01 fevereiro 2013

Vereador, doutor e coroné*. Que que é isso João Silva?


Prestigioso, o advogado e, ou, o vereador João Silva, embolou tudo e agora não sabe se vai de vereador, advogado ou se volta aos tempo do ex-prefeito Davi, que o vereador tinha “Otoridade” de “coroné”.

Advogado e Vereador João Silva
Ufa, ainda bem que os tempos são outros...

Vejamos:
Devido a uma ação do ministério publico, que visa coibir o serviço clandestino de transporte de passageiros dentro de Imperatriz, a Secretaria de Transito (Setran) vem fiscalizando e fazendo cumprir esta determinação, exatamente o que ocorreu nesta quarta-feira (30), quando um micro-ônibus foi apreendido.

Não aceitando o cumprimento da determinação, o motorista incentivou os passageiros a agredirem os agentes de transito, que foram obrigados a acionar uma viatura policial, que acabou levou os mais exaltados para a delegacia.
Logo depois apareceu o vereador João Silva: Acusando a Setran e a policia, tudo em defesa do seu cliente, sócio do sindicato de lotação.
Motorista da lotação incentivou ataques ao guarda

Com uma exacerbada atitude do nobre legislador, [típicos de outros tempos de sua vanguarda política] o vereador/advogado tentou arrancar o veículo das mãos das duas autoridades do local: A policia e a Setran. Extremamente exaltado, o vereador ainda falou:  “Sou uma autoridade, um  A De V O G A D O e V E R E A D O R e ninguém vai prender o carro do meu cliente, pois EU SOU conhecedor das leis.”completou.

É João Silva, os tempos são outros: Vereador é um homem respeitado, eleito democraticamente, mas também deve respeitar as leis e o direito de quem fiscaliza seu cumprimento. O advogado, por sua vez, deve observar a determinação e questioná-la (judicialmente), respeitando as autoridades e não dispersá-las quando não estão a seu favor, e a patente de Coroné, essa deixou de existir para civis, como nos tempo dos senhores feudais...

O aconselhável é que não se atribua valores substituindo as responsabilidades, nem que se procure defeitos dos outros para justificar o seu, nem acreditar que a ilegalidade está liberada porque A ou B não consegue cumprir a contento suas obrigações. Imaginem pra onde iríamos com uma sociedade assim.

Então,  já deu pra ver que os tempos são outros.
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