25 janeiro 2013

Mãe Marina...


Como o partido do PT tem se comportado nos últimos 10 anos, é possível que boa parte da resistência que ainda existe e que não acredita em uma recuperação ideológica, deixe-o para seguir uma legenda mais próxima do que eles acreditavam.

No Maranhão já se cogita essa dissidência pelo deputado Federal Domingos Dutra, na mesma direção deve seguir militantes históricos da legenda e até fundadores, que arregalam os olhos atentos ao partido de Marina Silva.
O novo partido deverá estar entre a direita e a esquerda, nem fisiológico e nem extremista, ao que parece, e será exatamente nesse ponto que poderá seguir uma corrente de militantes órfãos, assumindo a posição abandonada pelo PT e o PSOL.

No Brasil, nomes de peso da política devem assumir a mesma identidade ideológica, quando esta estiver clara. No Maranhão, nomes tradicionais da oposição também seguirão no mesmo sentido, exatamente em função desta distorção ideológica dos partidos de esquerda. Digo, os de esquerda que existiam.

Há uma demonstração clara de independência de alguns partidos, teoricamente de esquerda, que refutam sob subserviniencia  de umas poucas lideranças sem voto, que mesmo assim comandam a maioria, que é o caso do PDT, que mesmo tido como democrático ainda respira a intolerância e o intervencionismo, como vimos na ultima eleição.

Como o PT, o PDT no Maranhão é um partido de discordância e sem debates, gerido pelo poder dos Lupi's ou Weverton Rocha’s e uma minoria comunista. Isso, são eles que mandam no PDT. Condicionado as vantagens e execrado, exatamente ao que falei no parágrafo anterior, a "subserviniencia" comunista. O outro, O PT governista, perdido e sem valor, atrelado ao comando do PMDB e a conveniência do vice governador. O PT é apenas um partido a serviço do outro.

O partido de Marina Silva chegará no momento em que a maior parte da oposição e da esquerda não possui partido, ideologia e nem discurso, é exatamente onde entra a maternidade de Marina, para assumir a orfandade da oposição no Maranhão. 

Que venha a mãe dos órfãos de partido...
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