30 julho 2017

Zeca Tocantins revela estatística: "Somos todos filhos da puta!"

Cada um tem uma avaliação sobre a opinião que o cantor e compositor Zeca Tocantins publicou na rede social facebook (na imagem), no entanto, após a “chuva” de justificativas revela-se que a carapuça parece ter servido, e que deve ser motivo para reflexão: – "Muita gente nunca ouviu uma musica ou leu um livro de um artista local".



Zeca virou a sensação do momento ao questionar isso, mas o que mais chocou, infelizmente, foi o fato de o cantor ter chamado todos que nunca fizeram isso de “filho da puta” (sic). A interpretação sobre os motivos que levaram o artista a dizer são pouco relevantes nesse momento, apesar de muitos ainda tentarem se esquivar da carapuça. O efeito que no geral só vem depois da visão devastadora das redes sociais, agora passa a ser digerida como deveria ser. Quem não meditou ou despertou a curiosidade de ler ou ouvir, após a indicação de Zeca Tocantins? Muitos até ouviram, mas nem sabiam quem é o autor e acabaram vestindo a carapuça de filho da puta. Zangou!


A musica “Imperador Tocantins”, também conhecida como “Hino”, de autoria de Carlinhos Veloz, cantada por Alcione, Erasmo Dibel entre muitos cantores regionais, talvez tire da conta uma centena de FDP. O efeito ZT já registra vítimas e deve desencadear debates nas escolas e nas universidades, e quem sabe deveria passar a ser prioridade a leitura de livros de escritores locais. O efeito Zeca Tocantins é devastador como as lágrimas de um poeta ou como as revelações criptografadas deste mesmo sentimento. Ninguém segura mais um bom “filho da puta”.

“O Clube do Livro”, considerado, depois da Academia Imperatrizense de Letras, o grupo mais dedicado a leitura em Imperatriz, indicou, antes da polêmica, o livro “crônicas e Contos da cidade” – Antologia, edição 2016 - um livro escrito por autores de Imperatriz, inclusive com a participação de Adalberto Franklin (in memoriam), Trajano Neto, Arnaldo Monteiro, Edimilson Sanches, Livaldo Fregona e Hyana Reis: Membro do Clube do Livro e outros autores. 

Para os FDP, que pelo jeito vai sobrar poucos ao final da contabilidade, os livros de Adalberto Franklin, como “Breve história de Imperatriz” e outros com edição atualizada, Edimilson Sanches: “Enciclopédia de Imperatriz”, “Eu, Imperatriz” de Edelvira Marques e outros com conteúdos menos estatísticos ou formais, como “Nuvens passageiras” de Livaldo Fregona são algumas preciosidades da nossa região.

O cantor e compositor Zeca Tocantins pode até não ter público, mas acabou de acrescentar ao dicionário o sinônimo de um bom filho da puta.







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