07 junho 2015

Uma boa pesquisa para a militância...

As pesquisas eleitorais são pontos de partida cruciais em uma campanha eleitoral. A quantitativa, é a média de uma sentimento do eleitorado no momento;  a qualitativa serve para traçar estratégias dentro do processo eleitoral. Mas em meio a pré-campanha ou no período eleitoral uma bomba seria qualquer resultado negativo, mas o pior resultado ainda é uma elevada taxa de rejeição – método decisivo e muito utilizado em pleitos eleitorais ou até em campanha de marketing de produtos etc.

Mas a pergunta é o quanto vale uma pesquisa a mais de um ano de um pleito eleitoral? 
Para alguns candidatos um desastre, no entanto, para outros, a mínima pontuação possível deve ser motivo para comemorar. Em Imperatriz, por exemplo, em 2012, a então candidata a prefeita de Imperatriz, Rosângela Curado, na época no DEMOCRÁTAS, iniciou sua pré-campanha como desconhecida e no ano da eleição chegava a 1% (um por cento), o resultado, no entanto, foi que a candidata quase foi eleita, ficando em segundo lugar e com uma votação invejável, desbancando nomes tradicionais da politica local.

O índice de rejeição, é àquele que o candidato mesmo que bem colocado, e provavelmente esteja impregnado na camisa azul do ex-prefeito Ildon Marques, pode tirar qualquer um do jogo, isso é só questão de tempo. Um exemplo de como a rejeição age na eleição ocorreu no ano passado. A rejeição do governo Roseana indicava que qualquer candidato do governo perderia a eleição, isso quer dizer que em analises técnicas, é possível prevêr se uma candidatura tem chances ou não de vitória mesmo antes do inicio da pré-campanha. A rejeição é tão importante que Roseana tirou a candidatura de LF antes de iniciar a campanha. 

Com os adventos injetados nas ultimas campanhas, e também baseado em estudos sobre o processo eleitoral, o candidato que tiver apoio, como tocar a campanha e baixa rejeição, é o candidato com grandes chances de vitória.

Uma pesquisa a esta altura do campeonato serve mais para acalmar a militância, diminuir a pressão dos aliados, que passam a olhar para uma provável candidatura com expectativa futuras, já que os dados nessa altura, geralmente, ainda são superficiais; Segundo por que não está em tempo de decisões dessa envergadura, e finalmente em terceiro, a luz da realidade, quem está no teto é o único que  possui chances reais de cair e quem está embaixo, é o único que tem pra onde crescer.


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