18 março 2026

UFMA na lista e punição do MEC por baixo desempenho no Enamed

 


O Ministério da Educação (MEC) determinou a abertura de processo de supervisão sobre o curso de Medicina da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União. A medida tem como base o desempenho dos estudantes no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) de 2025.

De acordo com o documento, a decisão foi tomada após análise dos resultados obtidos pelos alunos concluintes. No caso da UFMA, o curso apresentou desempenho considerado insatisfatório dentro dos critérios estabelecidos pelo MEC.

Segundo a portaria, foi instaurado procedimento preparatório de supervisão envolvendo o curso da instituição maranhense. O texto aponta:

“curso de graduação em Medicina, cód. 1257777, da Universidade Federal do Maranhão (cód. 548) - Conceito Enade 2 e a partir de 50% e menos de 60% dos concluintes proficientes”

A UFMA aparece entre quatro universidades federais do país que passarão por acompanhamento do MEC, ao lado de instituições do Pará, da Bahia e da Integração Latino-Americana.

A portaria também estabelece que as universidades notificadas deverão se manifestar formalmente no prazo de 30 dias. Conforme o texto:

“A Diretoria de Supervisão da Educação Superior notificará as Universidades Federais mencionadas [...] para a apresentação de manifestação inicial no processo de supervisão [...] no prazo de 30 (trinta) dias.”

Apesar da instauração do processo, não foram aplicadas, neste momento, medidas cautelares específicas contra o curso de Medicina da UFMA, diferentemente do que ocorreu com a Universidade Federal do Pará, que sofreu restrições imediatas.

A medida do MEC busca acompanhar e avaliar a qualidade da formação médica nas instituições públicas, podendo resultar em novas ações conforme os desdobramentos do processo e os próximos resultados do Enamed.

redação imaranhense 

BURITICUPU: QUEM SACOU 15 MILHÕES DA CONTA DO FUNDEF? ENTENDA A AÇÃO JUDICIAL QUE TENTA RESGATAR O DINHEIRO.

 

MP aponta possível irregularidade em mais de R$ 15 milhões do FUNDEF e pede bloqueio de recursos

O Ministério Público do Maranhão (MPMA), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Buriticupu, protocolou nesta segunda-feira (16) uma manifestação contra a gestão municipal por descumprimento de ordens judiciais.

A medida ocorre no âmbito de uma investigação que acompanha a aplicação de mais de R$ 72 milhões em precatórios do FUNDEF, verba constitucionalmente destinada à educação e à valorização dos professores.

A origem da apuração está em uma Ação Popular que identificou uma transação considerada atípica, quando no dia 4 de setembro de 2025, o valor exato de R$ 15.106.095,73 foi retirado da conta vinculada ao FUNDEF.

O detalhe que mais chama atenção é a descrição genérica da operação: “TRANSF RECURSO AGENCIA”.

Até agora, segundo o Ministério Público, a Prefeitura de Buriticupu não apresentou qualquer documento ou justificativa contábil que comprove o destino legal do dinheiro.

O prefeito João Carlos Teixeira da Silva foi intimado pessoalmente no dia 3 de março de 2026 para apresentar extratos bancários completos e esclarecer a movimentação.

No entanto, o gestor não respondeu dentro do prazo.

Para o MP, a omissão configura resistência injustificada ao controle judicial e levanta o risco de dissipação de recursos públicos, especialmente de uma verba sensível como a da educação.

Diante da gravidade do caso, o promotor de Justiça Felipe Augusto Rotondo pediu à 1ª Vara de Buriticupu a adoção de medidas imediatas, como o bloqueio cautelar de R$ 15,1 milhões, via SISBAJUD, para evitar o desaparecimento dos recursos, aplicação de multa diária pessoal contra o prefeito e encaminhamento do caso para investigação na esfera penal e política.

O pedido inclui o envio dos autos à Procuradoria-Geral de Justiça, para apuração de possível crime de responsabilidade, e à Câmara Municipal, que poderá analisar eventuais infrações político-administrativas, inclusive com risco de cassação do mandato.


Empresário de Açailândia condenado pela justiça foge do Fórum antes de ouvir sentença

 


O empresário Jonathan Silva Barbosa, condenado por tentativa de homicídio contra Gabriel Silva Nascimento, fugiu do Fórum de Açailândia antes da leitura da sentença. Ele foi condenado a 9 anos, 4 meses e 15 dias de prisão em regime fechado, sem a possibilidade de recorrer em liberdade, e permanece foragido.

Jonathan foi um dos últimos a ser ouvido, mas antes da leitura da sentença, deixou o Fórum sem ser notado. Após o julgamento, a Polícia Civil emitiu um mandado de prisão, mas ele não se apresentou à delegacia e não foi localizado até o momento.

Além disso, Jonathan já tinha antecedentes criminais. Em 2019, ele foi condenado por homicídio culposo no trânsito após atropelar e matar um homem em Açailândia. Nesse caso, cumpriu pena de 2 anos e 8 meses, convertida em multa e suspensão do direito de dirigir.



O Crime

O crime aconteceu no dia 18 de dezembro de 2021, quando Jhonnatan e Ana Paula agrediram Gabriel, acusando-o de tentar roubar o próprio carro. Os indiciados moram no mesmo prédio em que o jovem residia.

Imagens de câmeras de segurança (veja acima) flagraram o momento em que Jhonnatan e Ana Paula mandam Gabriel sair do carro. O jovem sai e coloca as mãos para cima, em sinal de rendição. Depois, passa a ser agredido com socos, chutes e pisões, tapas, sendo que Ana Paula chega a colocar os joelhos na barriga da vítima, enquanto Jhonnatan pisa o pescoço do jovem.

Gabriel afirma ter dito aos agressores que era dono do carro e que o documento dele estava dentro do veículo, porém eles não deram atenção e o agrediram.

STF condena Josimar a 6 anos de prisão e Gil a 5 anos por corrupção em caso de ‘venda’ de emendas

 

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou por unanimidade os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Gildenemyr de Lima Sousa (Pastor Gil) (PL-MA) e João Bosco da Costa (Bosco Costa) (PL-SE) por corrupção passiva em razão de terem cobrado e recebido propinas para encaminhar emendas parlamentares ao município de São José de Ribamar, no MaranhãO

Com a decisão, os parlamentares cumprirão penas em regime semi-aberto, em penas que variam entre cinco anos e seis anos e cinco meses de prisão. Em julgamento, os deputados foram absolvidos da acusação de integrar organização criminosa.

Segundo os ministros, ficou comprovada a denúncia de que, entre janeiro e agosto de 2020, os deputados solicitaram de um prefeito do interior do Maranhão o pagamento de R$ 1,7 milhão em propina em contrapartida ao encaminhamento de cerca de R$ 6,7 milhões em emendas para a cidade.

A PGR também imputou crimes a outros cinco réus, entre eles responsáveis por cobranças e abordagens com o objetivo de obter propinas.

João Batista Magalhães, Antônio José Silva Rocha, Adones Nunes Martins e Abraão Nunes Martins Neto foram condenados por corrupção passiva. Já Thalles Andrade Costa — que era acusado apenas de integrar organização criminosa —, foi absolvido totalmente.

Agora, de acordo com os ministros, caberá à Câmara dos Deputados decidir sobre a eventual perda do mandato dos deputados — a comunicação do STF será feita após a análise de recursos.

Caso algum outro réu tenha um cargo público, deverá perdê-lo. Os nomes dos réus ainda serão lançados no rol dos culpados após a sentença se tornar definitiva.

Também foi determinada a comunicação imediata da sentença ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a “inelegibilidade imediata” dos sentenciados, em razão da condenação por crime contra a administração pública.

— Já estão inelegíveis — afirmou Alexandre de Moraes, brincando ainda que a condenação já estava “imediatamente comunicada” à presidente do TSE, Cármen Lúcia, integrante da Primeira Turma.

Penas

As penas impostas aos condenados foram:

  • Josimar Maranhãozinho – seis anos e cinco meses de reclusão, em regime inicial semiaberto, multa de 300 dias-multa (três salários-mínimos cada, à época dos fatos);
  • Gildenemyr de Lima Sousa (Pastor Gil) – cinco anos e seis meses de reclusão, em regime inicial semiaberto, multa de 100 dias-multa (um salário-mínimo cada);
  • João Bosco da Costa (Bosco Costa) – cinco anos de reclusão, em regime inicial semiaberto, multa de 100 dias-multa (um salário-mínimo cada);
  • João Batista Magalhães – cinco anos de reclusão, em regime inicial semiaberto, multa de 30 dias-multa (um salário-mínimo cada);
  • Antônio José Silva Rocha – cinco anos de reclusão, em regime inicial semiaberto, multa de 30 dias-multa (um salário-mínimo cada);
  • Adones Nunes Martins – cinco anos de reclusão, em regime inicial semiaberto, multa de 30 dias-multa (um salário-mínimo cada);
  • Abraão Nunes Martins Neto – cinco anos de reclusão, em regime inicial semiaberto, multa de 30 dias-multa (um salário-mínimo cada);

Os ministros ainda condenaram os réus a pagarem, solidariamente, uma reparação correspondente à propina solicitada, relativa ao dano público, no valor total de R$ 1.667.750,00.

Votos

Todos os quatro integrantes da Turma, Cármen Lúcia, Flávio Dino e Alexandre de Moraes seguiram integralmente o voto do relator, ministro Cristiano Zanin.

MARANHÃO: Justiça cobra resposta sobre aumento de combustível

 

justiça prazo
Decisão da Justiça determina prazo de 72 horas para distribuidoras explicarem reajustes de gasolina e diesel apontados como abusivos pelo Procon no Maranhão.

A Justiça do Maranhão determinou que distribuidoras de combustíveis respondam, em até 72 horas, sobre denúncia de aumento de combustível no estado. A decisão atende a uma Ação Civil Pública movida pelo Procon/MA, em São Luís, após identificar reajustes considerados abusivos. O órgão questiona a forma e o motivo dos aumentos aplicados.

O processo tramita na Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís. Além da manifestação inicial sobre o aumento de combustível, as empresas deverão apresentar contestação no prazo de 15 dias. A medida busca esclarecer a conduta das distribuidoras diante das denúncias apresentadas.

Segundo o Procon/MA, diversas distribuidoras realizaram aumento de combustível de forma imediata e preventiva. As empresas justificaram os reajustes com base em possíveis instabilidades geopolíticas internacionais. No entanto, o órgão afirma que não houve, naquele momento, alteração oficial nas refinarias nacionais.

Além disso, o Procon/MA aponta que não houve comprovação de aumento nos custos de aquisição pelas distribuidoras. Por isso, o órgão considera que o aumento de combustível ocorreu sem base concreta. Dessa forma, a ação judicial busca verificar a legalidade dos reajustes aplicados.

O presidente em exercício do Procon/MA, Ricardo Cruz, afirmou que o órgão monitora práticas que possam prejudicar consumidores. Ele destacou que o aumento de combustível precisa ter justificativa comprovada.

17 março 2026

Imperatriz se destaca no projeto Escola Skate Brasil como um dos principais polos

 

Crianças e adolescentes participantes do projeto Escola Skate Brasil. (Crédito: Erik Lawrence)

A cidade da famosa “Fadinha”, Rayssa Leal, é o polo com mais inscritos no Projeto Escola Skate Brasil, iniciativa da Confederação Brasileira de Skateboarding (CBSk), com apoio do Ministério do Esporte, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, e patrocínio do Aeroporto de Imperatriz, por meio do Instituto Motiva, e da BB Seguros. O projeto é realizado na Escola Municipal Madalena de Canossa, em Imperatriz (MA), e atende 120 crianças e adolescentes por mês, número máximo de vagas. 

Com o propósito de promover transformação e inclusão social, o objetivo principal do Escola Skate Brasil é educar e melhorar a qualidade de vida de crianças e adolescentes por meio do skate. As aulas são realizadas com metodologia lúdica, voltada ao desenvolvimento integral de alunos de 6 a 14 anos.

“Imperatriz tem mantido esse número de carga máxima nas aulas, o que nos deixa muito felizes. E estamos trabalhando para que os outros polos também sigam essa projeção de crescimento. São Paulo também segue com mais de 100 alunos e Florianópolis está próximo desse número também. Ao mesmo tempo, é importante destacar que cada polo tem a sua realidade e precisamos respeitar isso, atuando não apenas para um crescimento quantitativo, mas também qualitativo e bem estruturado”, destaca Aline Dantas, vice-presidente da Confederação Brasileira de Skateboarding.

A média de 120 alunos faz de Imperatriz (MA) o polo do projeto com mais inscritos. Na sequência, o top 3 de polos com mais inscrições são São Paulo (SP) com 110 alunos no Centro para Crianças e Adolescentes (CCA) São José Paraisópolis, e Florianópolis (SC), com 95 na Escola de Educação Básica América Dutra Machado.

“Ao levar o skate para crianças e jovens, estamos proporcionando um espaço de inclusão, aprendizado e desenvolvimento pessoal que vai muito além das aulas. O projeto cria um ambiente no qual eles podem desenvolver habilidades como disciplina, confiança e trabalho em equipe — aspectos que terão um impacto positivo em todas as áreas de suas vidas. O patrocínio do Instituto Motiva e o apoio de todos os parceiros são fundamentais para que iniciativas como essa continuem a florescer e alcançar cada vez mais pessoas pelo Brasil”, afirma Renata Ruggiero, presidente do Instituto Motiva.

13 março 2026

Careca do INSS mandou 1 milhão a dona de jatinho usado por Senador do Maranhão.

 


O lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, vulgo Careca do INSS, enviou R$ 1 milhão para a dona de um jatinho usado pelo senador Weverton (PDT-MA). A transação, segundo a Polícia Federal, indica que o lobista era sócio oculto da aeronave, uma vez que não aparece formalmente como proprietário do bem.

Além disso, o Careca do INSS realizou pagamentos para serviços de manutenção da mesma aeronave.

O jatinho, um beech aircraft modelo F90 e prefixo PT-LPL, é avaliado em R$ 2,8 milhões. A aeronave pertence no papel à Air Connect SA, da empresária Joelma dos Santos Campos. Ela é casada com o advogado Erik Marinho, que é suplente do senador Efraim Filho (União-PB), amigo de Weverton e “sócio” do Careca do INSS, segundo as investigações.

Procurado nessa quinta-feira (12/3), o senador Weverton informou que “todas as perguntas devem ser direcionadas ao proprietário da aeronave”. Ele não esclareceu em quais condições usava o jatinho ligado ao Careca do INSS. Erik Marinho, por sua vez, não retornou aos contatos da reportagem.

O uso da aeronave pelo senador Weverton Rocha foi revelado pela coluna Tácio Lorran em setembro do ano passado. Cerca de três meses depois, a Polícia Federal deflagrou nova fase da Operação Sem Desconto e cumpriu mandados de busca e apreensão contra o parlamentar. Naquela ocasião, a PF chegou a pedir a prisão de Weverton, mas a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), negaram a demanda.

O Metrópoles fotografou o político descendo do jatinho nos dias 1º e 15 de setembro de 2025, no Aeroporto Internacional de Brasília. Na ocasião, o Careca do INSS já constava como investigado em razão do esquema de descontos indevidos.

Documentos obtidos pela coluna mostram que o lobista usou essa mesma aeronave ao menos duas vezes em 2024. Uma das viagens ocorreu em 2 de fevereiro. Já a outra foi realizada em 13 de julho. Em ambas as ocasiões, o jatinho saiu de um aeroporto executivo em São Paulo.

Do Metrópolis 

Datafolha: índice de brasileiros que não confiam no STF atinge patamar recorde, 43%

 

A desconfiança no Supremo Tribunal Federal (STF) e em outras instituições do Poder Judiciário atingiu patamar recorde, de acordo com a pesquisa Datafolha divulgada na noite desta quarta-feira, em meio ao escândalo do banco Master e a repercussão do pagamento extrateto dos chamados “penduricalhos” — verbas extras que elevam os salários da classe.dice de brasileiros que não confiam no Supremo chegou a 43%, maior taxa da série histórica, iniciada em 2012. Na pesquisa anterior, de dezembro de 2024, eram 38%.

Já os entrevistados que disseram confiar muito na Corte recuaram de 24% a atuais 16%. Considerando a margem de erro, de dois pontos percentuais, a situação se igualou à registrada em junho de 2018, quando foi detectado o menor índice numérico de brasileiros que confiam muito no STF (14%). Na ocasião, porém, 39% afirmaram não confiar e 43% disseram confiar pouco no Supremo.

O instituto ainda captou a piora na avaliação do trabalho dos ministros. Se na sondagem anterior 32% classificaram o desempenho do STF como “ótimo” ou “bom”, desta vez, 23% disseram isso. No mesmo período, a avaliação “ruim” ou “péssima” avançou de 35% para 39%.

A insatisfação com o Supremo é especialmente alta entre os homens (46%), pessoas com alta escolaridade (45%) e pessoas com renda superior a 10 salários mínimos (65%).

Considerando a intenção de voto para presidente, entre eleitores do atual mandatário Lula (PT), 44% se disseram satisfeitos com o STF, ante a negativa de 12%. Já entre aqueles que indicam voto no senador Flávio Bolsonaro (PL), a insatisfação chega a 67% e apenas 7% se dizem satisfeitos com a Corte.

A pesquisa aponta, ainda, que a maioria da população defende restrições à atuação dos ministros do STF. Dos entrevistados, 79% discordam que um ministro julgue causas envolvendo clientes de seus parentes e 78% rejeitam a possibilidade de ministros serem sócios de empresas. Além disso, 76% são contra o recebimento de pagamentos por palestras organizadas por instituições privadas.

Promovida pelo presidente da Corte, Edson Fachin, a elaboração de um código de conduta para a cúpula do Judiciário nacional divide ministros.

A desconfiança afeta o Judiciário como um todo. Segundo o Datafolha, a proporção de brasileiros que afirmaram não confiar na Justiça foi de 28% a 36%, recorde da série histórica, iniciada em 2017.

O Datafolha ouviu 2.004 pessoas de pelo menos 16 anos em 137 municípios pelo Brasil, de 3 a 5 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais, e o nível de confiança, de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-03715/2026.

Entidades criticam ação contra jornalista do MA; Dino afirma que estava sendo monitorado ilegalmente

 

A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de determinar uma operação de busca e apreensão na residência do jornalista Luís Pablo, no Maranhão, gerou uma onda de críticas e preocupação entre as principais entidades representativas da imprensa brasileira nesta quinta-feira (12). A medida foi executada pela Polícia Federal no contexto de uma representação sobre suposto crime de perseguição (stalking) contra o também ministro do STF Flávio Dino. O caso teve origem após publicações do jornalista sobre o uso supostamente indevido de um veículo oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão por familiares de Dino.

​Em manifestações públicas, associações como a ABERT, ANJ e ANER classificaram a ordem judicial como “preocupante”, alertando para o risco de violação de pilares fundamentais da democracia, como a liberdade de imprensa e o sigilo da fonte, assegurados pela Constituição. As entidades argumentam que, embora eventuais excessos jornalísticos devam ser apurados, o uso de medidas invasivas contra profissionais de comunicação pode configurar um precedente perigoso de cerceamento do livre exercício da profissão e do direito à informação.

​Em âmbito estadual, a seccional maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MA) informou que acompanha o desenrolar das investigações para garantir que as prerrogativas profissionais sejam respeitadas durante o processo legal.

Monitoramento

Em nota emitida mais cedo, Dino justificou a ação. Ele afirma que a área responsável pela sua segurança foi alertada em 2025 que os seus deslocamentos em São Luís, no Maranhão, estavam sendo monitorados ilegalmente.

Ainda de acordo com a nota do ministro Flávio Dino, houve a publicação das placas dos veículos e da quantidade e dos nomes dos agentes de segurança.

As informações, segue a nota do ministro Flávio Dino, foram enviadas para a PF e para a Procuradoria Geral da República (PGR) para a instauração do procedimento investigativo cabível.

“Portanto, a questão em investigação deriva da necessidade de apurar os citados monitoramentos ilegais dos procedimentos de segurança do ministro Flávio Dino.”
O assunto, prossegue a nota, “não tem correlação com crimes contra a honra ou liberdade de expressão ou inquérito das fake news.”

Inquerito das fake news

Apesar de a nota oficial informar que o caso não está no inquérito das fake news, foi a prevenção a esse processo que levou a denúncia de Dino contra o jornalista à relatoria de Alexandre de Moraes.

Como mostrou o Blog do Gilberto Léda mais cedo, as publicações de Pablo greraram uma apuração preliminar por parte do Serviço de Inteligência do STF e, posteriormente, uma representação do próprio Dino, alegando perseguição.

A petição, então, foi distribuída por sorteio ao ministro Cristiano Zanin, que declinou da competência alegando que, por prevenção, o assunto deveria ser tratado por Moraes dentro de um inquérito que, segundo a OAB, já deveria ter sido encerrado.

“Os autos foram então a mim distribuídos em 18/2/2026, por prevenção ao INQ 4.781/DF (eDoc. 22).”, diz trecho do relatório de Moraes na decisão que embasou a busca e apreensão.

redação Gilberto Léda

12 março 2026

Empresa já faturou 14 milhões em contratos na gestão João Carlos, em Buriticupu

 


Levantamento do Ministério Público aponta que a empresa JKF Construções e Serviços Ltda. (CNPJ 21.572.395/0001-77)  firmou diversos contratos com a Prefeitura de Buriticupu entre 2020 e 2024, somando R$ 14.052.676,06 em valores contratados, muitos deles com aditivos de prazo. 

Entre diversos contratos está a obra fantasma que resultou na ação de ressarcimento proposto pelo MP e que deve resultar ainda em outras ações criminais. A investigação aponta pagamento indevido de R$ 341.586,10 referente à primeira medição de um contrato para construção de uma quadra poliesportiva na Unidade Integrada João Lisboa, localizada no povoado Terceira Vicinal.  

Em um breve levantamento é possível identificar quais obras foram capitaneadas pela empreiteira, e que acabou se tornando a “queridinha” da gestão, ainda por motivos supostamente explicáveis. Veja quais foram as obras realizadas e contratos desde o ano de 2020 e entre eles o que resultou na ação em questão.

Contratos da JKF Construções com a Prefeitura de Buriticupu (MA)

 Pavimentação Asfáltica

  • Contrato: nº 402/2020
  • Modalidade: Tomada de Preços nº 012/2020
  • Órgão: Secretaria Municipal de Obras
  • Objeto: pavimentação asfáltica na Avenida João Paulo II e outras ruas do município.

Reformas e Ampliação de Unidades de Saúde

Contratos vinculados ao Fundo Municipal de Saúde para construção, reforma e ampliação de postos de saúde.

Contratos identificados:

  • Contrato nº 321/2020
  • Contrato nº 323/2020
  • Contrato nº 327/2020
  • Contrato nº 328/2020
  • Contrato nº 338/2020
  • Contrato nº 341/2020

Todos ligados ao programa “Buriticupu Mais Saudável”.

 Construção de Creche Padrão FNDE

  • Contrato: vinculado ao Termo de Compromisso nº 202103930-1
  • Secretaria: Educação
  • Objeto: construção de creche pré-escola tipo 1 padrão FNDE.

 Construção de Campo de Futebol

  • Contrato: nº 20220392/2022
  • Modalidade: Tomada de Preços nº 002/2022
  • Secretaria: Esporte / Obras
  • Objeto: construção de campo de futebol na sede do município
  • Valor citado em extratos: cerca de R$ 916.308,33
  • Situação: possui diversos aditivos de prazo (até 2024).

Construção do Terminal Rodoviário

  • Contrato: nº 20220397/2022
  • Secretaria: Obras e Urbanismo
  • Objeto: construção do terminal rodoviário de Buriticupu
  • Situação: possui pelo menos 4 aditivos de prazo, com vigência estendida até 31/12/2025.

11 março 2026

Jornalista expõe presença de deputada maranhense em casa de condenado por abuso após nota de repúdio contra delegado acusado de assédio. Entenda.

 

Deputada ignora condenação de aliado por estupro de uma menor de 12 anos de idade.

O jornalista Domingos Costa revelou, em suas redes sociais, aquilo que classificou como uma contradição na postura de supostos defensores de causas sociais. Em publicação recente, ele questionou a atuação da deputada estadual Dra. Viviane, de Balsas, ex-primeira-dama do município.

A parlamentar divulgou uma nota de repúdio em relação às acusações de assédio feitas por uma delegada contra o secretário de Segurança Pública do Maranhão. No entanto, segundo o jornalista, na mesma semana em que se manifestou publicamente sobre o caso, a deputada estaria na residência de um condenado por abuso sexual de menor.

Trata-se do ex-prefeito de Formosa da Serra Negra, Cirineu Costa, cuja condenação já é conhecida. Para Domingos Costa, o episódio expõe uma incoerência entre o discurso público e determinadas relações políticas.

O jornalista também destacou que sua crítica não exclui a gravidade das acusações envolvendo o secretário de Segurança, mas aponta para aquilo que chamou de contradição no comportamento de figuras públicas.

É preciso ter vergonha na cara”, afirmou Domingos Costa ao comentar o caso.

Veja o vídeo completo.


PREFEITO QUER PAGAR 10 MILHÕES EM FAZENDA HERANÇA DA COMADESMA, E CRIAR GRUPO AGROPECUÁRIO.

 

imagem ilustrativa (fonte: google)

Nos bastidores políticos da região Tocantina do Maranhão, um assunto tem dominado conversas reservadas entre lideranças e empresários: a rápida expansão patrimonial de um prefeito de uma das cidades mais importantes da região. Que já era rico, diga-se!

Segundo fontes próximas, o gestor estaria investindo em propriedades rurais de grande porte, especialmente fazendas de criação de gado, em negócios avaliados em milhões de reais.

Uma das negociações que mais chama atenção envolve uma fazenda localizada no povoado Varjão dos Crentes, que pertence a uma herança ligada a uma das maiores entidades religiosas do Maranhão, a COMADESMA.

A propriedade, que já foi citada em relatórios do COAF e em apurações acompanhadas pelo Ministério Público do Maranhão, estaria sendo negociada por pouco mais de R$ 10 milhões.

De acordo com informações obtidas por fontes ligadas à própria entidade religiosa, o valor da venda da fazenda seria utilizado para amenizar um déficit estimado em cerca de R$ 30 milhões no sistema previdenciário destinado a pastores da convenção.

A crise interna teria vindo à tona após um episódio considerado inusitado: um dos responsáveis pela área de previdência gravou um vídeo explicando como consultar valores do fundo previdenciário no banco. A orientação acabou levando diversos membros a verificarem as contas, momento em que descobriram que os recursos não estavam disponíveis nos valores esperados.

O caso teria desencadeado uma crise dentro da entidade religiosa e levantado questionamentos sobre a gestão desses recursos.

A movimentação também expõe um fenômeno cada vez mais comentado no interior do Maranhão: a aquisição de grandes propriedades rurais por políticos que originalmente não tinham ligação com o setor agropecuário.

Prefeitos de municípios da região, segundo relatos, estariam adotando estratégias semelhantes a de um ex-prefeito..., investindo em fazendas e criação de gado como forma de expansão patrimonial.

Nos círculos políticos, o tema já começa a levantar questionamentos sobre a origem dos recursos utilizados nesses investimentos, especialmente em municípios onde os salários de gestores públicos dificilmente justificariam negócios milionários em curto espaço de tempo.

Enquanto isso, a negociação da fazenda ligada à herança da COMADESMA segue avançando e pode se tornar um novo capítulo de uma história que mistura política, religião, patrimônio e investigações financeiras no Maranhão.

E a Prev... Enfim, a denúncias de 20 anos atrás sobre mal uso de recursos de aposentadoria que virou "bufa de alma" volta a assustar silenciosamente. 

 

Apenas 14 dias após assinar contrato, Gilson Guerreiro pagou R$ 6,5 milhões para empresa que não executou serviço

O valor da licitação é de R$ 26 milhões e boa parte desse dinheiro foi pago pela prefeitura de Grajaú apenas duas semanas após assinatura do contrato, até então, sem nenhum serviço realizado pela empresa projeta Solar LTDA.


Prefeito de Grajaú, Gilson Guerreiro e do “dono” da empresa, Richerd Dahmer Baggio, da cidade de Chapadinha.

O prefeito do município de Grajaú, Gilson Guerreiro, do PSDB, inverteu a lógica de pagamentos de serviços públicos que é “receber o produto e depois pagar”; ao contrário disso, no caso envolvendo a empresa Projeta Solar LTDA, o gestor pagou antes mesmo do serviço ser executado.

A “Projeta Solar LTDA” foi a vencedora de uma licitação de R$ 26.000.000,00 (vinte e seis milhões de reais) com a finalidade de instalação de “sistema de geração de energia fotovoltaica sobre telhado metálico e de madeira”.

Contudo, a empresa é acusada de ter sido beneficiada por meio de direcionamento na CPL – Comissão Parlamentar de Licitação da prefeitura. Pessoas que participaram da concorrência relatam que a empresa “escolhida” em Grajaú não possui capacidade técnica e, tampouco, financeira para ganhar uma licitação desse porte.

“Foram mais de 12 impugnações, empresas de renome com documentações bem transparente, todas foram desclassificadas sem amparo legal, e a empresa vencedora, por coincidência, é a Projeta Solar LTDA, mesma que também ganhou na prefeitura de Itaipava do Grajaú, cidade ao lado de Grajaú, tudo combinado”. Denunciou ao Blog do Domingos Costa uma pessoa que participou da licitação.

– Pagamento em tempo recorde sem serviço realizado

O contrato de “energia solar” foi assinado no dia 25 de novembro de 2025, e pasmem, o primeiro pagamento aconteceu apenas 14 dias após, no dia 09 de dezembro de 2025. O prefeito Gilson Guerreiro pagou de uma vez só o valor de R$ 6.500.000,00 (seis milhões de reais) por meio da nota de empenho nº 1209011.

Até a publicação desta matéria, do total de 26 milhões de contrato, já foram realizados três pagamentos milionários: O primeiro no dia 09 de dezembro de 2025 no valor de R$ 6,5 milhões (nota de empenho nº 1209011); o segundo, no dia 27 de janeiro de 2026 no valor de R$ 1,4 milhão (nota de empenho nº 127022), e o terceiro pagamento, no dia 28 de janeiro de 2026, no valor de R$ 6,4 milhões (nota de empenho nº 128020).

De forma que até esta data, foi transferido para a conta bancária da empresa Projeta Solar LTDA o equivalente a R$ 14,4 milhões em pagamento, relativo a 54% dos serviços contratos.

Chama atenção que até a data do primeiro pagamento, dia 09 de dezembro de 2025, o serviço sequer tinha iniciado. É preciso saber, também, como foi emitida a primeira Ordem de Serviço (OS ) e de que forma o “serviço” foi empenhado, liquidado e pago em R$ 6,5 milhões se nada havia sido feito.

– Dinheiro federal usado, endereço da empresa e o dono

O contrato em questão é do de número 2511002/2025, Concorrência Eletrônica nº 05/2025, Processo Administrativo nº 0109001/2025, Contrato Administrativo nº 2511002/2025, selado entre a prefeitura de Grajaú, na gestão Gilson Guerreiro e a Projeta Solar LTDA.

A empresa possui registro na Receita Federal mediante o CNPJ: 20.841.373/0001-00, sob o endereço Avenida Ataliba Vieira de Almeida, 2710- Campo Velho, Chapadinha – MA. O nome do único sócio proprietário atual é Richerd Dahmer Baggio.

– Problema com órgãos federais

O dinheiro usado para pagar a empresa Projeta Solar LTDA é federal, do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Uma simples investigação dos órgãos de controle e fiscalização de recursos públicos, tais como Controladoria-Geral da União (CGU), Ministério Público Federal (MPF) e Polícia Federal (PF) consegue identificar um sistemático de prejuízo aos cofres públicos por meio de superfaturamento e, ainda, a existência de esquema de emissão e venda de notas fiscais fictícias, ou “frias”, nas quais os serviços declarados não são prestados ou os produtos discriminados não são entregues.


Por Domingos Costa

Delegada denuncia secretário de Segurança do Maranhão por assédio




O secretário de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), Maurício Martins, está no centro de um escândalo envolvendo suposta prática de assédio contra a delegada Viviane Fontenelle.

O caso teria ocorrido durante reunião de trabalho. Em um trecho da denúncia, ela diz que o secretário começou a fazer comentários e gracinhas, chamando-a de ‘delegata’ e afirmando era a delegada mais bonita do Maranhão e que já a observava desde os tempos em que trabalhava no Tribunal de Justiça.

Na ocasião, a delegada ressalta que era a única mulher na sala. “O constrangimento foi enorme. A situação toda teve aquele ar típico do comportamento do ‘macho alfa’, que se sente à vontade para ultrapassar limites mesmo em um ambiente institucional”, ressaltou. O secretário ainda teria insistido que queria uma foto da delegada para colocar no gabinete dele.

Fontenelle denunciou o caso à Associação dos Delegados de Polícia do Estado do Maranhão (Adepol-MA), que
informou que condutas dessa natureza, ainda que por vezes travestidas de ‘brincadeiras’, são incompatíveis com a ética no serviço público e afrontam o respeito que deve ser assegurado às mulheres, sobretudo em ambientes institucionais.

A Adepol afirmou que será realizado o devido registro de ocorrência e que as autoridades competentes serão formalmente comunicadas para a apuração dos fatos. Até o momento, o Governo do Estado e a Secretaria de Segurança Pública não se pronunciaram sobre a situação.

10 março 2026

MP aponta “obra fantasma”, desvio de R$ 341 mil e inclui prefeito de Buriticupu em ação por improbidade


Laudo técnico aponta que quadra poliesportiva paga pela prefeitura não foi construída; Ministério Público também pede investigação criminal por peculato, fraude em contrato e falsidade ideológica.

O Ministério Público do Maranhão (MPMA) identificou indícios de uma “obra fantasma” em Buriticupu e decidiu ajuizar uma Ação Civil Pública por improbidade administrativa contra o prefeito João Carlos Teixeira da Silva, servidores municipais e uma empresa de construção civil.

A investigação aponta pagamento indevido de R$ 341.586,10 referente à primeira medição de um contrato para construção de uma quadra poliesportiva na Unidade Integrada João Lisboa, localizada no povoado Terceira Vicinal.

Segundo decisão assinada pelo promotor de Justiça Felipe Augusto Rotondo, o valor foi empenhado, liquidado e pago integralmente, mesmo sem evidências de que a obra contratada tenha sido executada.

Um parecer técnico elaborado por engenheiro do próprio Ministério Público concluiu que não há sinais da construção da quadra prevista no contrato.

Durante vistoria no local, foi encontrada apenas uma estrutura metálica colocada sobre uma quadra já existente, sem qualquer indício de serviços essenciais previstos na obra, como: escavação do terreno, terraplanagem, fundações estruturais e concretagem da nova quadra.

De acordo com o laudo, os serviços pagos simplesmente não existem, o que caracteriza superfaturamento por quantidade no valor total da medição paga.

A investigação também detalha a cadeia administrativa que permitiu a liberação do dinheiro público.

O processo passou por todas as etapas formais da prefeitura e terminou com transferência bancária para a empresa contratada no dia 31 de dezembro de 2024, último dia do ano.

Para o Ministério Público, a sequência demonstra uma cadeia de validações administrativas que permitiu a saída do dinheiro público sem a correspondente execução da obra.

Outro ponto que chamou a atenção da investigação foi a presença do próprio prefeito no local.

Uma certidão produzida pelo MP confirma que João Carlos Teixeira da Silva aparece em uma fotografia no espaço apresentado como sendo a obra, acompanhando a área após notificação do Ministério Público.

Segundo o promotor, o registro indica ciência direta da situação do local, mesmo quando documentos administrativos indicavam a execução da obra.

A ação foi proposta contra: 

  • João Carlos Teixeira da Silva – prefeito de Buriticupu
  • Afonso Barros Batista – chefe de gabinete e ordenador de despesas
  • Salma Sousa Torres – secretária municipal de Educação
  • Ruan Guimarães Alves – fiscal de contrato
  • Josias da Silva Costa Filho – fiscal apontado em aditivo contratual
  • Paulo Ricardo Lopes Paiva – controlador do município
  • JKF Construções e Serviços Ltda.
  • Johnatas Isac Santos Faustino – representante da empresa

O Ministério Público também determinou a identificação formal das assinaturas no boletim de medição da obra, documento que teria atestado a execução dos serviços pagos.

Os envolvidos podem sofrer ressarcimento ao erário, perda de função pública, suspensão de direitos políticos e pagamento de multas, além de eventual responsabilização criminal.

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