22 fevereiro 2018

ARTIGO: Os criminosos estão soltos e a sociedade enjaulada, amedrontada...



A polícia Militar do Maranhão tem trabalhado de forma que a população elogia, no entanto, a violência desenfreada continua a amedrontar a sociedade.

Entre algumas justificativas para o aumento da violência estão ligado, principalmente, a ausência de punições (a certeza da impunidade), mas em outros casos, o uso de drogas (como o crack), trás descontrole aos criminosos, principalmente aos de pequenos delitos, no entanto, a maior preocupação nesse momento são com relação aos latrocínios (roubo seguido de morte) que vem ocorrendo ultimamente. Imperatriz como todas as cidades grandes do Brasil passa por uma grande reflexão social e sobre as ações da segurança pública. Afinal, o que realmente está ocorrendo e como deve ser combatido esses delitos? São duas questões entre inúmeras que podem ser feitas, entretanto, com poucas respostas ou nenhuma efetividade, mesmo em ações permanentes das politicas de segurança pública, o medo é a unica certeza da sociedade.

A morte do proprietário da van que seguia para Cidelândia e o taxista em Imperatriz, dois crimes que ocorreram nos últimos dias, possivelmente assaltos que não renderiam mais que alguns trocados, mas, mesmo assim os criminosos não hesitaram em executar suas vitimas. Taxistas em Imperatriz relatam e as vezes com normalidade os assaltos praticados por usuários de drogas e próximo a chamadas bocas de fumo. – Uma normalidade que assusta.

Por outro lado os defensores de direitos humanos e proteção de detentos são vigilantes na defesa dos seus “pupilos criminosos”, já as famílias que perdem seus entes não recebem nenhum consolo dessas comissões super-protetoras, as mesmas que cobram do Estado inclusive custeios de regalias aos presos que estão sob condicional ou na casa de passagem -  uma espécie de hotel do crime, onde passam o dia em práticas delituosas e retornam para dormir e cumprir a obrigação de passar a noite no alojamento.

Chegamos em um momento de reflexão definida como estado  de aprisionamento social, onde nós estamos aprisionados. Cercados pelo medo do ataque que pode vir a qualquer hora e a qualquer momento, pois mesmo quando não somos abordados fisicamente, somos assaltados pelas prestadoras de serviços, pelas companhias elétricas e até por aqueles que elegemos para nos representar.

Estamos presos e os bandidos soltos e sem perspectiva de relaxamento da pena. Essa é a realidade.

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