07 junho 2019

Clinica Cirúrgica refuta suposta irregularidade apontada pela prefeitura

Segundo a empresa, o compromisso de não paralisar o atendimento de urgência e emergência no HMI se devem ao respeito da Clinica Cirúrgica com a população


A Audiência estimulada pelo Ministério Público para evitar possível paralisação dos serviços da Clinica Cirúrgica no HMI, por parte da empresa responsável pelos procedimentos de Urgência e Emergência do maior hospital da região tocantina, que cobra valores não pagos pela prefeitura, leva a abertura de mais um Inquérito Civil contra a secretaria de saúde e prefeitura de Imperatriz. 

A empresa Clinica Cirúrgica argumenta sobre os motivos que podem leva-la a suspender o contrato com a prefeitura, no entanto, em acordo com o MP,  se comprometem preservar o serviço durante 40 dias. 

A empresa questiona que o único mês recebido este ano foi janeiro e tenta, ainda, receber dois meses do fim de 2016 ainda pendentes de pagamento. A assessoria da empresa argumenta que os débitos referente a novembro e dezembro de 2016 são do município, uma vez que o serviço foi prestado e a secretaria recebeu em janeiro os repasses para cumprir com as suas obrigações. Em contato com o blog a assessoria da empresa Clinica Cirúrgica esclarece que foram feitas inúmeras tentativas de dialogo que só tiveram êxito após a intervenção do MP. A CM ainda defendeu a abertura do novo IC (inquérito civil) em decorrência da falta recorrente de medicamento. Sobre as irregularidades no faturamento questionado pelo secretario Alair, a CM disse que todas as notas fiscais só são emitidas mediante o trabalho prestado, após auditoria e aprovação da secretaria. (sic) 

“Aceitamos trabalhar por mais 40 dias, o que irá gerar mais um mês e meio de débito, em respeito à população”, esclarece a nota da Clinica Médica.

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