21 abril 2026

Igreja impõe regras duras e veta apoio político nas eleições. A nota foi divulgada 1 dia após assessoria de Eliziane Gama divulgar suposto apoio da entidade religiosa. Mas há controvérsias.

 


A Convenção Interestadual das Assembleias de Deus do SETA no Maranhão (CIADSETA-MA), com sede da cidade de Imperatriz, publicou novas regras que proíbem apoio político institucional e reforçam a neutralidade da igreja.

O documento garante a liberdade de voto dos fiéis, mas deixa claro: a convenção não apoia candidatos nem mantém acordos políticos.

Entre as medidas, líderes que quiserem disputar eleições deverão se afastar de suas funções religiosas. Também fica proibido qualquer tipo de campanha dentro dos templos, incluindo discursos e pedidos de voto.

Segundo o presidente, pastor Romeu Ribeiro Batista, as normas visam evitar conflitos e manter o foco espiritual das igrejas.

A norma surge 1 dia após o patriarca Raul Cavalcante ter região com a Senadora Petista Eliziane Gama, e divulgar suposto apoio do religioso e da entidade controlada pela família.

CONTROVERSIA_ 

Em suas redes sociais membros diretos e membros da família Cavalcante, divulgam reuniões e tratam de questões políticas, apesar da negativa do presidente, que se mantém distante dos processos, o pai, Raul Cavalcante e os irmãos, sempre cortejaram diversas vertentes políticas inclusive se beneficiando do período comunista no Maranhão, com cargos e salários. 

A decisão da Igreja parece utópica se apurarmos os fatos, deixando bem evidente que apesar do discurso, as negociatas e acordos que os beneficiem sempre foi uma possibilidade, desde que seja bom pra eles. Aleluia!

 

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