27 junho 2013

ATO UNIFICADO FRUSTA JOVENS E CONTINUA ENFRAQUECIDO POR ENVOLVIMENTO POLITIQUEIRO

Como havia dito anteriormente, o movimento inicial que tomou conta do país, que tratava de várias solicitações do povo brasileiro vem perdendo o foco a cada mexida em Imperatriz, principalmente por consentir que parte dos manifestantes, que não possuem  interesse em tratar das dificuldades sociais, e sim, focar o governo municipal e satisfazer o ego abalado de algumas classes que foram frustradas recentemente, se envolverem e tomar conta de uma luta que é de todos os brasileiros.


Hoje (26), logo após o movimento que iniciou na praça de Fátima e pretendia seguir até ao entrocamento, para fechar a BR 010, se quer chegou a fazer o que discursavam. Vários jovens se manifestaram indignados por conta da desorganização, do barulho propagada por uma voz insuportável que ditava palavras de ordem no trio elétrico e principalmente pelo movimento estar perdendo o sentido inicial e focando uma luta poliqueira.

Claro que assim como os jovens de toda região do Brasil e até as famílias que se sentem afrontadas por aprovações recentes do Supremo, como o casamento gay, os jovens imperatrizenses gostariam de se manifestar e continuar lutando pela consolidação de mais conquistas, inflada a partir do engavetamento da PEC 37, mas estão sendo impedidos e ofuscados por movimentos classistas e totalmente ligados a partidos políticos. Os jovens, simplesmente desanimaram de continuar e se dizem lamentar.

Desde o inicio tenho avisado que tal inserção de esquerdistas esvaziaria o movimento, mas para quem conhece esses esquerdopatas sabem, que nunca eles dispensariam a chance de tentar virar estrela dessa peça, principalmente porque, sabendo que os problemas atuais do país, como corrupção, roubalheira escancarada, estádios superfaturados e as PEC 33  e 37, foram criadas pela própria esquerda, eles tentam de qualquer forma fingir que o movimento do Brasil inteiro não é com eles, afinal, são eles que governam o país, então, essa briga é contra quem?

Preocupados ou não, fingidos ou não, o movimento continua ilegítimo em Imperatriz, esvaziado e frustrando nossos jovens que sonham com um país e um futuro melhor.



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