vez entre dois extremos; “O sentimento de justiça e por sua vez, o de segurança” - sintoma natural após o cumprimento do dever do Estado -  ou o silencio; “Que hoje predomina na policia que investiga o caso, mas, dependendo do resultado final da investigação e as motivações do crime, poderão ser a resposta da sociedade.  


21 julho 2013

Saída de Serra do PSDB é tida como certa. PPS deve ser o caminho...

A saída de José Serra do PSDB é tida no partido como inevitável. Não que ele tenha comunicado a alguém essa decisão, mas a conclusão parte de um raciocínio lógico: sem espaço no partido para ser candidato à Presidência da República, Serra não teria nada a ganhar ficando nem nada a perder saindo.
Nessa altura da vida não seria candidato a deputado federal para ajudar o PSDB a aumentar a bancada na Câmara, conforme uma das hipóteses correntes, e passar quatro anos sendo mais um dentro de um Parlamento desqualificado. Este mesmo critério vale para a possibilidade de se candidatar a senador.
A candidatura presidencial de Aécio Neves está consolidada, salvo algum tipo de imprevisto muito improvável de acontecer até o início de outubro, data-limite para troca de partido. Ao governo de São Paulo, o espaço está ocupado por Geraldo Alckmin, que tentará a reeleição.
Diante desse cenário, concluem políticos próximos a José Serra, a filiação ao PPS seria a opção. Não havendo remédio, os tucanos analisam que a saída não pode ser vista como uma "tragédia".
Embora uma possível candidatura presidencial de Serra represente um risco. Se de um lado ajuda a levar a eleição para o segundo turno, de outro divide o eleitorado tucano e poder deixar tanto Serra quanto Aécio fora da disputa final.
Por Dora Kramer

Para evitar aposentadoria e presidir corte, Ministro maranhense do TCU muda data de nascimento

Raimundo Carreiro, que foi secretário-geral do Senado, apresentou registro de 1946 para conseguir o salário integral de aposentado pela Casa; mas, após chegar ao tribunal, foi à Justiça provar que nasceu em 1948, evitando a saída compulsória em 2016


Nomeado há seis anos para o Tribunal de Contas da União (TCU), o ministro Raimundo Carreiro envelheceu, sem truque de beleza ou matemática, só quatro de lá para cá. Depois de assumir o cargo, conseguiu na Justiça mudar sua data de nascimento de setembro de 1946 para setembro de 1948 e, assim, esticar em dois anos a permanência na corte, tida como o "céu" de políticos e servidores públicos em fim de carreira.
Indicação contou com a ajuda de Sarney
A manobra adia a aposentadoria do ministro, obrigatória aos 70 de idade, e lhe assegura a posse na presidência do tribunal no biênio 2017-2018, escanteando colegas de plenário.
O comando do TCU é definido anualmente numa eleição pró-forma, que ratifica acordo de cavalheiros previamente costurado. O presidente exerce mandato de um ano, renovado sempre por mais um. Pela tradição, o escolhido é sempre o ministro mais antigo de casa que ainda não exerceu a função. O próximo da fila é Aroldo Cedraz, que tomou posse em janeiro de 2007, dois meses antes de Carreiro, e sucederá a Augusto Nardes no período 2015-2016. Em seguida, será a vez de Carreiro, que, com nova certidão de nascimento, tirou a cadeira de José Múcio Monteiro. "Pode ser consequência (assumir a presidência), mas não que o objetivo seja esse", diz Carreiro.
A decisão que o "rejuvenesceu" foi obtida na Comarca de São Raimundo das Mangabeiras, município do interior do Maranhão em que cresceu, foi vereador e se tornou influente. Para remoçar dois anos, Carreiro mostrou à Justiça certidão de batismo da Igreja de São Domingos do Azeitão, lugarejo vizinho a Benedito Leite, onde veio ao mundo. Preenchido à mão e de difícil leitura, o documento registra o nascimento de "Raimundo", filho de Salustiano e Maria, em 6 de setembro de 1948, e não nos mesmos dia e mês de 1946, como no registro civil original do cartório.
Antes de migrar para o TCU, em março de 2007, Carreiro se aposentou no Legislativo usando a idade antiga, ou seja, aos 60 anos contados de 1946, e salário integral. Deixou a Secretaria-Geral da Mesa do Senado para ser empossado no TCU. A remuneração bruta alcança hoje R$ 44 mil, mas, segundo o Senado, não é paga por causa dos proventos do TCU, não acumuláveis.
Em 2008, já aposentado, Carreiro recorreu à Justiça para "corrigir" a confusão. Desta vez, lhe interessava comprovar a data de nascimento de 1948.
A sentença da Justiça maranhense saiu em março de 2009. Antes de concordar com a troca do registro, o Ministério Público rejeitou duas vezes os documentos juntados por Carreiro. Foi preciso o ministro viajar para São Raimundo e levar à audiência o padre de São Domingos, com livro de batismo e tudo. "Sabe quantos dias ele ficou para dar esse parecer? Contei: 43", recorda Carreiro, reclamando do promotor Cássius Guimarães Chai: "Ele é muito conhecido lá, porque é muito ‘cri-cri’", acrescentou o ministro.
Reforçaram o conjunto probatório os depoimentos da mãe biológica, Maria Pinheiro da Silva, que corroborou a data, e os de dois conhecidos da época de menino. Questionado se o registro de batismo é 100% certo, o padre atual, José Edivânio de Lira, explica: "Aqui é comum dar os dados de cabeça. É um pouco mais preciso, apesar da dúvida".
Origem do problema. Embora nascido nos anos 1940, Carreiro só foi registrado em cartório em junho de 1965, em São Raimundo, o que era comum no passado. Na versão dele, foi por pressão dos políticos da época, interessados em qualificá-lo para votar, que o cartório marcou 18 anos de idade, e não 16. Com a fraude, sustenta, a irmã Floracy passou a ser, no papel, apenas três meses mais velha, ou seja, sem o intervalo de uma gestação. "Ficou por isso mesmo", diz Carreiro. Na ação, ele argumentou que, embora transcorrido tanto tempo, era alvo de chacota dos familiares e, nas consultas médicas, obrigado sempre a reiterar a idade "de fato".
No TCU, a notícia da retificação provocou críticas. "O poder rejuvenesce", ironizou fonte graduada do tribunal. Além de administrar a estrutura da corte, com um orçamento anual de R$ 1,5 bilhão, o presidente não relata e julga processos, cumprindo, a seu critério, agenda recheada de negociações políticas e viagens internacionais.
Estadão

Depois de 22 anos, Festival Aberto volta com nova versão

“Zé Geraldo, Raimundo Sodré, Diana Pequeno, Morais Moreira, Gilberto Gil, Quinteto Violado, entre outros cantores da MPB, um espetáculo que o Brasil ficou conhecendo”, comenta o apresentador de TV Ernando Farias Timóteo, criador do Festival Aberto, que teve primeira edição realizada no ano de 1986, no extinto balneário Estância do Recreio. Os nomes citados por ele foram as atrações principais do festival realizado 22 anos atrás.
“O Faber foi criado por Henrique Guimarães, Faber. Criei o festival e pedi para que ele criasse a sigla. Ele criou Festival Aberto Balneário Estância do Recreio, nós éramos diretores de lá. Ficou Festival Aberto”, lembra Timóteo. Pratas da casa na época, como Carlinhos Veloz, Eramos Dibell, Neném Bragança e Zeca Tocantins, foram cantores que aproveitavam o momento inédito da história de Imperatriz para mostrarem talentos.


Participantes do Paraguai, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Belém e Goiânia também marcaram presença, mas o primeiro lugar ficou com o cantor Eramos Dibell. A última edição realizada, segundo Timóteo, foi no ano de 1991. “Todo esse período sem o festival foi um grande prejuízo para a cidade. Foi a partir do nosso festival que criaram festivais em outras cidades, que ainda hoje existem”, declara o organizador.

A nova cara do festival é voltada para a música gospel. “Em Imperatriz temos mais de mil cantores gospel. São cantores de uma igreja que não conhecem cantores da outra igreja. Então, este é um trabalho para reunir, para todos participarem. Vão sair de dentro da igreja para cantar pra quem não é da igreja”, explica o criador da atual versão.

O processo de triagem escolheu 24 músicas dentre as 75 inscritas. Serão duas eliminatórias com 12 apresentações cada, de onde sairão seis de cada noite (a primeira foi ontem), para disputar a grande final no domingo, dia 21. Serão premiados 1º, 2º e 3. Todas as 12 finalistas estarão no DVD do 1º Festival Aberto de Músicas Gospel, que será gravado durante as apresentações.

Além de pratas da casa, o público vai prestigiar o talento de músicos de cidades maranhenses como Açailândia, Santa Inês e João Lisboa. Um cantor do estado da Paraíba e outro da cidade de Florianópolis-SC desistiram do festival por não terem como bancar despesas da viagem, segundo a organização. O evento acontece no Centro de Convenções de Imperatriz.

Hemerson Pinto

20 julho 2013

SINDICATO DOS JORNALISTAS NOTICIA ESQUEMA DE CORRUPÇÃO NO JUDICIÁRIO DE IMPERATRIZ

O Sindicato dos Jornalistas de Imperatriz (SINDIJORI) vai, nesta segunda-feira, 22 de julho de 2013, noticiar a Corregedoria do Tribunal de Justiça Maranhão e a Associação dos Magistrados do Maranhão, o eventual esquema de corrupção que estaria envolto o Judiciário na Comarca de Imperatriz, conforme denúncia do radialista Justino Filho, veiculada nos dias 18 e 19 de julho de 2013, com entusiasmo, pela TV Capital, no “programa” “Imperatriz 24 horas”, ancorado pelo apresentador e empresário do ramo das comunicações, Conor Pires de Faria.
Justino denuncia esquema no judiciário
No documento confeccionado pelo Sindicato dos Jornalistas de Imperatriz contém a juntada de mídia em DVD, com gravação do referido programa televiso, em que Justino Filho afirma ter provas que juízes de Imperatriz, com exceção da Dra. Ana Lucrécia, foram comprados pela Prefeitura.
O famoso radialista vai mais longe, desafiando as autoridades do Judiciário Maranhense, as quais, segundo ele, sabem tudo (da corrupção) e, mesmo assim, nada fazem para combatê-la.
CREDIBILIDADE

Não há dúvida que a denúncia promovida por Justino Filho encontra-se eivada de pouquíssima credibilidade, a julgar pela postura e comportamento do próprio autor, pessoa de baixa reputação, às voltas com esquemas de desvio de dinheiro da Saúde, propina, chantagem eleitoral e até roubo de uma motocicleta no Estado do Tocantins.
Todavia, a Corregedoria de Justiça do TJ e a Associação dos Magistrados do Maranhão devem se pronunciar, sob pena de essa grave falácia transformar-se em verdade ainda que a premissa seja, sabidamente, falsa.

19 julho 2013

Crânio gigante de dragão é colocado em praia para promover "Game of Thrones"

Folha.com

A terceira temporada da série "Game Of Thrones" ganhou uma divulgação inusitada na Europa. O crânio gigante de um dragão foi colocado na praia de Charmouth, no Reino Unido, para chamar a atenção do público.DE SÃO PAULO
"Game Of Thrones" ganha ação publicitária inusitada
A praia em questão não foi escolhida aleatoriamente. Ela é conhecida por abrigar fósseis de dinossauros.
A produção do esqueleto foi feita por três escultores, levou mais de dois meses para ficar pronta e foi instalada durante a noite.
A peça tem 12 metros de comprimento e foi inspirada em uma cena em que Arya Stark (Maisie Williams) encontra um esqueleto de dragão nas masmorras de King's Landing.
Daniel Lewis/Divulgação/Blinkbox

El Cuba: Dilma institui campo de concentração para médicos.

Vocês sabiam que o "Mais Médicos" de Dilma exige que o médico fique ao menos seis meses no seu posto, proibindo que este peça demissão como qualquer trabalhador do país? Isto é cárcere privado!  Sabem qual é a pena  imposta por Dilma e pelo PT? Que o trabalhador médico devolva todos os salários recebidos! Nem em Cuba existe uma exigência tão, tão, por favor, achem vocês o adjetivo para tamanho crime. É ou não é um campo de concentração petista?

Coturno Noturno

Governo tem dez dias para informar supremo sobre o programa "mais médicos"

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, deu um prazo de dez dias para que a presidente Dilma Rousseff preste informações sobre o programa Mais Médicos, criado por meio de medida provisória com o objetivo de resolver o problema de carência de profissionais da saúde no interior do País. O assunto ainda deverá ser discutido no Congresso.
 
As informações da presidente deverão servir de base para o julgamento de uma ação protocolada na terça feira no STF pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Nela o parlamentar questiona partes da MP e levanta uma série de supostas irregularidades.
 
Bolsonaro critica, por exemplo, a possibilidade de não exigência da revalidação do diploma para que um estrangeiro exerça a Medicina no Brasil. Ele contestou o fato de o projeto ter tratado apenas do trabalho dos médicos, desconsiderando que o atendimento a pacientes envolve profissionais de outras áreas. Além disso, o parlamentar afirmou que um programa complexo como esse deveria ter sido amplamente debatido com os profissionais da área antes de ser apresentado.
 
Curso de Medicina. O parlamentar contestou ainda outro ponto polêmico do plano lançado há dez dias pela presidente: a alteração para 8 anos do curso de Medicina, incluindo 2 anos de serviço obrigatório no Sistema Único de Saúde (SUS). As novas regras para a formação de médicos começarão a vigorar em 2015. De acordo com ele, havia tempo para que o Congresso discutisse um projeto de lei sobre o assunto e, portanto, não era necessária a edição de uma medida provisória pela presidente.
 
Na ação, Bolsonaro pede também que seja concedida uma li minar para suspender os efeitos da medida provisória de Dilma. O pedido deverá ser analisado pelo ministro Marco Aurélio Mello, que foi sorteado como relator. Como o Supremo está em recesso, um despacho sobre o assunto só deve sair em agosto.
(Estadão)

Advogado do Diabo: Juíza ganha apoio do paladino da ética

Considerado como um dos mais respeitáveis cidadãos de Imperatriz, conhecido pela honestidade e pela conduta retilínea com a qual trata os primados da família e da boa convivência social, o jornalista Justino Filho, ancorado pelo igualmente respeitável Conor Farias, rasgou elogios a juíza de direito Ana Lucrécia ao tempo em que sustentava que os demais juízes de Imperatriz eram desonestos, comprados pela Prefeitura.
Do alto de sua inquestionável credibilidade, o probo cidadão JF, como gosta de ser chamado, afirmou que há um esquema de corrupção no Judiciário, na Comarca de Imperatriz e que, na sua inidônea avaliação, apenas a juíza Ana Lucrécia é confiável e honesta.

18 julho 2013

Prefeitura de Buritirana realiza IV Conferência da Assistência Social

A Prefeitura de Buritirana através da Secretaria de Assistência Social, realizou no último dia 12, a IV Conferência Municipal da Assistência Social. Com o tema “Gestão e Financiamento para a Efetivação do Sistema Único de Assistência Social” (SUAS), o evento foi realizado no salão paroquial da Igreja Católica no centro da cidade.
Participaram da solenidade, vereadores, secretários, o prefeito Vagtonio Brandão e a secretária de Assistência Social  de Amarante, Terezinha Machado, além da representante do Conselho Estadual da Assistência Social, Socorro Muniz.

De acordo com o prefeito Vagtonio, o objetivo da Conferência Municipal é analisar, propor e deliberar, com base na avaliação local, as diretrizes para gestão e financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).  “A finalidade é avaliar a situação atual da assistência social e atuação local do SUAS, além de analisar tanto os avanços e conquistas, como os desafios e dificuldades enfrentados”, destacou.
(Assessoria)

Primeiro casamento gay do Maranhão é de São Luis, e Imperatriz, quando vai sair do armário?

É estranho o movimento onde uma maioria gaysista que se manifestava a favor do casamento gay, e até agora, em Imperatriz, não vemos essa grande vontade manifestada na justiça, com o casamento civil, autorizados pelo CNJ.

Dentre todos os estudos no qual se tenta afirmar a tese sobre a formação social ou das entidades, vemos a vontade da maioria sempre prevalecer. No Brasil criaram a vontade da minoria, onde o desejo dela sobre sai perante a maioria, então, vemos tendências, militâncias, e até apologias, que defendem tais abominações, como tratou Angels, em seu livro “A Origem da família, da propriedade privada e do Estado” (1884), onde ele disse não existir nenhuma civilização onde se juntaria duas pessoas do mesmo sexo, e denominou de “abominação”, portanto, não me venham apelidar de extremista da direita, pois me baseio nos estudiosos da antropologia humana, como também, não devendo pois, me colocar como radical, pois o mesmo radicalismo é incremento de Max.  - Mas nada contra!  Cada um dar o que tem. Neste ramo aí, por exemplo, não tenho nada pra dar. São apenas restrições quanto as imposições de uma minoria.

Pois bem, visto que o sonho da maioria tida como conservadora (até certo ponto, claro) não impõe o seu desejo geral, pois como vemos na atualidade, a minoria passou a ditar sobre a maioria, portanto, passou a ser a vontade geral, vejo que pelo menos em Imperatriz, nenhum troglodita, junto com outro troglodita, ainda não teve coragem de sair do armário e colocar seu nome no cartório, para servir-se dos direitos jurídicos como todo casal.

Ficamos a espreita. Pois toda via, será uma grande manchete da minoria, estampar o primeiro casamento gay em Imperatriz, assim como a cinquentagenaria Daniela Mercury, que somente depois de ver sua carreira em baixa, viu a oportunidade se transformar em oportunismos,  em meio ao debate do casamento gay, e resgatar sua carreira de artista anunciando seu desejo de casar com sua namorada.

Em meio esse infinito debate, e a corajosa exposição dos nossos irmãos ludovicenses, ainda aguardo pra ver quem será o primeiro corajoso a sair do armário em Imperatriz...

jornalista esqueceu de escrever a categoria da matéria



Carlos Hermes, em outro planeta...

Lendo um texto publicado no blog do vereador comunista e ex-petista, Carlos Hermes, lembrei do tempo em que o governo do PT, partido no qual ele fez parte, governava Imperatriz, e que ainda governa este país, e lembrei, sem mais delongas, do próprio PC do B, partido que comanda o atual ministério dos Esporte, no qual foi alvo de uma série de denuncias de corrupção que acabaram por derrubar o então ministro Orlando Silva. Mas também lembrei, das palavras diferidas pela Dilma, e do artigo no jornal New York Times, ditado pelo seu símbolo maior do socialismo/capitalista (se é que isso existe), o próprio Lula, ambos, fingindo que não são governistas, que não governam o Brasil a mais de uma década e que toda deficiência nos pilares principais de um governo; saúde, educação e transporte, até chegar a inercia politica em que o Estado se encontra, não seria culpa deles.

Governistas continuam fingindo que a revolta não é com eles...
Incitavelmente, a particularidade no que eles falam quando tratam a roubalheira que existe na política e os desmandos na área da saúde e da própria educação, que no Maranhão, - sem olhar para o próprio nariz - , os militantes do governo (PT e Cia) que desenterraram o Sarney, ainda colocam a culpa em Roseana, como se no Brasil existisse algo diferente.

É estranho tentar conseguir entender o óbvio, e como Lula e Dilma, que culpa os políticos pelas revoltas do povo expressadas na rua, Carlos Hermes também os culpa. Assim como seus algozes, fingem que não são políticos e nem governo e discussão em meio a militância ou fanáticos (como é o caso de Imperatriz), como se estivessem blindados das vozes do povo.

"Planeta Marte"
Eu simplesmente não entendo. Estariam eles, como tanto tem se falado nas mídias sociais, nos jornais de grande circulação, em planeta diferente do restante do povo brasileiro?

Vejamos: “Utilizei a tribuna para lembrar que o povo se manifestou contra a classe política, em sua absoluta maioria corrupta...” 
(vereador Carlos Hermes, PC do B)


Realmente, sem precisar o legislador recordar, (o que não pode nem sonhar em esquecer) o povo brasileiro se manifestou contra a classe política em um momento inesquecível,  pois as vozes da indignação manifestada pelo povo, ainda soam para muitos, mas penso, que assim como a Dilma, o Lula e os demais companheiro, é preciso entender que quem governa este país são vocês, “como nunca na história...” e dispensar os discursos lunáticos para o planeta Lula, onde as vozes do povo ainda não foram compreendidas, é desrespeitar todos os movimentos que pediram mais "tudo" e menos corrupção.  
Imaginemos então, se a Vara da Fazenda resolver tirar da gaveta os processos contra o PT, quando governou Imperatriz...

Dora Kramer: "Baile à fantasia"

O Estado de S.Paulo

Quando se iniciaram os protestos de junho a presidente da República tinha certeza absoluta de que a coisa não era com ela. Na primeira semana Dilma Rousseff disse a um senador do PT que a procurou para alertar sobre a gravidade da situação, que não seria atingida. Segundo ela, as manifestações seriam um problema de prefeitos e governadores.
Avaliação errada, como viria a apontar a queda de popularidade e avaliação positiva de governo registrada pelo instituto Datafolha no fim daquele mês e confirmada pela pesquisa CNT realizada já na fase de refluxo (temporário?) das ruas e divulgada ontem.
A presidente tampouco deu ouvidos a tudo o que disse o ex-presidente Lula na reunião que os dois tiveram em São Paulo com o prefeito Fernando Haddad, o marqueteiro João Santana e o presidente do PT, Rui Falcão, assim que ficou evidente que a crise bateria às portas do Palácio do Planalto.
Na ocasião, ficou combinado que Dilma chamaria prefeitos e governadores para um encontro de "aconselhamento" para, em conjunto, decidirem sobre a melhor forma de reagir.
A presidente fez o contrário: convocou governadores para posarem de coadjuvantes naquele pronunciamento em que ela propôs pactos e Constituinte exclusiva mediante plebiscito para a reforma política, encerrando a transmissão pela TV Brasil antes que os chefes de executivos estaduais pudessem falar.
Com a história do plebiscito Dilma tentou transferir a responsabilidade para o Congresso que rejeitou a proposta e deu o troco: aprovou uma série de projetos de criação de despesas, obrigando-a a anunciar veto às medidas de dita "agenda positiva". Demagogia por demagogia, deu empate.
Em tese, porque na prática quem perdeu foi ela. O Congresso estava perdido há tempos. Desmoralizado, desqualificado, desprovido de gordura para queimar. Dilma não: antes de a inflação e a população darem o ar das respectivas graças, chegou a quase 75% de avaliação positiva de seu governo e bateu em 55% das intenções de voto.
Hoje, três ou quatro pesquisas, desacertos em série na economia, explosões de descontentamento e respostas erráticas depois, desceu ao patamar de 30% tanto na avaliação positiva quanto nas intenções de votos.
Segundo a pesquisa CNT, a percepção negativa mais que triplicou: foi de 9% para 29%. Pior: 44% dizem que não votam nela de jeito nenhum. Ou seja, Dilma entrou naquela faixa perigosa em que se cruzam rejeição e aprovação. Quando a primeira caminha para superar a segunda, a chance de recuperação torna-se remota.
É cedo para firmar certeza, mas vislumbra-se aí mais um erro de cálculo da oficina palaciana sobre a convicção de que Dilma Rousseff não apenas será candidata à reeleição como pode levar no primeiro turno.
Confiança esta baseada em boa medida no poder da caneta presidencial e no fato de o repúdio aos políticos alcançar a todos eles. Alcança, mas é de se observar que Marina Silva subiu de 12% para 20% e Eduardo Campos de 3% para 7% em números redondos. Aécio Neves foi de 17% para 15%.
Sem considerar a entrada em cena de improbabilidades como Joaquim Barbosa e possibilidades como José Serra, registre-se que os nomes vistos como "novos", mas ainda assim políticos, estão conseguindo arrebatar o capital antes pertencente à presidente.
Se eles saberão ou poderão manter essa tendência de ganho são outros quinhentos a serem contados daqui em diante. De um jeito melhor se o governo continuar sem norte. De outro pior caso Dilma, PT e companhia recuperem a bússola perdida no baile à fantasia da popularidade desprovida de lastro na confiabilidade de palavras e gestos.
Credibilidade dá trabalho para ser construída. Em compensação, é muito mais difícil de ser destruída.

Postagem em destaque

Madeira deixa Casa Cívil e segue pré-candidato a deputado estadual. Veja outros nomes que deixam o governo.

O ex-prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, que atualmente exercia o cargo na Casa Civil do Governo do MA, deixou o governo dentro do pr...