21 fevereiro 2014

Imprudência, ação comum dos motoristas, encerra carreira promissora de dois jovens de João Lisboa.

Pelo menos três acidentes foram registrados ontem, somente na Avenida Pedro Neiva de Santa, um; com duas vitimas fatais.

A manobra arriscada, imprudente, estacionamento em fila dupla, avançar o sinal no vermelho, avançar a preferencial, é apenas um dos poucos atos de imprudência que se tornaram comuns nas atividades de profissionais e condutores de veículos em nossa região.

Há quem diga, que esse tipo de imprudência seria somente dos motoristas de Imperatriz, o que virou uma cultura, se isentar a centena de veículos de outras cidades que circulam dentro do municipio e que também não respeitam as normas de transito. 

Mas o que afeta ainda mais é a ausência de responsabilidade e de medidas enérgicas ou preventivas por parte das autoridades de transito; Iluminação, faixas, redutores de velocidades e pardais poderiam evitar acidentes trágicos como o que culminou com a morte dos dois jovens estudantes; Henrique e Karine, que seguiam para a faculdade na noite de ontem (20), na Av. Pedro Neiva de Santana, e foram surpreendidos por um caminhão em sentido contrário e proibido, causando a morte instantânea dos dois adolescentes.

Mas afinal, até quando os acidentes continuaram a acontecer entre as duas cidades sem que a autoridades tomem providencias? Somente ontem, pelo menos três casos foram registrados na mesma avenida, que além dos buracos ainda dependem de  iluminação na parte da noite.

Fica, mais um exemplo trágico e fatal que reforça o debate quanto a segurança no transito, e que, a instalação de pardais poderia diminuir a quantidade de acidentes que tem ocorrido naquela avenida, sem isentar, claro, a grande irresponsabilidade do profissional, que mesmo sendo seu único oficio, o de conduzir um veículo, ainda exerce de forma imprudente e arrisca, fatalmente, a vida de terceiros.

Um comentário:

Francisco Viana disse...

Na verdade o caminhão não trafegava em sentido contrário. O motorista tentou fazer o retorno, mas como o espaço no local é estreito, deu uma ré pra alinhar o caminhão e conseguir fazer a conversão. O veículo dirigido pelo jovem vinha atrás em alta velocidade e chocou-se contra a traseira do caminhão. É comum motoristas de carros grandes fazerem essa manobra naquele retorno, pois ele é estreito e não dá pra contornar de uma vez só, mas claro que isso não isenta a falta de atenção do motorista do caminhão no momento de efetuar a marcha ré. Também não se pode esquecer que o motorista do automóvel trafegava numa velocidade bastante alta para o local, tanto que o impacto foi violentíssimo. Trata-se de um episódio lamentável de culpa concorrente.