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Fonte: Estadão

Texto-base da proposta que limita os gastos públicos à inflação por 20 anos teve 359 votos a favor e 116 contra; proposta agora vai ao Senado

BRASÍLIA - O plenário da Câmara dos Deputados aprovou em segundo turno, por 359 votos a 116, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que institui um teto de gastos para a União por 20 anos. Houve ainda duas abstenções. O placar mostra que o Palácio do Planalto perdeu sete votos em relação ao primeiro turno, embora viesse apostando inclusive em uma margem maior na segunda votação.

Deputados votam neste momento destaques e emendas à PEC. Ao todo, estão sendo votados seis destaques, a maioria da oposição. Líderes da base aliada demonstram preocupação com a votação dos destaques. O medo é de que o governo não consiga os 308 votos necessários para rejeitar as mudanças, por falta de quórum. Alguns deputados já deixaram a Casa após a votação do texto-base. Sem a garantia de 308 votos para derrubar cada um dos seis destaques apresentados pela oposição, há risco de atraso no cronograma de tramitação da medida, que o governo pretende ver aprovada até o fim deste ano.

Pelo regimento, caso algum destaque ao texto da PEC seja aprovado, o texto terá de retornar à comissão especial para a confecção da nova redação e depois passar por novo turno de votação no plenário da Câmara. Só após duas votações de um texto igual é que a proposta pode seguir ao Senado.

No dia 10, a medida foi aprovada em primeiro turno por 366 votos a 111, com duas abstenções. Com isso, a criação de um teto de gastos, principal aposta da equipe econômica para reequilibrar as contas públicas, está pronta para ir ao Senado, onde também será apreciada em dois turnos. A estimativa é que a primeira análise do texto pelos senadores ocorra em 29 de novembro. A votação final deve ficar para 13 e 14 de dezembro.

Nos últimos dias, o governo repetiu a receita adotada no primeiro turno para tentar ampliar a "gordura" no placar de aprovação da PEC na Câmara. Dois ministros foram exonerados e voltaram à Câmara para votar a favor da medida: Bruno Araújo (Cidades) e Fernando Coelho Filho (Minas e Energia). O Planalto também fez chegar aos partidos políticos que as nomeações para cargos na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil devem sair em breve, um agrado aos aliados.

Além disso, na noite de segunda-feira, membros da base se reuniram em um coquetel na residência oficial do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para acertar os últimos detalhes da votação - também uma maneira de garantir o quórum em meio à semana decisiva para o segundo turno das eleições municipais. O encontro ainda contou com a presença do principal fiador da proposta, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

Mas a estratégia não deu certo, e a oposição à PEC inclusive ampliou em cinco votos. "Alguns deputados sofreram pressão de suas bases, outros viajaram", avaliou o líder do PSD na Câmara, Rogério Rosso (DF). Ao longo do dia, a oposição mostrou que fez a lição de casa e conseguiu dificultar a votação. Prova disso é que as 7h30 necessárias em 10 de outubro para apreciar o texto-base não bastaram para que a mesma missão fosse cumprida pelos parlamentares da base aliada na noite de ontem. A discussão até a aprovação do mérito desta vez durou 8h30.

Já as votações de requerimentos, uma espécie de termômetro, tiveram placares abaixo dos 308 votos necessários para a aprovação da PEC, um retrato bastante distinto do que se viu no primeiro turno, quando a base garantia folga até mesmo nas votações de menor relevância. A realização de reuniões e comissões à tarde, contudo, pode ter contribuído para a diferença.

Saúde e educação. As regras da PEC para as despesas com saúde e educação continuaram a ser o principal alvo de críticas de parlamentares da oposição. Ontem, durante a sessão, os deputados contrários à medida promoveram um ato e entregaram a Maia caixas que simbolizavam as mais de 320 mil assinaturas em uma petição online que pede a rejeição da proposta.

O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ), promotor da petição, disse que o teto de gastos apresenta risco aos recursos destinados às duas áreas e classificou a medida de "PEC da desigualdade". O ato ocorreu de forma ordenada e durou poucos minutos. O relator Darcísio Perondi, no entanto, defendeu que a medida será a salvação para as contas públicas.

Mais tarde, manifestantes que ocupavam as galerias do plenário e entoavam gritos contrários à PEC foram ameaçados de expulsão pelo presidente da Casa. A sessão chegou a ser suspensa. "1, 2, 3, 4, 5 mil. Ou para essa PEC, ou paramos o Brasil" e "Ô deputado, preste atenção, você foi eleito com o voto do povão" eram alguns dos gritos entoados pelos manifestantes, que acabaram sendo expulsos de fato à noite.

Medidas. O texto-base da PEC, já aprovado em primeiro turno na Câmara, prevê que o crescimento das despesas do governo estará limitado à inflação acumulada em 12 meses até junho do ano anterior por um período de 20 anos. A exceção é 2017, quando o limite vai subir 7,2%, alta de preços prevista para todo o ano de 2016, como já consta no Orçamento. A medida é a principal aposta do governo de Michel Temer para reequilibrar as contas públicas.

A partir do décimo ano de vigência, a regra da PEC poderá ser alterada uma vez a cada mandato presidencial. Saúde e educação, por sua vez, têm critérios específicos: as despesas nessas áreas continuarão a seguir um patamar mínimo, que serão os valores previstos para 2017. No caso da educação, são 18% da receita de impostos. Na saúde, 15% da Receita Corrente Líquida (RCL). A partir de 2018, o mínimo em ambas as áreas passará a ser atualizado pela inflação e não estará mais vinculado à receita.

O rol de penalidades em caso de descumprimento do limite de despesas - ainda mais duro do que na proposta enviada pelo governo - também foi referendado pelo plenário da Câmara. As principais delas é a proibição de reajuste do salário mínimo além da inflação (em caso de estouro do teto pelo Executivo) e o congelamento de salários do funcionalismo público.

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publicado às 03:53

50 cc são motivos de acidentes envolvendo idosos que transitam sem cnh
Após adiamento, falta de habilitação de 'cinquentinha' dará multa a partir de 1º de novembro. DENATRAN confirmou a data e a Infração é gravíssima e multiplicada por 3, chegando a R$ 880,41.

O Denatran chegou a dizer que a cobrança começaria em junho último, mas depois voltou atrás e declarou que seria apenas a partir de novembro. Na época, vários estados chegaram até a emitir as multas e o órgão indicou que os usuários podiam recorrer.A aplicação dessas multas foi adiada 3 vezes: a previsão inicial era começar em março passado.

Quem for pego conduzindo "cinquentinha" sem habilitação cometerá infração gravíssima com multa agravada, que é multiplicada por 3. Assim, como a penalidade para infração gravíssima subirá para R$ 293,47 em 1º de novembro, a cobrança por rodar sem habilitação chegará a R$ 880,41. O veículo também poderá ser apreendido.

Para guiar "cinquentinha" é preciso ter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria A, para motos, ou a ACC, um documento pouco conhecido do público, mas que tem sido pouco procurada em função do valor cobrado que fica proximo de tirar a habilitação permanente. 

Em Imperatriz, não é dificil encontrar um acidente com uma 50 cilindradas trafegando, geralmente, sem respeitar nenhuma norma de transito, o que resulta em acidentes graves e que muitas vezes custam a vida. Idosos e menores de idade trafegam livremente e são as principais vitimas da falta de conhecimento minimo para trafegar em um transito tão complexo. 

Ao certo a nova lei vai livrar muito idoso da morte no trânsito. 

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publicado às 20:11


O deputado estadual Wellington do Curso (PP) declarou, na tarde desta segunda-feira, 24, da tribuna da Assembleia Legislativa, o apoio ao candidato a prefeito Eduardo Braide-33.
Dono de um prestígio popular legitimado em mais de 100 mil votos conquistados no primeiro turno da eleição em São Luis, o apoio de Wellington pode agregar valor eleitoral a Braide a ponto de decidir o pleito a favor do adversário do prefeito Edivaldo-12.
O ideal seria que o anúncio tivesse sido feito logo nos primeiros dias após o resultado do primeiro turno para dar maior volume à campanha do "33", mas, é aquela história: antes tarde do que nunca.
A declaração de apoio de Wellington a Braide não só foi o grande fato político deste segundo turno, como obrigou o governador Flávio Dino a sair da "toca" e, enfim, vir a público pedir voto para a reeleição do prefeito Edivaldo, que há tempos vinha lutava por tal declaração.
O fato é que esta segunda-feira acabou com jeitinho de disputa entre deputado Wellington e o governador Flávio, hoje, talvez, os dois maiores cabos eleitorais de São Luis.
No domingo, 30 de outubro, as urnas dirão que vai levar a melhor.
Se de Edivaldo é vitória de Dino.
Se der Braide, não há como negar que é mais uma vitória desse lutador que atende pelo nome político de Wellington do Curso.
Que pode, inclusive, vir se tornar um dos principais líderes da oposição ao governo comunista no Maranhão.

Por Robert Lobato

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publicado às 15:30


A Comissão de Educação, Cultura e Esporte discutiu nesta terça-feira (18) o projeto que reconhece como patrimônio cultural imaterial brasileiro o rodeio, a vaquejada e manifestações relacionadas (PLC 24/2016). A proposta dividiu opiniões e ganhou mais destaque em razão da decisão do Supremo Tribunal Federal de declarar inconstitucional uma lei do Ceará que regulamentava os eventos como prática esportiva e cultural no estado. O relator na CE, senador Otto Alencar (PSD-BA), disse que os rodeios são parte essencial da cultura nordestina e lembra que a atividade gera 600 mil empregos diretos e indiretos, além de movimentar cerca de R$ 600 milhões por ano. Vários senadores pediram vista para analisar o projeto, que volta à pauta na próxima reunião. O senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) anunciou que vai apresentar um voto em separado pela rejeição da proposta.

fonte: Agência Senado

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publicado às 13:32


A Associação dos Juízes Federais (Ajufe) rebateu em nota as declarações de Renan Calheiros, que chamou de "juizeco" o juiz Vallisney de Souza Oliveira, responsável pela operação que prendeu o chefe da Polícia do Senado.
Roberto Veloso, presidente da Ajufe, classificou o comportamento de Renan como "típico daqueles que pensam que se encontram acima da lei". "Só leva à certeza que merece reforma a figura do foro privilegiado, assim como a rejeição completa do projeto de lei que trata do abuso de autoridade."
Abaixo, a íntegra da nota.
A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) vem a público manifestar repúdio veemente e lamentar as declarações do presidente do Senado Federal, Renan Calheiros, que chamou de "juizeco" o juiz da 10ª Vara Federal de Brasília/DF, Vallisney de Souza Oliveira, responsável pela Operação Métis, a quem se presta a mais ampla e irrestrita solidariedade.
Vale lembrar que tal operação refere-se a varreduras, por agentes da polícia legislativa, em residências particulares de senadores para identificar eventuais escutas telefônicas instaladas com autorização judicial, com o propósito de obstruir investigações da Operação Lava Jato, o que, se confirmado, representa nítida afronta a ordens emanadas do Poder Judiciário.

Tal operação não envolveu qualquer ato que recaísse sobre autoridade com foro privilegiado, em que pese o presidente do Senado Federal seja um dos investigados da Operação Lava Jato, senão sobre agentes da polícia legislativa de tal casa, que não gozam dessa prerrogativa, cabendo, assim, a decisão ao juiz de 1ª instância.

De outro lado, havendo qualquer tipo de insurgência quanto ao conteúdo da referida decisão, cabem aos interessados os recursos previstos na legislação pátria, e não a ofensa lamentável perpetrada pelo presidente do Senado Federal, depreciativa de todo o Poder Judiciário.

Esse comportamento, aliás, típico daqueles que pensam que se encontram acima da lei, só leva à certeza que merece reforma a figura do foro privilegiado, assim como a rejeição completa do projeto de lei que trata do abuso de autoridade, amplamente defendido pelo senador Renan Calheiros, cujo nítido propósito é o de enfraquecer todas as ações de combate à corrupção e outros desvios em andamento no País.

Roberto Veloso
Presidente da Ajufe

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publicado às 12:58

Nas primeiras horas da tarde de hoje (24) foi localizado o corpo do jovem Frederico Oliveira Silva, morador do Bairro Vila Nova.

Informações preliminares confirmam que o corpo foi localizado boiando em frente ao Porto da Balsa no vizinho Estado do Tocantins. 

O jovem Frederico pulou da ponte Dom Afonso Felipe Gregory no final da tarde de domingo. A policia localizou sua moto estacionada na ponte e previu o ocorrido. 

O corpo foi encaminhado para o IML e seguirá para a sua residencia no Bairro Vila Nova, próximo a Escola Vespasiano Ramos, onde deve ser velado. 

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publicado às 20:29

IMPERATRIZ_ Morre pipoquinha

por Holden, em 24.10.16
foto: do arquivo pessoal de Paulo Ney
Figura carismática da infância de muitas crianças, pipoquinha, não resistiu ataque fulminante do coração e morreu na tarde ontem em sua residência. 

Algumas pessoas marcam a infancia de muitas crianças e para que fiquem eternizado sua imagem, publicamos em nosso blog a imagem simpática deste senhor que vendia pipoca na frente das escolas.

Vá em paz!!!

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publicado às 16:22

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publicado às 18:37

Foi um verdadeiro pan-demônio na cidade de Imperatriz no final do dia de ontem (21), iniciando com vários crimes. 

Além disso, roubos e assaltos de motos a todo momento também amedronta a população.

Diariamente é possível registrar até mais de uma moto tomada de assalto nas ruas da cidade de Imperatriz, independente do bairro, seja centro ou periferia. Ontem a noite, além dos assassinatos com indícios de acertos de conta de trafico ou crimes passional, uma camioneta foi tomada por assaltantes em pleno centro da cidade. 

Apesar da policia estar mais presente nas ruas, ainda é pouco o índice de recuperação dos veículos roubados. No caso de ontem, a policia agiu rápido e conseguiu encontrar o veiculo que foi abandonado após a perseguição. 

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publicado às 16:47

Uma bomba de proporção Republicana

por Holden, em 22.10.16
A bomba acionada no congresso após a prisão de Eduardo Cunha (PMDB), ex-presidente da Camara dos Deputados, por conta da Operação Lava Jato, que investiga desvios de recursos e propina, parece ter precedentes muito maiores que o previsto. As prisões de agentes do Congresso também norteiam a PF a evitar e punir culpados que sondam as mais diferentes formas de bloquear a operação Lava Jato. 

Por enquanto, quase toda a sociedade aplaude as operações que tiram a limpo a alta esfera da politica brasileira, com exceção dos petistas e aliados que ainda choram sob a faixa da ex-presidente Dilma. 


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publicado às 16:14

Superintendência de Chicos

por Holden, em 22.10.16
Após 8 anos o Chico do Planalto vai sair da superintendência da Defesa Cívil (até que enfim!!!), segundo ele, deixará um grande legado, o prédio da Defesa Civil localizada na área doada pela Industria SUZANO. Apesar de ostentar o mérito, o prédio também já estava construído na mesma área doada pela industria. 

Mas um nome em comum insiste em permanecer. Com o anuncio do prefeito eleito Assis Ramos sobre quem ocupará a superintendência, esta será a terceira vez seguida que o nome 'Francisco' assume a pasta, considerada em tempos de emergências na sua maioria causada por ações naturais, a força máxima de ação e operação do sistema público, que trabalha ou deveria trabalhar em conjunto com a Defesa Cívil Estadual, o Corpo de Bombeiros, no entanto, com a gestão polêmica do Chico atual, as duas instituições sempre foram marcadas por intrigas e polêmicas.

Na ultima gestão Ildon, o Francisco ou Chico Pelicano foi o superintendente, seguido por Francisco ou Chico do Planalto e agora o Chico ou Francisco Vaz, já que todo Francisco é Chico. 

Serão 16 anos seguidos de Chico, o que não altera em nada em competência, portanto, deixamos claro que o texto apresenta apenas o fato da coincidência.

Não conhecendo o histórico do Francisco Vaz, vamos torcer para que as polemicas não sejam a principal marca da nova gestão, e que a organização das barracas da praia seja coordenada pela Cultura ou Turismo, que não exista favorecimento nas casas do PAC, que o barco doado pela CESTE (que está sem adesivo da doação la no yate clube) não esteja com um som automotivo em cima e que os triciclos não sirvam para passear com o cachorro na praia.


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publicado às 16:14


Imperatriz é a única cidade do Maranhão a ter esse procedimento - vamos fazer uma transição responsável e transparente, diz Daniel Souza

            O prefeito Sebastião Madeira instituiu por meio de decreto [nº 039/16] a criação e instalação da Comissão de Transição de Governo, formada por 16 membros, sendo 8 designados pelo atual prefeito e 8 formalmente indicados pelo prefeito eleito Assis Ramos.

            Os titulares das secretarias de Governo, chefe de gabinete do prefeito, Saúde, Educação, Administração e Modernização, Infraestrutura, Fazenda e Gestão Orçamentária, e Procuradoria Geral do Município de Imperatriz integram a Comissão de Transição do prefeito Madeira.

O coordenador da Transição, Daniel Pereira de Souza, assinalou que a iniciativa atende a uma recomendação do Ministério Público do Maranhão e a legislação federal, cuja premissa diz  que não haja interrupção de continuidade na administração pública.

            A meta, explica Daniel, é para que os munícipes e a administração pública continue funcionando normalmente dando vazão as suas demandas, de acordo com o que foi planejado e o que já existe na gestão atual.

            “O novo governo a partir de janeiro, querendo, deverá adotar as medidas que achar necessárias para fazer seu corpo técnico e medidas do novo governo; o nosso compromisso moral é fazer com que haja total transparência a todos os atos da gestão que se encerra até o dia 31 de dezembro”, frisou.

            Ele também mostrará aos técnicos do novo governo, que assumirão uma gestão cujos titulares das pastas não praticaram atos de desvios, de documentos ou bens e poderão seguir o caminho, inclusive pegando o “manche” da administração atual antes mesmo de assumirem o mandato.

            Daniel Souza ressalta que durante esse processo de transição a equipe do prefeito eleito tomará conhecimento de como funciona a “máquina pública” da Prefeitura de Imperatriz.

            “O compromisso da nossa gestão, pelo perfil que é o nosso governo, honrado e de compromisso com a cidade, é não fazer como os que nos antecederam,  que ‘caparam’ os HDs dos computadores, levaram os ar condicionados, saquearam os processos de pagamento e de prestação de contas, e deixaram nossa gestão quase um ano ‘navegando’ às escuras”, comparou.

            Souza também lembra que a maioria do patrimônio público não estava tombado e que foram perdidas cerca de 100 audiências na Justiça do Trabalho por falta de repasses dessas informações à Procuradoria Geral do Município de Imperatriz.


Gil Carvalho-Sidney Rodrigues/Ascom

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publicado às 12:13

O ministro Napoleão Nunes Maia Filho, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), deferiu hoje (19) liminar em recurso ordinário interposto por Deoclides Macedo (PDT) e decidiu validar o seu registro de candidatura a deputado federal, bem como validar todos os seus votos obtidos na eleição de 2014.
Na prática, a decisão tira do mandato o deputado Alberto Filho (PMDB), que passa a ser o primeiro suplente da sua coligação, e eleva ao cargo o atual secretário de Estado do Trabalho e Economia Solidária, Julião Amin (PDT).
Como este deve permanecer no cargo, Deoclides, agora primeiro suplente, assume na Câmara.
“O acórdão proferido pelo TSE nesses autos – o qual indeferiu o Registro de Candidatura do ora requerente em virtude de que a Corte de Contas rejeitou as contas de sua gestão como Prefeito -, difere da orientação do STF, que assentou a competência exclusiva da Câmara Municipal para julgá-las. No caso, verifica-se, ainda, que a Câmara Municipal aprovou as mencionadas contas, tanto as de gestão como as de governo”, despachou o ministro.
Entenda o caso
Deoclides Macedo foi beneficiado por uma decisão tomada em agosto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) – reveja.
Em sessão plenária, os ministros do STF decidiram, por 6 votos a 5, que apreciação final das contas de prefeitos deve ser feita mesmo pelas Câmaras Municipais, não pelos Tribunais de Contas.
Deoclides foi candidato a deputado federal em 2014 e não teve os votos contabilizados justamente porque teve contas rejeitadas pelo TCE-MA – mesmo aprovadas pela Câmara de Vereadores de Porto Franco.
Ele obteve na ocasião 56.171 votos que, se computados, mudariam o número de eleitos por coligação, o transformariam em primeiro suplente e garantiriam a vaga direta a Julião Amin.
Com o cancelamento dos votos (reveja), Alberto Filho conseguiu a vaga direto, Julião virou apenas suplente e Deoclides, nada.
Mas, agora, tudo foi modificado novamente.
Em tempo: mesmo como suplente, Alberto Filho segue no mandato, porque o deputado federal Sarney Filho (PV) está nomeado como ministro do Meio Ambiente. Sendo assim, por ora, quem vai para casa é o segundo suplente, deputado Davi Alves Silva Júnior (PR), o Davizinho (saiba mais).

Gilberto Léda

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publicado às 12:08


Medida adotada sistematicamente pelo jornal local "correio popular", retira o prefeito Sebastião Madeira (PSDB) de todas as fotos de capa, principalmente as que estão ao lado do governador, patrono do jornal. 

Seria rompimento informal?

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publicado às 04:08

A imagem acima se tornou um viral nas redes sociais e retrata mais ou menos como alguns governantes tratam sua população.

Na cidade de Estreito-MA, carne para os açougues são distribuídas em carros abertos, sem qualquer critério técnico ou o minimo de higiene.

A imagem que circula na rede virou um epicentro de revolta e indignação mas, principalmente, desmistifica parte das propagandas enganosas que cercam algumas administrações, como a do prefeito Cicero Neco.

Se a carne está sendo distribuída dessa forma, imagina o local onde deve esta sendo abatido esses animais.

Com a palavra a vigilância sanitária.

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publicado às 03:30





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