11 junho 2019

Morte de criança pode ter estimulado 7ª assinatura para CPI, mas desalento no governo é evidente

O depoimento distribuído através de áudio nas redes sociais onde um pai desesperado pede socorro a quem puder ajudar, alegando que o filho estaria necessitando apenas de uma UTI, pode ter estimulado a sétima assinatura que precisava para o pedido de abertura da CPI da saúde de Imperatriz.  O pai, gravou outro áudio dizendo que o filho havia falecido e que tomaria todas as providencias atrás de justiça, atribuindo a morte do filho ao descaso no sistema de saúde.

Por outro lado, nem todo aquele que tem poder sabe exatamente o que deve fazer com ele. Talvez por isso o prefeito Assis Ramos, agora respondendo processos administrativos como servidor do estado, agrediu o radialista Justino. Talvez por isso, mesmo tendo o poder que tem, com 14 vereadores alinhados e 2 instáveis, portanto 16 vereadores, perde sistematicamente na câmara de vereadores. 

A assinatura do vereador Pedro Gomes eleva por mais tempo o desgaste do prefeito num campo altamente complexo, o da saúde. A assinatura num momento em que o governo ensaia uma espécie de "agora vai!", mesmo patinando e apenas com retórica e pouco serviço, vai estender o processo de saída da UTI administrativa que a prefeitura se encontra. Na verdade, tudo que o prefeito diz desde quando começou o governo, é, conseguimos ou agora vamos fazer, de fato, ou, de concreto, nenhuma obra saiu do papel a não inaugurar obras iniciadas no governo Madeira, essa é a verdade. 

Com a sétima assinatura pode ser dada entrada no requerimento para abertura da Comissão que tem ainda os vereadores Sargento Adelino, Carlos Hermes, Aurélio Gomes, Ricardo Seidel, Ditola e Bebé Taxista, mas isso só ocorre por conta da inexperiência da bancada, do líder do governo e do prefeito Assis Ramos. 

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