22 outubro 2013

Existe ética quando se quer ganhar uma eleição?

Tivemos acesso a algumas informações sobre processos que correm na justiça comum e na justiça federal e que atingem diretamente alguns pré-candidatos a Deputado Federal do Maranhão do ano que vem, e mais, dois pretensos que estão diretamente ligados aos dois principais grupos que concorrem ao governo. Um do lado de Dino, pré-candidato da oposição, e o outro do lado do Luis Fernando, pretenso candidato governista.

Os processos estão ligados a desvios de verbas de programas que estão ligados a necessidades essenciais. 

Mas o debate pode se estender, a partir dessa divulgação, a questão que rodeia tais apoios, visto que desvios de recursos públicos estão diretamente ligados a corrupção e se julgados e condenados, também à lei de Ficha Limpa. Aí vem a pergunta: - Até que ponto esses apoios podem ser importantes para um candidato?

Se avaliarmos o projeto de poder a qualquer custo, sob a lógica lulista de fazer alianças, como o fez na eleição vitoriosa de Haddad a prefeitura de São Paulo  (foto histórica do abraço carinhoso de Paulo Maluf ao pupilo), então tudo vale.  

Mas até que ponto essa ótica valeria sob a visão ética e moral e o desejo de ganhar uma eleição? Seguindo desse pressuposto, pelo menos para a oposição, seguir as diretrizes imorais que sempre são praticadas em períodos pré-eleitorais no momento de fazer as alianças, custaria também o discurso de fazer um governo diferente, visto que os mesmos modos ressurgem no momento de adequar um projeto de governo com promessas de que este, de fato, é um governo diferente.


É aguardar para ver e que o eleitor tire suas conclusões, pois, afinal, a ética na política ainda estar para ser criada.

Obs: Este post continua...
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