20 janeiro 2020

Falta de habilidade política afunda a gestão Assis junto a câmara de vereadores

A demora da votação do orçamento 2020, ainda em debate na câmara de vereadores tem um culpado, e este é o prefeito Assis Ramos, e mais ninguém. 

Os poderes executivo e legislativo são independentes, porém harmônicos (CF), a independência, porém, é o único fator que favorece a população e resolve os problemas. Imagina um legislativo (câmara), totalmente submisso ao executivo (a prefeitura)? 

O que ocorre é que a prefeitura decidiu pelo modelo truculento de gestão. Onde seria necessário passar por cima de tudo e de todos para executar seus planos. Nesse caso, como poder independente, a câmara de vereadores não acata a imposição do prefeito, chancelada com a truculência também de quem defende o governo na câmara e culmina num imbróglio em que o sistema pode ser prejudicado, mas, de quem é a culpa? 

A ex-presidente Dilma é o maior exemplo, e outros casos de políticos inexperientes também acarretaram em um custo alto para a sociedade e para o eleitor. Fica claro que votar em políticos de primeiro mandato, inexperientes na lida com o legislativo ou com a classe política, que adotam modelo ditatorial na sua gestão principalmente por falta de habilidade política, vai acarretar na cassação, no impeachment, na desaprovação ou derrubada de vetos do executivo. A experiencia com a gestão Assis Ramos, “um marinheiro de primeira viagem” vai custar caro para a cidade de Imperatriz. 

Mas o erro infelizmente não é do prefeito Assis Ramos, e sim dos 27% do eleitorado que o elegeu. 

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