O vice-presidente do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) e ex-secretário-chefe da Casa Civil durante o governo do agora ministro do STF Flávio Dino, Marcelo Tavares assumirá a presidência da Corte por 180 dias.
Incompetência Absoluta: A defesa alega violação do princípio do juiz natural, sustentando que apenas o STJ poderia supervisionar atos contra o governador.
Violação do Sistema Acusatório: Aponta descumprimento do CPP e da Constituição, afirmando que a iniciativa de investigação não pode partir do magistrado.
Falta de Acolhimento da PGR: O documento destaca que a própria Procuradoria-Geral da República não referendou o inquérito, apontando a ausência de atribuição do STF.
Falta de Acesso: Os advogados afirmam que tentam há mais de um ano ter acesso aos autos sigilosos e que adotarão medidas para anular os atos.

O governo dos Estados Unidos passou a considerar a aplicação de novas sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após as operações autorizadas pelo magistrado contra um jornalista e um ex-secretário do Maranhão. A informação foi publicada pelo jornal britânico Financial Times.
A possível reação ocorre depois de Moraes autorizar medidas contra pessoas relacionadas às reportagens do jornalista Luís Pablo sobre o suposto uso irregular de veículos oficiais por familiares do ministro Flávio Dino.
O jornalista foi alvo de busca e apreensão em março. Mais recentemente, Moraes autorizou uma operação contra o ex-secretário de Estado Raimundo Cutrim, apontado como fonte das publicações após a Polícia Federal analisar dados extraídos dos aparelhos de Luís Pablo.
Segundo a reportagem, as novas medidas passaram a ser avaliadas pelos Estados Unidos diante da repercussão das operações. Moraes já havia sido alvo de sanções norte-americanas em 2025, quando foi enquadrado na Lei Magnitsky.
Familiares do ministro e o escritório de advocacia administrado por sua esposa também foram atingidos por sanções econômicas. As medidas foram relacionadas à atuação de Moraes como relator do processo sobre a tentativa de golpe de Estado que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
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| Assessora de comunicação estaria articulando seu próprio candidato a presidencia da camara e candidatos a deputados, sem anuência de Guerreiro. |
O projeto foi duramente criticado pelo deputado federal Duarte Júnior (Avante), pois Araújo utiliza tornozeleira eletrônica por determinação de ordem judicial. O filho do parlamentar também tenta uma vaga na Câmara Federal.
“Isso só pode ser brincadeira. Edson Araújo vai ser candidato a deputado estadual. Sim, Edson Araújo, aquele mesmo que tá usando tornozeleira. E não é só isso: também o filho, candidato a deputado federal”, declarou.
O deputado questionou ainda a diferença entre o patrimônio declarado por Edson Araújo à Justiça Eleitoral e os valores que teriam sido identificados durante as investigações. De acordo com Duarte, embora tenha declarado patrimônio de R$ 262 mil, Araújo teria movimentado valores milionários entre 2023 e 2025 — sendo R$ 112 milhões apenas em 2024.
O Ministério Público do Maranhão, por meio do Grupo Operacional de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), e a Polícia Civil do Maranhão, por meio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), realizam nesta quinta-feira, 13, a Operação Hidra, simultaneamente nos estados do Maranhão, Rio de Janeiro, Pará e Mato Grosso.
O objetivo é desarticular lideranças da facção criminosa Comando Vermelho, investigadas por envolvimento com tráfico de drogas, domínio territorial, violência e extorsão de prestadores de serviços, incluindo provedores de internet.
A operação prevê o cumprimento de 21 mandados de prisão e 18 mandados de busca e apreensão, além de ordem judicial de bloqueio do valor aproximado de R$ 17 milhões.
No interior do Maranhão, nos municípios de Chapadinha, Coroatá, Santa Quitéria, Brejo e Coelho Neto foram presas oito pessoas. Um provedor de internet operado pela organização criminosa foi interditado. As medidas incluem a apreensão de veículos e bens, documentos e objetos de interesse para a investigação.
No Rio de Janeiro, foram presos o líder do Comando Vermelho de Brejo e a companheira dele, também faccionada e que cuida das operações financeiras da organização criminosa. Durante as buscas, foram apreendidos uma pistola de uso restrito, munições e carregadores, uma caminhonete de luxo blindada e cadernos com anotações de tráfico de drogas.
Em Mato Grosso, no município de Nova Mutum, foram presas duas faccionadas que integram uma família que lidera o Comando Vermelho na cidade maranhense de Coelho Neto e cuidam das operações financeiras.
A Operação Hidra é parte da Operação Rede Nacional de Operações de Combate ao Crime Organizado (Renorcrim), da Coordenação-Geral de Combate ao Crime Organizado (CGCCO/DIOPI), da Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (Senasp/MJSP).
A ação continua em andamento. Mais informações e o balanço completo serão divulgados após a conclusão das diligências.

Ele teve seu computador e celular apreendidos em março pela Polícia Federal. O órgão acessou as conversas dele com informantes, que foram alvos de busca e apreensão nesta terça-feira (11).
“Estão tentando me destruir profissionalmente, porque diante da revelação da minha fonte a nível nacional, quem é a pessoa que daqui para a frente vai querer falar comigo ou me passar informação?”, questiona Luís Pablo em entrevista à Folha.
Os textos que ele publica desde 2011 no blog Luís Pablo, apresentado como “jornalismo independente que incomoda o poder”, tratavam do suposto uso irregular de carros do TJ-MA (Tribunal de Justiça do Maranhão) e do governo do estado por Dino.
Para ele, a decisão de Moraes é um “precedente grave a todos os jornalistas do país, que estão à mercê de ser alvo de uma operação como a que aconteceu comigo”.
Luís Pablo também nega ter sido pago para divulgar reportagens e diz que a quantia de R$ 100 mil citada em investigação da PF se refere ao empréstimo de um amigo.
Procurada pela Folha, a assessoria de Dino enviou duas notas ministro e uma do Tribunal de Justiça do Maranhão negando irregularidades. Elas afirmam que veículos de segurança são utilizados pelo STF, em colaboração com os tribunais, com base em normas da corte e do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
A assessoria de Dino diz que “jamais houve uso irregular de veículo oficial” do TJ-MA e que “um carro blindado foi cedido por solicitação da Secretaria de Segurança do STF, no âmbito de acordo de cooperação vigente com todos os tribunais do país”. O ministro afirma ter pedido a ampliação das medidas de segurança para ele e sua família.
Entidades de jornalismo criticaram a decisão de Moraes e afirmam que casos do tipo podem resultar em intimidação do trabalho da imprensa.
O que era mostrado nas reportagens que motivaram essas medidas judiciais?
O uso irregular do veículo oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão por parte dos familiares do ministro Flávio Dino. Era irregular porque não havia nenhuma sessão administrativa do STF para o Tribunal de Justiça concedendo o veículo para ele.
O que havia era um documento solicitando apenas apoio de segurança para o ministro. Só após as minhas reportagens é que o STF encaminhou um novo documento pedindo para ceder o veículo para o ministro.
O inquérito trata de uma suspeita de perseguição ao ministro e à família dele. Durante a elaboração da reportagem, houve perseguição a essas pessoas?
Nunca procurei nenhum familiar, e nem o ministro Flávio Dino foi abordado por mim. Eu procurei de forma institucional por meio do seu email do gabinete e do STF, assim como também procurei por meio do email do Tribunal de Justiça pedindo esclarecimentos, e nenhum me respondeu.
Mas houve monitoramento durante a apuração da reportagem?
Quando aconteceu a operação em março, fui acusado de estar monitorando Flávio Dino. Ontem [terça, 11], após nova decisão do ministro Alexandre de Moraes, ficou provado que eu em momento algum monitorei Dino. Após a revelação da minha fonte, ficou comprovado que recebi o material da fonte. Essa afirmação de que eu estava monitorando o ministro não existe.
Como foi o dia em que houve a busca e apreensão na sua casa, em março?
Durou apenas dez minutos porque eles vieram diretamente buscar apenas meus equipamentos de trabalho. Em seguida foram embora.
E qual sua reação à época?
Fiquei estarrecido, fiquei me sentindo intimidado diante de uma decisão que me deixou sem meus equipamentos de trabalho. Fiquei durante dias sem trabalhar, sem meus equipamentos. Eu me senti censurado diante dessa decisão.
Isso mudou de alguma forma a rotina de trabalho?
Mudou completamente. Eu me sinto uma pessoa prejudicada profissionalmente. Estão tentando me destruir profissionalmente, porque diante da revelação da minha fonte a nível nacional, quem é a pessoa que daqui para a frente vai querer falar comigo ou me passar informação? Nenhuma. Como é que eu vou exercer o papel de jornalista sem ter a prerrogativa de não revelar minha fonte?
Dino disse que precisou reforçar a segurança dele e da família dele. A reportagem criava insegurança para o ministro?
A matéria foi de interesse público, porque não investiguei a pessoa, investiguei o fato. E o fato é que o ministro estava usando um carro oficial do Tribunal de Justiça em que até o combustível é custeado pelos cofres públicos com cartão corporativo.
Em nota, o sr. disse que há “profunda preocupação” com o trabalho conduzido pela Polícia Federal nesse caso. Qual é essa preocupação?
A preocupação é em relação ao relatório, que expõe uma questão que não condiz com a realidade sobre a aquisição de uma propriedade, e às reportagens que eu divulguei. Eu não recebi dinheiro para divulgar as reportagens. Eu fiz o meu papel como jornalista.
A investigação aponta suspeita de que houve um pagamento de R$ 100 mil a um terceiro para quitar um imóvel que o sr. tinha adquirido.
Não existe relação nenhuma entre a aquisição do imóvel com as reportagens. Essa acusação é inverdade, é sem fundamento. A aquisição do imóvel foi mediante um empréstimo que o advogado fez para mim, ele é meu amigo pessoal. Eu não recebi nenhum dinheiro do advogado para publicar as reportagens.
O relatório diz que há indícios de que o sr. faz reportagens compradas. Qual sua posição sobre essa afirmação?
Eu não recebi [dinheiro], reafirmo que não recebi, e não existe prova nas conversas que tive com o advogado que eu recebi dinheiro para divulgar reportagens contra Flávio Dino.
Associações de jornalismo criticaram as decisões de Alexandre de Moraes sobre o caso. O sr. tem recebido suporte?
Fui procurado pelo Sindicato dos Jornalistas do Maranhão, que divulgou nota junto com a Fenaj [Federação Nacional dos Jornalistas], e a Abraji [Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo] também me procurou. As demais se manifestaram em notas.
Peço que todas as entidades façam uma representação diante desse precedente muito grave, não só comigo, mas com todos os jornalistas do país, que estão à mercê de ser alvo de uma operação como a que aconteceu comigo.
Raio-X
Luís Pablo Conceição Almeida, 40, é nascido em São Luís e atua como jornalista desde 2011. É autor do blog Luís Pablo, no qual publica textos sobre polícia e Judiciário do Maranhão.

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (13), a Operação Monte Sinai, que apura a atuação de organização criminosa suspeita de envolvimento em fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro, ocultação de ativos e crimes contra a ordem tributária no Maranhão. A investigação teve início a partir de análises realizadas pela Receita Federal do Brasil e pela Controladoria-Geral da União.
Ação cumpre nove mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), sendo três em São Luís e seis em municípios do interior do estado. Também foram autorizados o bloqueio e o sequestro de bens e valores, além da proibição de que empresas investigadas participem de licitações ou mantenham contratos com órgãos públicos.
Os elementos reunidos apontam para possíveis irregularidades na aplicação de recursos oriundos de emendas parlamentares federais, repassados por meio de convênios destinados à execução de obras de infraestrutura em municípios maranhenses.
Também são apurados indícios de utilização irregular de recursos provenientes de precatórios do Fundef/Fundeb em contratos de pavimentação e de infraestrutura, em possível desacordo com a destinação legal dessas verbas, vinculadas ao financiamento e ao desenvolvimento da educação pública.
Hoje, 10 de agosto, professores de Língua Portuguesa e Matemática e gestores escolares da rede estadual participarão de encontros pedagógicos em Imperatriz e Açailândia (MA). A iniciativa é voltada para a recomposição das aprendizagens dos estudantes e integra o programa “Ensino Médio de Verdade”, desenvolvido pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc) com apoio técnico do Grupo Eureka.
Ao todo, estão previstas atividades nas 20 unidades regionais de ensino (UREs), contemplando 544 escolas e envolvendo cerca de cinco mil profissionais de educação. “Os encontros pedagógicos que vão potencializar o ensino de Língua Portuguesa e Matemática, fortalecendo o desenvolvimento de todos os estudantes da rede pública estadual de Ensino Médio”, destaca a secretária de Estado da Educação do Maranhão, Jandira Dias.
Estão previstas atividades sobre recomposição da aprendizagem e saúde mental, incluindo uma palestra ministrada pela filósofa e psicóloga Viviane Mosé. No evento, será apresentada uma plataforma de inteligência artificial que apoiará o trabalho dos docentes.
Um dos objetivos da ação é aumentar os níveis de aprendizagem dos estudantes do Ensino Médio no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). A nota dos alunos maranhenses passou de 3,8 para 3,9 entre 2023 e 2025.
“O que estamos fazendo é reconhecer as desigualdades existentes e investir na formação continuada dos professores. Nosso objetivo é superar essas defasagens de aprendizagem e garantir que todos os estudantes estejam na rota do desenvolvimento”, explica Wellington Gouveia, superintendente de Gestão de Ensino na Seduc Maranhão.
Além dos encontros, serão oferecidos aos profissionais de educação mais de 400 recursos pedagógicos por meio da plataforma “E-Maranhão”. Entre eles:
- Cerca de 250 planos de aula divididos por componentes curriculares (como Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, Inglês, Artes entre outros);
- Mais de 20 recursos educacionais digitais (REDs) desenvolvidos para as obras Ensino Médio em Foco e Oficina de Escrita;
- Cinco cursos de atualização profissional para docentes;
- Biblioteca de conteúdo extra com mais de 140 títulos abrangendo diversas disciplinas;
- Materiais de apoio ao docente, sequências didáticas, vídeos, áudios, entre outros.
A plataforma também conta com mais de 60 recursos de acessibilidade, voltados a diferentes necessidades, como baixa visão, daltonismo, TDAH e dislexia, promovendo autonomia e inclusão no ambiente digital.
Inteligência Artificial
Outro recurso do programa é a “ProfessorIA”, ferramenta que combina inteligência artificial de professores virtuais com a atuação de especialistas humanos, garantindo intencionalidade pedagógica. A plataforma oferece mediação de conteúdos, acompanhamento das demandas e aulas on-line sobre temas e dúvidas recorrentes, além de apoiar os docentes na elaboração de planos de aula e atividades alinhadas às necessidades dos estudantes.
“A inteligência artificial é mais uma tecnologia que se soma a tantas outras, assim como o livro ou o retroprojetor. A diferença está em como o professor se apropria dessas ferramentas. O educador continua sendo o centro do processo de ensino e aprendizagem”, afirma Marco Saliba, professor do Grupo Eureka.
Materiais de apoio
No encontro, os professores conhecerão as obras “Coleção Ensino Médio em Foco” e “Oficina de Escrita”, com três volumes cada, voltados aos diferentes anos do Ensino Médio. Os materiais reúnem atividades graduadas, situações-problema, planos de aula, simulados, conteúdos preparatórios para o Enem e recursos multimídia, além de terem sido adaptados à realidade dos estudantes maranhenses para apoiar os educadores na elaboração e aplicação de projetos pedagógicos.
Calendário de Encontros
03/08 – Balsas (já realizado)
04/08 – São João dos Patos (já realizado)
05/08 – Timon e Caxias (já realizado)
06/08 – Presidente Dutra e Barra do Corda (já realizado)
07/08 – Pedreiras e Codó (já realizado)
10/08 – Imperatriz e Açailândia
11/08 – Santa Inês e Zé Doca
1]2/08 – Pinheiro e Viana
13/08 – Bacabal e Lago da Pedra
17 e 18/08 – São Luís
Os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação
Básica (IDEB) voltam a colocar a educação municipal de Açailândia no centro do
debate. O desempenho da rede, segundo os dados apresentados, teria avançado
apenas dois décimos no período analisado, passando de 5,5 para 5,7,
resultado que permanece abaixo da referência de 6,0 estabelecida como
parâmetro nacional.
O número, embora represente algum crescimento, é considerado
insuficiente, especialmente diante do tempo de permanência da atual secretária
de Educação, Karla, professora de Ciências que chegou ao cargo por
indicação da gestão do ex-prefeito Aluísio e permanece à frente da pasta
até hoje.
Para profissionais da educação, o resultado seria um reflexo
de problemas mais amplos relacionados à condução da política educacional do
município e à necessidade de uma gestão mais próxima da realidade enfrentada
diariamente por professores, gestores, supervisores e alunos.
O desgaste político em torno da Secretaria de Educação teria
aumentado nas últimas semanas. Gestores e supervisores da rede municipal vêm se
articulando por meio das redes sociais e de reuniões com o prefeito, com a
primeira-dama e com vereadores, buscando construir uma frente de diálogo em
defesa de mudanças na condução da pasta.
A movimentação revela que a insatisfação, segundo os relatos
que circulam entre profissionais da educação, não estaria restrita a questões
administrativas. O principal questionamento seria sobre o modelo de gestão
adotado e sua capacidade de responder aos desafios concretos enfrentados nas
escolas.
Entre as reivindicações está a escolha de um novo perfil
para comandar a Secretaria de Educação: alguém com maior presença nas unidades
escolares, conhecimento pedagógico, capacidade de diálogo e disposição para
ouvir os profissionais.
Dois décimos em anos de gestão
O ponto mais questionado é justamente a relação entre o
tempo de permanência da secretária e os resultados apresentados pela rede.
Um crescimento de 5,5 para 5,7 no IDEB, em um cenário
no qual a educação municipal enfrenta diversos desafios, é considerado por
críticos como um avanço tímido. A comparação com a referência de 6,0 reforça o
argumento daqueles que defendem uma mudança na estratégia educacional do
município.
Karla chegou à Secretaria de Educação durante a gestão do
ex-prefeito Aluísio e permanece no cargo mesmo após a mudança de governo. Para
os críticos, a manutenção da secretária passou a ser uma decisão que precisa
ser avaliada não apenas sob a ótica política, mas principalmente pelos
resultados apresentados pela rede municipal.
Mais do que uma disputa política, a discussão deveria estar
concentrada na qualidade do ensino oferecido às crianças e adolescentes de
Açailândia, apontam profissionais ouvidos pelo site.
O magistrado atua na Vara do Trabalho de Balsas, município com cerca de 100 mil habitantes situado no extremo sul do Maranhão, a 800 quilômetros da capital São Luís. O procedimento que investiga Castro Vieira tem origem em correição ordinária no fórum quando foi identificada a instalação irregular e não autorizada dos dispositivos eletrônicos.
A informação sobre o afastamento do juiz foi divulgada pelo advogado Alex Ferreira Borralho, que mantém o site Direito e Ordem, e confirmada pelo Estadão. Segundo o relatório da equipe de segurança institucional do TST, os equipamentos encontravam-se instalados em ambientes sensíveis e de intensa circulação de pessoas – secretaria, sala de audiências, gabinete do juiz, sala de espera e refeitório – e possuíam captação de imagens em 360º, gravação de áudio e transmissão remota, via internet, para receptor externo.
Questionado, Castro Vieira confirmou ter adquirido e instalado, há alguns anos, sete dispositivos nas dependências da Vara, alegando que a medida visava o monitoramento da unidade, de forma a garantir a sua segurança, dos servidores e dos próprios jurisdicionados. Ele sustentou, ainda, que a existência do aparato era “pública e facilmente identificável”.
Familiares do ex-deputado e ex-secretário de Estado da Segurança Pública, Raimundo Cutrim, divulgaram vídeo neste domingo, 9, Dia dos Pais, cobrando acesso a um processo que tramita no Supremo Tribunal Federal sob a relatoria do ministro e ex-governador, Flávio Dino.
De acordo com o que foi apurado, Dino retirou do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e avocou para si, um processo que envolve o assassino confesso Gilbson Cutrim, que executou o agiota João Bosco em agosto de 2022, na área externa do edifício Teach Office, na Ponta D´Areia, em São Luís.
Gilbson já está gozando do regime semiaberto e vem divulgando vídeos nas redes sociais acusando o governador Carlos Brandão (MDB), desafeto do grupo político ao qual Dino pertenceu, e familiares seus de envolvimento no crime através da suposta compra do silêncio do assassino.
Cutrim teve a prisão preventiva decretada no mês passado e continua cumprindo a mesma em sua residência, tendo que usar tornozeleira eletrônica.
Seus familiares reclamaram que eles e os advogados não conseguem ter acesso ao processo objetivando proceder a defesa do ex-secretário.
Eriiceira

O deputado federal Aluisio Mendes promoveu, nesta quinta-feira, um almoço de trabalho com prefeitos que integram sua base política, em um importante momento de diálogo, alinhamento estratégico e fortalecimento das parcerias construídas ao longo dos últimos anos.
O encontro contou com a presença de Marcos Brandão e reafirmou a união do grupo em torno do projeto político que tem Orleans Brandão como pré-candidato ao Governo do Maranhão. Durante a reunião, foram debatidas as prioridades para os municípios, o fortalecimento da atuação conjunta e os próximos passos para consolidar um projeto voltado ao desenvolvimento do estado.
Para Aluisio Mendes, a reunião demonstra a solidez da base municipalista construída ao longo do mandato e reforça o compromisso de seguir trabalhando em parceria com os gestores para garantir mais investimentos e melhorias para a população maranhense.
Segue a lista dos prefeitos que compõe a base do deputado Aluisio Mendes:
O encontro reforça a força política do grupo e evidencia a unidade em torno de um projeto que busca dar continuidade ao desenvolvimento do Maranhão, fortalecendo o diálogo entre lideranças municipais e estaduais e consolidando uma agenda voltada para o crescimento dos municípios e a melhoria da qualidade de vida da população.
A prefeita de Brejo de Areia, Geizianne da Conceição Costa, está no bojo de inquérito criminal instaurado no âmbito da Procuradoria Geral ...